0 rotas
Rotas
Percursos turísticos que ligam cidades e destinos. Cada rota tem mapa, trechos, quantos dias e a melhor época para ir.
Ver as rotas
Rotas, destinos e cidades de Fiji, com o que fazer, quando ir e como chegar a partir do Brasil.
8 destinos 7 províncias 23 cidades
No Cidade Turismo inteiro: 39 países · 78 rotas · 489 destinos · 1.275 cidades
Na foto: Lagoa Azul de Nanuya Lailai — Ilhas Yasawa
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
O guia
As ilhas Mamanuca e Yasawa, que saem de Nadi, a Costa dos Corais e Suva, em Viti Levu, os recifes de corais de Taveuni e Kadavu e o casario de Levuka, Patrimônio Mundial da UNESCO. Cada destino mostra o que fazer, a melhor época e como chegar do Brasil.
O guia tem três portas de entrada, para você começar pelo caminho que preferir: as rotas, que ligam cidades num mesmo percurso; os destinos, que são as regiões turísticas; e as províncias, com as principais cidades de cada uma.
Os textos são escritos a partir de fontes oficiais de turismo, como o turismo nacional e o das províncias, os parques nacionais e as prefeituras, e o guia está sempre ganhando cidades e rotas novas.
Conheça o Cidade Turismo: quem faz, como o conteúdo é escrito e os números do guia →
0 rotas
Percursos turísticos que ligam cidades e destinos. Cada rota tem mapa, trechos, quantos dias e a melhor época para ir.
Ver as rotas8 destinos
As regiões turísticas de Fiji, cada uma com as suas cidades: o que fazer, quando ir e como chegar a partir do Brasil. De Nadi às ilhas Mamanuca e Yasawa e aos recifes de Taveuni.
Ver os destinos23 cidades em 7 províncias
O guia organizado por província: cada uma com os seus destinos, cidades e rotas, e cada cidade com os atrativos.
Ver províncias e cidadesO mapa
Toque numa região para ver os nomes. Use dois dedos para ampliar.
Limites: Pacific Data Hub / geoBoundaries (CC BY 4.0). Adaptação do Cidade Turismo.
Para começar
Seis cidades do guia, que mudam a cada dia.

Tokoriki é uma ilha no norte das Mamanuca, coberta de morros de mata e com praia virada para o oeste, onde o pôr do sol é o momento do dia. Fica a cerca de 1 hora e meia de barco de Denarau e é a base mais próxima para Monuriki, a ilha do filme Náufrago, e para Yanuya, a vila das ceramistas.

Malolo é a maior ilha das Mamanuca, com morros cobertos de mata, praias de areia branca e duas vilas fijianas, entre elas Solevu, sede do chefe tradicional das ilhas. Fica ao lado de Malolo Lailai, a cerca de 45 minutos de barco de Denarau, e combina hospedagens de praia com visitas às vilas e trilhas aos mirantes.

Sawa-i-Lau é uma ilha pequena de calcário no norte das Yasawa, diferente das ilhas vulcânicas em volta. É conhecida pelas cavernas que se abrem na rocha, com piscinas de água do mar onde se nada sob um domo iluminado pela luz que entra do alto. A visita é feita em passeios de barco a partir das ilhas próximas.

Nanuya Lailai é uma ilha pequena no norte das Yasawa, de frente para a Lagoa Azul, a enseada de água clara que deu nome ao filme de 1980, gravado na ilha vizinha de Nanuya Levu. Tem praias de areia branca, recifes para snorkel e pousadas simples, e fica perto das cavernas de Sawa-i-Lau.

Vunisea é a cidade principal e sede da província de Kadavu, numa faixa estreita de terra entre duas baías. Tem a pista de pouso, o porto, escola, hospital e comércio, e é o ponto de chegada à ilha. Dali, as hospedagens levam os visitantes de barco para as baías e ilhotas, perto do Grande Recife Astrolábio e do Monte Nabukelevu.

