
Bélgica
Bruxelas, Bruges, Gante e as Ardenas: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.
Os países da Europa no Cidade Turismo: o que fazer em cada um, as rotas que cruzam fronteiras e o que saber antes de ir, a partir do Brasil.
3 países 5 rotas 31 destinos 80 cidades
No Cidade Turismo inteiro: 7 países · 51 rotas · 151 destinos · 592 cidades
Na foto: Rozenhoedkaai — Bruges (Flandres Ocidental), Bélgica conhecer o guia da Bélgica →
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
O guia
A Europa é o destino internacional que mais junta lugares numa viagem só. As distâncias são curtas, os trens ligam as capitais em poucas horas, e boa parte dos países está no espaço Schengen, onde não há controle de passaporte de um país para o outro.
Aqui ficam os países da Europa que já estão no Cidade Turismo. Cada um tem o guia dele, feito cidade por cidade, com as rotas, os destinos, os atrativos, quando ir e como chegar a partir do Brasil. Nesta página você encontra o que vale para o continente inteiro: o que fazer em cada país, as rotas que cruzam fronteiras e o que muda para o brasileiro antes, durante e depois da viagem.
Os textos são escritos a partir de fontes oficiais de turismo e de transporte de cada país. Regras de entrada mudam: antes de comprar a passagem, confira as exigências nos sites oficiais.
Os países
Cada país tem o guia completo dele: as rotas, os destinos, as cidades e o que saber antes de ir. O guia está sempre ganhando países novos.

Bruxelas, Bruges, Gante e as Ardenas: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.

Paris, o Vale do Loire, a Provença e a Côte d'Azur: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.

Lisboa, o Porto, o Algarve e as ilhas: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.
Os países com link já têm o guia ou estão sendo preparados. Os outros entram aos poucos, cada um quando o guia dele estiver completo.
O que fazer na Europa
Os principais destinos de cada país do guia. Cada destino tem a página dele, com as cidades, os atrativos, os passeios, quando ir e como chegar.

A capital da Bélgica e sede da União Europeia, com a Grand-Place, o Atomium e museus de arte, e o campo da batalha de Waterloo a poucos quilômetros ao sul.

Bruges medieval, com canais e o Belfort, a vila de Damme ao fim de um canal ladeado de choupos e o mar do Norte em Ostende, tudo perto de trem, bicicleta ou bonde.

Cidade universitária da Flandres, com o retábulo dos Van Eyck, um castelo medieval cercado de água e cais animados à beira do rio Leie.

Antuérpia, cidade de Rubens, do porto e dos diamantes, e Mechelen, antiga capital dos Países Baixos, ficam a 20 minutos de trem uma da outra.

A capital francesa às margens do Sena: museus como o Louvre e o d'Orsay, a Tour Eiffel, Notre-Dame, bairros como o Marais e Montmartre e trens rápidos para o resto do país.

Os palácios reais de Versalhes e Fontainebleau, a floresta dos pintores e dos escaladores e o castelo de Vaux-le-Vicomte, todos a menos de uma hora de trem de Paris.

Rouen de Joana d'Arc, o porto de Honfleur, as praias do Dia D perto de Bayeux e a abadia do Mont-Saint-Michel, cercada pelas marés.

Castelos da Renascença ao longo do Loire e de seus afluentes, com base em Tours, Amboise e Blois e trem direto de Paris.

A segunda cidade de Portugal, de casas coloridas descendo até o Douro, com a Ribeira, a Ponte Luís I, os azulejos de São Bento e as caves de vinho do Porto em Gaia.

Encostas de vinhedos em socalcos sobre o Rio Douro, berço do vinho do Porto, com Peso da Régua, o Pinhão e Lamego, a cerca de duas horas do Porto.

A capital portuguesa à beira do Tejo: colinas com bondes amarelos, os monumentos manuelinos de Belém, o Castelo de São Jorge e as casas de fado de Alfama.

