Paris

Ilha de França

Paris

A capital francesa às margens do Sena: museus como o Louvre e o d'Orsay, a Tour Eiffel, Notre-Dame, bairros como o Marais e Montmartre e trens rápidos para o resto do país.

Paris e Norte

Na foto: Arc de Triomphe · Paris

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Paris é a capital da França e a porta de entrada mais comum para quem chega do Brasil. A cidade se espalha pelas duas margens do rio Sena: a margem direita (rive droite), ao norte, e a margem esquerda (rive gauche), ao sul. No meio do rio ficam duas ilhas, a Île de la Cité, onde estão Notre-Dame e a Sainte-Chapelle, e a Île Saint-Louis.

A cidade é dividida em 20 arrondissements, palavra que quer dizer distrito administrativo. Eles são numerados do 1º ao 20º em espiral, a partir do centro, perto do Louvre, no sentido horário. O número aparece nas placas de rua e no fim do código postal: 75001 é o 1º, 75020 é o 20º. Saber o arrondissement ajuda a entender onde fica o hotel ou o museu.

Para circular, o metrô tem estação a poucos minutos a pé em quase todo ponto da cidade. O RER, trem expresso regional identificado por letras (A, B, C, D e E), cruza Paris e vai mais longe: o RER B chega ao aeroporto Charles de Gaulle, o RER C a Versalhes e o RER A à Disneyland Paris. Das grandes estações de trem, as gares, saem os TGV, trens de alta velocidade que ligam Paris a Lyon, Marselha, Bordéus, Estrasburgo, Lille e outras cidades.

As estações são invertidas em relação ao Brasil: o verão vai de junho a agosto e o inverno de dezembro a fevereiro. No inverno escurece cedo, no fim da tarde; no verão o dia claro vai até tarde da noite. O relógio fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época. O almoço é servido por volta de 12h às 14h e o jantar a partir de 19h30, e muitos restaurantes fecham a cozinha entre um e outro.

Este roteiro tem 1 cidade: Paris.

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Onde fica Paris
Paris

Contornos: © IGN, ADMIN EXPRESS, Licence Ouverte 2.0. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Paris

✈ Aéroport Paris-Charles de Gaulle (CDG), em Roissy-en-France · 30 km até Paris

✈ Aéroport Paris-Orly (ORY), em Orly · 18 km até Paris

Os voos internacionais chegam a Paris-Charles de Gaulle (CDG) e a Paris-Orly (ORY). A ligação com o Brasil pode ter voo direto ou conexão, conforme a época e a companhia. Confirme antes de comprar. Do CDG, o RER B leva ao centro; Orly tem a linha 14 do metrô e o Orlyval. Dentro da França, os TGV chegam às grandes gares da cidade.

A experiência do lugar

O que fazer em Paris

Paris · Ilha de França · Monumento

Tour Eiffel

A torre de ferro de 330 metros construída para a Exposição Universal de 1889, à beira do Sena, no Champ-de-Mars. Elevadores e escadas levam aos andares e ao topo, a 276 metros.

Conhecer Tour Eiffel

Paris · Ilha de França · Museu

Musée du Louvre

Antigo palácio dos reis da França, transformado em museu em 1793. Guarda a Mona Lisa, a Vênus de Milo e a Vitória de Samotrácia, entre dezenas de milhares de obras em exposição. A entrada principal é pela pirâmide de vidro.

Conhecer Musée du Louvre

Paris · Ilha de França · Igreja

Sainte-Chapelle

Capela gótica consagrada em 1248, construída por Luís IX para guardar a coroa de espinhos. A capela alta tem 15 grandes vitrais com cenas bíblicas, que ocupam quase todas as paredes.