Naviti é uma das maiores ilhas das Yasawa, no meio da cadeia, com morros de mata, baías abrigadas e várias vilas. Ao lado dela, o canal estreito que a separa da ilhota de Drawaqa costuma receber raias-manta de maio a outubro, e as hospedagens da região levam os hóspedes para nadar com elas.
Área do viajante
O aplicativo
Guarde os destinos que quer conhecer, envie as suas fotos de viagem e receba as novidades do guia.
Antes de ir
No turismo, tudo se resolve em inglês, a língua do governo, dos negócios, dos hotéis e das lojas. Também se falam o fijiano (iTaukei) e o hindi de Fiji, dos indo-fijianos. Português quase não se ouve. Duas palavras ajudam muito: bula (olá) e vinaka (obrigado).
A moeda é o dólar fijiano (FJD). Cartões de crédito das bandeiras mais comuns são aceitos na maioria dos resorts, restaurantes e lojas, e há caixas eletrônicos nas cidades e no aeroporto de Nadi. Leve dinheiro em espécie para mercados, táxis e ilhas e vilas afastadas, onde nem sempre há caixa eletrônico. O câmbio muda com frequência: confira antes de viajar.
O brasileiro não precisa de visto para turismo: recebe na chegada uma permissão de até 4 meses, com passaporte válido por pelo menos 6 meses e passagem de volta. Confira também a exigência do certificado de vacina contra a febre amarela para quem chega do Brasil. As exigências podem mudar: confirme antes de viajar.
Fiji usa o horário UTC+12 o ano inteiro, sem horário de verão. Por isso fica sempre 15 horas à frente de Brasília: quando é meio-dia em Brasília, já são 3h da madrugada do dia seguinte em Fiji.
Não. A tomada de Fiji é a do tipo I, com dois pinos chatos em V invertido e um terceiro vertical, o mesmo padrão da Austrália, então leve um adaptador. A voltagem é de 240 V. Confira a etiqueta do aparelho: se indicar entrada de 100 a 240 V, basta o adaptador; se for só 127 V, é preciso um transformador.
Há três caminhos: o roaming internacional do plano brasileiro, um chip pré-pago de turista comprado com o passaporte nos balcões das operadoras no desembarque do aeroporto de Nadi, ou um eSIM de viagem instalado antes de embarcar. Há 4G nas cidades e nas áreas turísticas de Viti Levu, mas o sinal pode falhar em ilhas pequenas e no interior.
Fiji No guia Em breve
Perguntas frequentes
Como a carteira brasileira não está em inglês, leve junto a Permissão Internacional para Dirigir (PID). Em Fiji se dirige pela esquerda, com o volante do lado direito. As locadoras costumam pedir idade mínima e alguns anos de habilitação, e fora das cidades as estradas têm pouca iluminação, então prefira dirigir de dia. Confirme antes de viajar.
De maio a outubro, na estação seca e mais fresca, com menos chuva e umidade e mar mais claro para barcos e mergulho. De novembro a abril é a estação quente e chuvosa, que também é a dos ciclones, com mais risco de janeiro a março. O oeste (Nadi, Mamanuca e Yasawa) costuma ser bem mais seco que Suva e o leste. As estações são as mesmas do Brasil.
Nas cidades e nos resorts grandes a água é tratada, mas a maioria dos resorts recomenda beber a filtrada ou a engarrafada que oferecem. Nas vilas e nas ilhas afastadas, onde a água vem de chuva, poço ou nascente, beba só a engarrafada.
Não é costume nem obrigação. Muitos resorts têm uma caixa ou um fundo da equipe, dividido entre todos os funcionários, que é a forma mais comum de agradecer um bom serviço. Em restaurantes e táxis, ninguém espera gorjeta.
Um guia de viagem em português para o brasileiro que vai a Fiji, organizado em rotas, destinos, províncias e cidades. Cada cidade tem o que fazer, os atrativos, quando ir e como chegar a partir do Brasil.
A rota é um percurso que liga várias cidades. O destino é uma região turística com as suas cidades, como Malolo e Mana, nas Ilhas Mamanuca. A cidade é o lugar em si, com os atrativos dela.
São ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele. As fotos enviadas pelos viajantes aparecem separadas, como fotos dos viajantes.
Escreva o nome no campo de busca: vale rota, destino, província, cidade ou atrativo. Ou entre por Rotas, Destinos ou Províncias e cidades, no menu.
Sim. Os destinos já traduzidos estão em espanhol e em inglês em cidadeturismo.com, e os outros entram aos poucos.
Sim, para Android, na Google Play. Com ele você guarda os destinos que quer conhecer e recebe as novidades do guia.