A serra de Sintra, com palácios românticos e jardins entre a neblina, e a costa de Cascais, antiga vila de pescadores virada balneário, a menos de uma hora de Lisboa.
Europa
O brasileiro não precisa de visto para turismo nos países do espaço Schengen: entra com o passaporte válido e pode ficar até 90 dias dentro de qualquer período de 180 dias, somando todos os países do espaço. O passaporte deve valer por pelo menos três meses depois da data prevista de saída da Europa.
Na fronteira, o agente pode pedir a passagem de volta, a reserva de hospedagem ou o endereço onde você vai ficar, e a comprovação de que tem como se manter durante a viagem. Leve tudo impresso ou no celular. O seguro-viagem com cobertura médica pode ser pedido na entrada: viaje com ele e com a apólice à mão.
Na primeira entrada no espaço Schengen, a fronteira registra a foto e as impressões digitais no sistema europeu de entrada e saída (EES), que substitui o carimbo no passaporte. A União Europeia também prepara o ETIAS, uma autorização de viagem pedida pela internet antes do embarque, que vai ser exigida dos brasileiros. Antes de comprar a passagem, confira no site oficial se ele já está em vigor.
Nem toda a Europa está no espaço Schengen. O Reino Unido e a Irlanda têm regras próprias de entrada, com controle de passaporte na chegada, inclusive quando se vem de outro país europeu. Confira as exigências de cada um antes de incluí-los no roteiro.
Menores de idade viajando sem os pais, ou com só um deles, precisam de autorização. As regras mudam de país para país: confirme as exigências antes de ir.
Europa
A Europa fica no hemisfério norte, e as estações são o contrário das do Brasil: o verão vai de junho a agosto, e o inverno, de dezembro a fevereiro.
A primavera (de abril a junho) e o começo do outono (setembro e outubro) costumam ter temperatura amena, dias longos e menos gente do que o verão. Em boa parte dos países, abril e maio são os meses dos parques floridos; em setembro e outubro, das vindimas nas regiões de vinho.
O verão é a alta temporada: os dias são longos, e as praias do Mediterrâneo e as cidades grandes ficam cheias, com filas nos museus mais visitados. Em agosto, muitos europeus tiram férias, e parte do comércio local das cidades fecha. Compre trens e ingressos com antecedência.
No inverno faz frio e escurece cedo, mas é a época dos mercados de Natal, de dezembro, e da temporada de esqui nos Alpes, que costuma ir de dezembro a março ou abril. Fora das festas, as cidades têm menos movimento.
Europa
O trem é o jeito mais prático de ir de uma cidade a outra. As linhas de alta velocidade ligam o centro de uma cidade ao centro da outra: o TGV na França, o AVE na Espanha, o Frecciarossa na Itália, o ICE na Alemanha e o Eurostar entre França, Bélgica, Holanda e Reino Unido. Nos trens de alta velocidade, a passagem tem dia e horário, e o valor costuma subir perto da data: compre assim que o roteiro estiver definido.
Para distâncias maiores, há voos curtos entre as capitais, muitos por companhias de baixo custo. Confira o aeroporto de saída e de chegada, que às vezes fica longe do centro, e a regra de bagagem, que costuma ser cobrada à parte.
O carro ajuda nas regiões de vilas, vinhedos e montanhas. A carteira de motorista brasileira, em alguns países, precisa vir com a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Detran. Muitas cidades têm o centro fechado para carros de fora ou zonas de pedágio urbano: deixe o carro no hotel ou num estacionamento e circule a pé ou de transporte público.
Quem mora fora da Europa pode usar o passe Eurail, que vale nos trens de vários países. Em muitos trens de alta velocidade e noturnos, quem tem o passe também precisa reservar o assento, pago à parte.
Europa