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Para escolher antes de ir

Passeios em Paris

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Musée du Louvre: Gioconda, Vênus de Milo e Vitória de Samotrácia

Sai de Centro de Paris (1º arrondissement) A pé ou de metrô (linhas 1 e 7, estação Palais-Royal – Musée du Louvre) cerca de 3 a 4 horas manhã ou tarde fácil (muita caminhada em pé)

O Louvre ocupa o antigo palácio dos reis da França, à beira do Sena, e a entrada principal é a pirâmide de vidro da Cour Napoléon. O acervo se divide em três alas, Denon, Sully e Richelieu, e não dá para ver tudo num dia. Quem vai pela primeira vez costuma montar um percurso curto: na ala Denon ficam a Gioconda (Mona Lisa), as grandes telas francesas e italianas e, no alto de uma escadaria, a Vitória de Samotrácia; na ala Sully, a Vênus de Milo e as salas do Egito antigo, além das fundações do castelo medieval no subsolo; na ala Richelieu, os apartamentos de Napoleão III e as esculturas dos pátios cobertos. A sala da Gioconda concentra a maior fila interna; vá a ela logo no começo ou no fim da visita. Ao sair, o Jardin des Tuileries começa na frente do museu e leva até a Place de la Concorde.

Passa por: Musée du Louvre, Jardin des Tuileries.

Inclui: Há ingresso, com horário marcado; a reserva on-line é recomendada e, em alguns períodos, obrigatória. Audioguia e visita guiada são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: O museu fecha às terças-feiras. Reserve o horário com antecedência e chegue alguns minutos antes. Uma saída do museu é definitiva: não dá para sair e voltar com o mesmo ingresso. Leve só bolsa pequena, porque há revista na entrada.

Melhor época: O ano todo; de novembro a março as filas costumam ser menores.

Tour Eiffel (Torre Eiffel) e Trocadéro

Sai de Centro de Paris (7º arrondissement) Metrô (linha 6, Bir-Hakeim) ou RER C (Champ de Mars – Tour Eiffel) cerca de 2 a 3 horas manhã, tarde ou noite fácil (escada até o 2º andar é opcional)

A torre de ferro de Gustave Eiffel tem três níveis abertos ao público: o primeiro andar a 57 m, o segundo a 116 m e o topo a 276 m. Até o segundo andar se sobe de elevador ou pela escada; ao topo, só de elevador, com troca no segundo andar. Do topo se vê o traçado do Sena, o Arc de Triomphe, Montmartre e o domo dos Invalides. O primeiro andar tem piso de vidro e painéis sobre a construção da torre. Na saída, atravesse a Pont d'Iéna até a esplanada do Palais de Chaillot, no Trocadéro, de onde se tem a vista de frente para a torre; o Champ de Mars, o gramado do outro lado, também é ponto de foto. À noite, a torre fica iluminada e cintila por alguns minutos no início de cada hora.

Passa por: Tour Eiffel, Palais de Chaillot, Champ de Mars.

Inclui: Há ingresso, com horário marcado; há bilhetes diferentes para escada e elevador e para o topo. Confira a tabela atual.

Dica: Compre on-line e escolha o horário. O topo pode fechar com vento forte ou muito movimento. O pôr do sol no verão é tarde, perto das dez da noite; no inverno escurece antes das cinco da tarde, e a vista noturna fica mais fácil de encaixar.

Melhor época: O ano todo; dias de céu aberto dão vista mais longa.

Cruzeiro no Sena: da Torre Eiffel a Notre-Dame

Sai de Pont de l'Alma, Tour Eiffel ou Pont Neuf Barco com comentário gravado em vários idiomas cerca de 1 hora tarde ou noite fácil

Os barcos de passeio sobem e descem o Sena pelo trecho central, entre a Torre Eiffel e as ilhas. Saindo da Pont de l'Alma, o barco passa pelo Musée d'Orsay, pela Assemblée nationale e pelo Louvre, cruza sob a Pont Alexandre III, a Pont des Arts e a Pont Neuf, contorna a Île de la Cité, passa pela Conciergerie e faz a volta diante da Cathédrale Notre-Dame de Paris, retornando pelo outro braço do rio até passar ao pé da Torre Eiffel. É um jeito de entender o mapa da cidade no primeiro dia, sentado. O deque superior é aberto; o inferior é coberto e envidraçado. Há também o Batobus, barco de linha com paradas, em que se desce e sobe ao longo do dia.

Passa por: Tour Eiffel, Musée d'Orsay, Musée du Louvre, Conciergerie, Cathédrale Notre-Dame de Paris.

Inclui: Passagem do barco com comentário gravado. Cruzeiros com jantar ou almoço são outra categoria. Confira a tabela atual.

