
Chocolat suisse
O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.
Sabores · Zurique
Tiras finas de vitela salteadas e servidas num molho de creme, vinho branco e cogumelos. É o prato que os moradores de Zurique citam primeiro quando se fala da cozinha da cidade, quase sempre acompanhado de rösti.
Prato típico de Zurique, Zurique
Também chamado: Züri-Gschnätzlets, Züri Geschnetzeltes, émincé de veau à la zurichoise
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Zürcher Geschnetzeltes — Zurique, Suíça
O Zürcher Geschnetzeltes, ou Züri-Gschnätzlets no alemão falado em Zurique, é o prato mais associado à cidade. O nome descreve o preparo: a carne é geschnetzelt, ou seja, cortada em tiras finas, e servida ao modo de Zurique, num molho cremoso. Os moradores o citam como a receita tradicional da cidade, e ele aparece no cardápio de muitos restaurantes de Zurique e da região, cada um com sua versão.
Os cogumelos, presentes em quase todas as versões, entram fatiados e salteados junto com a cebola.
O preparo é rápido. A vitela é passada levemente na farinha, selada em fogo alto e retirada da frigideira; na mesma panela, cebola e cogumelos refogam na manteiga antes de receber o vinho branco, o caldo e o creme. A carne volta no fim, só para aquecer, e o molho é acertado com sal, pimenta e algumas gotas de limão. Uma pitada de páprica e salsinha picada às vezes completam o prato.
A receita tradicional é feita com vitela; em casa, há quem use porco ou frango. A versão mais tradicional inclui rins de vitela junto com a carne. O acompanhamento clássico é a rösti, cuja crosta dourada contrasta com o molho, mas arroz, massa ou purê também são servidos. Em muitos restaurantes, a porção chega em duas etapas, para que o prato não esfrie.
O prato ultrapassou as fronteiras do cantão e é servido em toda a Suíça e nos países vizinhos, mas o nome mantém a ligação com Zurique.
Zurique , Zurique
Prato que leva o nome da cidade e é apresentado pelo turismo de Zurique como a receita tradicional local.
Vitela cortada em tiras finas, cogumelos (em geral champignons), cebola, manteiga, vinho branco, caldo ou fundo de carne, creme de leite, limão, sal e pimenta; às vezes rins de vitela, páprica e salsinha.
Servido bem quente, com o molho por cima da carne, acompanhado de rösti; arroz, massa ou purê de batata também aparecem. Em restaurantes, a porção pode chegar em duas partes.
Prato de almoço e jantar o ano inteiro, frequente nos restaurantes tradicionais de Zurique e na cozinha de casa.
Tire suas dúvidas
O Zürcher Geschnetzeltes é feito com vitela e um molho de creme, vinho branco e cogumelos. Outros pratos de carne em tiras usam porco, frango ou molhos diferentes.
O acompanhamento clássico é a rösti. Arroz, massa e purê também são comuns.
A versão mais tradicional inclui rins de vitela junto com a carne, mas a maioria das receitas usa só a vitela.
Sabores da Suíça

O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.

Queijo derretido com vinho branco num caquelon, mantido quente sobre um fogareiro, em que cada pessoa mergulha cubos de pão com um garfo comprido. Promovida como prato nacional a partir dos anos 1930, é servida em toda a Suíça nos meses frios.

Biscoito duro de mel, amêndoas, avelãs, casca de laranja e de limão cristalizada e kirsch, coberto por uma fina camada de açúcar. Mencionado em Basileia ao menos desde 1711, é a especialidade doce mais ligada à cidade.

Grande travessa com várias carnes cozidas e defumadas e salsichas, servida sobre chucrute e feijão-verde, com batatas. É o prato festivo da cozinha bernense, ligado pela tradição à vitória de Neuenegg, em 1798.

Disco de batata ralada frita na manteiga até formar uma crosta dourada dos dois lados. Foi café da manhã dos camponeses da Suíça de língua alemã, inclusive no cantão de Berna e virou símbolo da Suíça de língua alemã, a ponto de dar nome ao Röstigraben.

Merengues secos e crocantes servidos com a crème double da Gruyère, nata espessa com pelo menos 45% de gordura. Sobremesa por excelência do banquete da Bénichon, é um dos símbolos da região da Gruyère, no cantão de Friburgo.

Caldeirão de chocolate com o brasão de Genebra, cheio de legumes de marzipã e doces, que se quebra no fim da festa da Escalade, em dezembro. Lembra a lenda da Mère Royaume e a defesa da cidade na noite de 11 para 12 de dezembro de 1602.

Torta de massa amanteigada, fechada por cima, recheada com nozes picadas envolvidas em caramelo e creme. É a especialidade doce mais conhecida dos Grisões, ligada aos confeiteiros que emigravam da Engadina para trabalhar no resto da Europa.

Rolinhos de folha de acelga recheados com massa de spätzli e carne seca ou salame da região, cozidos em caldo e leite e gratinados com queijo. Prato emblemático dos Grisões, originário da Surselva, com tantas receitas quanto famílias.

Pastelaria de massa folhada em forma de cúpula recheada com vitela, bolinhas de carne, cogumelos e passas num molho cremoso. Leva o nome da cidade e do cantão de Lucerna e também é chamada Fritschipastete, por causa da figura do carnaval local.

Bolo denso de pão amanhecido amolecido no leite, com cacau, amaretti, passas, pinhões e, muitas vezes, um pouco de grappa. Nascida para não desperdiçar o pão, é considerada o doce ticinês por excelência e cada família tem a sua receita.

Meia roda de queijo aproximada do fogo, cuja parte derretida é raspada sobre o prato e servida com batatas cozidas na casca, pepininhos e cebolinhas em conserva. Nasceu no Valais e foi apresentada como prato nacional valesano em 1909.

Destilado de losna, anis e funcho, de cor verde ou incolor, servido diluído em água fria, que fica turvo ao ser misturado. Começou a ser produzido no Val-de-Travers, no cantão de Neuchâtel, no fim do século 18, e foi proibido na Suíça de 1910 a 2005.

Purê rústico de alho-poró e batata cozidos em água e vinho branco, servido com a saucisse aux choux, salsicha defumada de porco e repolho. É a especialidade culinária mais conhecida do cantão de Vaud e faz parte do seu patrimônio imaterial.

Torta de discos de merengue de amêndoa e biscoito embebido em xarope de kirsch, com creme de manteiga, coberta de amêndoas e açúcar com desenho em losangos. Criada em Zug pelo confeiteiro Heinrich Höhn, que a anunciou em 1915.

Mistura de flocos de aveia demolhados, maçã ralada, nozes ou amêndoas, limão e leite, criada por volta de 1900 pelo médico Maximilian Bircher-Benner para os pacientes da sua clínica em Zurique. Deu origem ao muesli comido no mundo inteiro.