A maioria dos países da União Europeia usa o euro. Alguns têm moeda própria, como a Suíça (franco suíço) e o Reino Unido (libra esterlina). O cartão de crédito e o de débito internacional são aceitos quase em toda parte, inclusive por aproximação no transporte público de várias cidades.
Os fusos horários vão de 3 a 6 horas à frente de Brasília, conforme o país e a época do ano: Portugal, Irlanda e Reino Unido ficam no fuso mais próximo do Brasil, a maior parte da Europa uma hora à frente deles, e a Grécia duas horas. O horário de verão europeu vai do fim de março ao fim de outubro e aumenta a diferença em uma hora.
A tensão elétrica é de 230 volts. Na maior parte da Europa a tomada é de dois pinos redondos (tipos C e F), e o plugue brasileiro de três pinos não encaixa: leve um adaptador. O Reino Unido e a Irlanda usam a tomada de três pinos chatos.
Para o celular, há o roaming internacional da operadora brasileira, o chip ou eSIM comprado na Europa, e os pacotes de eSIM vendidos pela internet antes da viagem. Um chip de um país da União Europeia costuma funcionar nos outros países do bloco sem custo extra de roaming; confira as condições do plano.
Europa
Há voos diretos do Brasil para várias cidades da Europa, como Lisboa, Porto, Madri, Paris, Amsterdã, Frankfurt, Londres, Roma e Zurique, a maioria saindo de São Paulo. Lisboa e Porto recebem voos diretos de outras capitais brasileiras também. Das outras cidades, a viagem é feita com conexão. Confira as rotas da temporada.
O voo dura cerca de 7 a 12 horas, conforme a cidade de saída e a de chegada. Os voos noturnos chegam de manhã: no primeiro dia, programe algo leve.
Quem vai visitar mais de um país ganha tempo comprando a passagem chegando por uma cidade e voltando por outra (o chamado multidestino): chegar a Lisboa e voltar de Paris, por exemplo, sem refazer o caminho. Entre uma ponta e outra, as rotas entre países desta página mostram como ir de trem.
Perguntas frequentes
Não, para turismo nos países do espaço Schengen: o brasileiro entra com o passaporte válido e pode ficar até 90 dias dentro de qualquer período de 180 dias. A União Europeia prepara o ETIAS, uma autorização pedida pela internet antes da viagem; confira no site oficial se ela já está em vigor. O Reino Unido e a Irlanda ficam fora do espaço Schengen e têm regras próprias.
Os 90 dias valem para todos os países do espaço Schengen somados, dentro de qualquer período de 180 dias. Quem passa 30 dias na França e 20 na Itália já usou 50 dos 90. A conta é feita pelo sistema de entrada e saída, que registra cada passagem pela fronteira.
O seguro-viagem com cobertura médica pode ser pedido na entrada do espaço Schengen. Viaje com ele contratado e com a apólice à mão, impressa ou no celular, e confira se a cobertura vale para todos os países do roteiro.
Sim. As distâncias são curtas, os trens de alta velocidade ligam as capitais em poucas horas, e não há controle de passaporte entre os países do espaço Schengen. Para economizar tempo, compre o voo chegando por uma cidade e voltando por outra.
A primavera, de abril a junho, e o começo do outono, em setembro e outubro, costumam ter temperatura amena e menos gente do que o verão. O verão, de junho a agosto, é a alta temporada. O inverno é a época dos mercados de Natal e da neve nos Alpes.
A maioria dos países da União Europeia usa o euro. A Suíça usa o franco suíço, e o Reino Unido, a libra esterlina. O cartão de crédito e o de débito internacional são aceitos quase em toda parte.
Em muitos países, sim, por um período curto e junto com a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Detran, que alguns países exigem. Confira a regra do país e a da locadora antes de alugar o carro.
De 3 a 6 horas à frente de Brasília, conforme o país e a época do ano. Portugal fica no fuso mais próximo do Brasil; a maior parte da Europa, uma hora à frente de Portugal; a Grécia, duas. No horário de verão europeu, do fim de março ao fim de outubro, a diferença aumenta em uma hora.