Dica: No fim da tarde e à noite o passeio mostra as pontes e os monumentos iluminados. Com o rio cheio, depois de muita chuva, o barco pode voltar antes de Notre-Dame. No inverno, leve agasalho se for ficar no deque aberto.

Melhor época: O ano todo; de maio a setembro o deque aberto é mais agradável.

Île de la Cité: Notre-Dame, Sainte-Chapelle e Conciergerie, com a Île Saint-Louis

Sai de Centro de Paris (4º arrondissement) A pé; metrô linha 4 (Cité) ou RER B e C (Saint-Michel – Notre-Dame) cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil (torres: 424 degraus)

A Île de la Cité é a ilha no meio do Sena onde Paris começou. A Cathédrale Notre-Dame de Paris, restaurada depois do incêndio de 2019, recebe visitantes na nave, com fila de revista na entrada; a subida às torres, de 424 degraus, leva ao alto da torre sul, a 69 m, entre as quimeras de pedra e com vista para a ilha e o rio. A poucos passos, dentro do Palais de Justice, fica a Sainte-Chapelle, construída por São Luís (Louis IX) para guardar a coroa de espinhos: a capela alta tem 15 vitrais de cerca de 15 m de altura com 1.113 cenas do Antigo e do Novo Testamento. Ao lado, a Conciergerie conserva a sala gótica do antigo palácio real e a área que serviu de prisão na Revolução, onde ficou Maria Antonieta. Atravessando a Pont Saint-Louis chega-se à Île Saint-Louis, ilha residencial de ruas estreitas, sorveterias e casas do século XVII.

Passa por: Cathédrale Notre-Dame de Paris, Sainte-Chapelle, Conciergerie, Île Saint-Louis.

Inclui: A entrada na catedral não é cobrada; a reserva de horário é opcional. Torres, tesouro e cripta arqueológica têm ingresso à parte; as torres só com reserva on-line. Sainte-Chapelle e Conciergerie têm ingresso, com bilhete combinado. Confira a tabela atual.

Dica: De abril a outubro, a fila de Notre-Dame sem reserva pode passar de duas horas: reserve o horário, que abre poucos dias antes. A Sainte-Chapelle fica mais luminosa com sol da manhã. Não há guarda-volumes na catedral.

Melhor época: O ano todo; dias de sol valorizam os vitrais da Sainte-Chapelle.

Montmartre e a Basilique du Sacré-Cœur

Sai de Norte de Paris (18º arrondissement) Metrô linha 2 (Anvers) ou 12 (Abbesses) e caminhada; funicular até a basílica cerca de 3 a 4 horas manhã ou fim de tarde moderada (ladeiras e escadarias)

Montmartre é a colina do norte de Paris. A partir da estação Anvers, sobe-se pelas escadarias do square Louise-Michel, cerca de 222 degraus, ou pelo funicular, até a Basilique du Sacré-Cœur de Montmartre, de pedra branca, construída a partir de 1875. Dentro, o mosaico do Cristo ocupa 475 m² sobre o coro; por fora, à esquerda, 300 degraus levam ao alto do domo, com vista de Paris inteira. Atrás da basílica fica a Place du Tertre, com pintores e caricaturistas, e as ruas que descem para o vinhedo de Montmartre, o cabaré Lapin Agile e o Musée de Montmartre. Pela rue Lepic e pela rue des Abbesses se chega à estação Abbesses e, mais abaixo, ao boulevard de Clichy, onde fica o Moulin Rouge.

Passa por: Basilique du Sacré-Cœur de Montmartre, Place du Tertre, Musée de Montmartre, Moulin Rouge.

Inclui: A entrada na basílica não é cobrada; a subida ao domo e o Musée de Montmartre têm ingresso. O funicular usa um bilhete de metrô. Confira a tabela atual.

Dica: Cedo de manhã as escadarias e a Place du Tertre ficam vazias. Use sapato baixo: as ruas são de paralelepípedo e em ladeira.

Melhor época: O ano todo; a vista é mais longa em dias secos e frios.

Musée d'Orsay: os impressionistas na antiga estação de trem

Sai de Margem esquerda do Sena (7º arrondissement) RER C (Musée d'Orsay) ou metrô linha 12 (Solférino) cerca de 2 a 3 horas manhã ou tarde fácil

O Musée d'Orsay ocupa uma antiga estação de trem à beira do Sena, com a grande nave de vidro e os relógios da fachada. O acervo vai da metade do século XIX ao começo do XX. No 5º andar fica a galeria dos impressionistas e pós-impressionistas: Monet, Renoir, Degas, Manet, Cézanne, Van Gogh e Gauguin. Na nave estão as esculturas, e nos andares intermediários a pintura acadêmica, o realismo e as artes decorativas. Do 5º andar se olha a cidade através do relógio da fachada, com Montmartre ao fundo. Do outro lado do rio, no Jardin des Tuileries, o Musée de l'Orangerie completa o tema: duas salas ovais com as Nymphéas (Ninfeias) de Monet, oito painéis de 2 m de altura que somam 91 m.

Passa por: Musée d'Orsay, Musée de l'Orangerie.

Inclui: Há ingresso, com horário marcado; o Orangerie tem ingresso próprio e há bilhete combinado. Confira a tabela atual.

Dica: O Orsay fecha às segundas e abre até a noite às quintas; o Orangerie fecha às terças. Comece pelo 5º andar, antes que encha.

Melhor época: O ano todo; bom programa para dias de chuva.

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Le Marais: Place des Vosges, Carnavalet e Musée Picasso

Sai de Centro de Paris (3º e 4º arrondissements) A pé; metrô linha 1 (Saint-Paul) ou 8 (Chemin Vert) cerca de 3 a 4 horas manhã ou tarde fácil

O Marais é o bairro entre a Bastille, a République e o Hôtel de Ville, assentado a partir do século XII sobre um antigo pântano. Os palacetes dos séculos XVII e XVIII, os hôtels particuliers, viraram museus. A caminhada costuma começar na Place des Vosges, praça fechada de casas iguais de tijolo e pedra, com arcadas e, num dos cantos, a Maison de Victor Hugo. Dali, pela rue des Francs-Bourgeois, chega-se ao Musée Carnavalet, o museu da história de Paris, com placas de lojas antigas, salões de época e objetos da Revolução. Mais ao norte, o Musée Picasso Paris ocupa o Hôtel Salé, com pinturas, esculturas e desenhos do artista. A rue des Rosiers, coração do bairro judeu, tem padarias e falafel; o Centre Pompidou fica no limite oeste do bairro.

Passa por: Place des Vosges, Musée Carnavalet, Musée Picasso Paris.

Inclui: A caminhada não tem custo. O acervo permanente do Carnavalet tem a entrada não cobrada; o Musée Picasso Paris tem ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: No domingo o bairro tem muitas lojas abertas e ruas cheias. A Place des Vosges é um bom lugar para um piquenique.

Melhor época: O ano todo; de abril a outubro a praça e os pátios ficam mais agradáveis.

Champs-Élysées, Arc de Triomphe, Concorde e Tuileries

Sai de Centro de Paris (8º arrondissement) A pé; metrô linha 1 (Concorde e Charles de Gaulle – Étoile) cerca de 3 horas tarde fácil (284 degraus no Arco)

O eixo histórico liga o Louvre ao Arc de Triomphe em linha reta. Saindo do Jardin des Tuileries, chega-se à Place de la Concorde, com o obelisco egípcio de Luxor e as duas fontes. Dali começa a avenue des Champs-Élysées, com quase 2 km: no trecho mais baixo, arborizado, ficam o Petit Palais e o Grand Palais; no trecho alto, lojas, cinemas e cafés. No fim está o Arc de Triomphe, no centro da place Charles-de-Gaulle (Étoile), de onde saem doze avenidas. Chega-se ao Arco por uma passagem subterrânea; sob ele fica o Túmulo do Soldado Desconhecido, com a chama reacendida todo fim de tarde. A subida ao terraço é pela escada, com 284 degraus, e a vista mostra as avenidas em estrela, La Défense de um lado e a Torre Eiffel do outro.

Passa por: Jardin des Tuileries, Place de la Concorde, Petit Palais, Arc de Triomphe.

Inclui: A caminhada não tem custo. O terraço do Arco tem ingresso; o acervo permanente do Petit Palais tem a entrada não cobrada. Confira a tabela atual.

Dica: Faça o percurso no sentido Concorde–Arco e suba ao terraço no fim da tarde. Nunca atravesse a rotatória da Étoile por cima: use a passagem subterrânea.

Melhor época: O ano todo; em dezembro a avenida tem iluminação de Natal.

Quartier Latin, Panthéon, Jardin du Luxembourg e Saint-Germain-des-Prés

Sai de Margem esquerda (5º e 6º arrondissements) A pé; RER B e C (Saint-Michel – Notre-Dame) cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil

O Quartier Latin é o bairro universitário da margem esquerda. A caminhada começa na place Saint-Michel, com a fonte da época de Napoleão III, e sobe o boulevard Saint-Michel. O Musée de Cluny – Musée national du Moyen Âge ocupa um palacete do século XV ao lado de termas romanas e guarda as tapeçarias da Dama e o Unicórnio. Pouco acima fica a Sorbonne, universidade fundada em 1253, e no alto da colina o Panthéon, onde estão os túmulos de Victor Hugo, Voltaire e Rousseau e onde se vê o pêndulo de Foucault. A rue Mouffetard, de origem medieval, tem feira e cafés. Descendo para oeste, o Jardin du Luxembourg, jardim do Senado, tem o lago dos barquinhos e cadeiras de ferro. O passeio termina em Saint-Germain-des-Prés, em volta da igreja românica do mesmo nome e dos cafés literários do boulevard Saint-Germain.

Passa por: Panthéon, Jardin du Luxembourg, Saint-Germain-des-Prés, Musée de Cluny – Musée national du Moyen Âge.

Inclui: A caminhada e o Jardin du Luxembourg não têm custo. Panthéon e Musée de Cluny têm ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: Comece de manhã na rue Mouffetard, quando a feira está montada, e deixe o Luxembourg para o fim da tarde.

Melhor época: De abril a outubro, quando o Luxembourg está com flores e as cadeiras ao sol.

Hôtel des Invalides (túmulo de Napoleão) e Musée Rodin

Sai de Margem esquerda (7º arrondissement) Metrô linha 13 (Varenne) ou 8 (La Tour-Maubourg) cerca de 4 horas manhã ou tarde fácil

O Hôtel des Invalides foi criado por Luís XIV em 1670 como hospital e asilo para soldados feridos. A cúpula dourada do Dôme, de Jules Hardouin-Mansart, cobre a igreja onde está o túmulo de Napoleão Bonaparte desde 1840, num sarcófago de pedra vermelha cercado por uma galeria circular. O Musée de l'Armée ocupa as alas em volta do pátio e conta a história militar da Idade Média às duas guerras mundiais, com armaduras, uniformes e peças ligadas a Napoleão. A poucos minutos a pé, o Musée Rodin fica no Hôtel Biron, palacete do século XVIII com jardim de 3 hectares. No jardim estão O Pensador, A Porta do Inferno e Os Burgueses de Calais; dentro, esculturas em mármore e bronze de Rodin e obras de Camille Claudel. A esplanada dos Invalides leva à Pont Alexandre III.

Passa por: Hôtel des Invalides, Musée Rodin.

Inclui: Invalides (Musée de l'Armée e túmulo de Napoleão) e Musée Rodin têm ingressos separados. Confira a tabela atual.

Dica: O Musée Rodin fecha às segundas. Reserve pelo menos duas horas para os Invalides; quem gosta de história militar pode passar meio dia. Tom respeitoso nas salas das guerras mundiais.

Melhor época: O ano todo; de abril a outubro o jardim do Rodin está em flor.

Catacombes de Paris (Catacumbas)

Sai de Place Denfert-Rochereau (14º arrondissement) Metrô linhas 4 e 6 ou RER B (Denfert-Rochereau) cerca de 1 hora manhã ou tarde moderada (243 degraus, sem elevador)

As Catacombes de Paris são antigas pedreiras subterrâneas que, a partir de 1785, receberam os ossos dos cemitérios da cidade, começando pelo dos Saints-Innocents, em Les Halles. A visita desce 131 degraus até cerca de 20 m de profundidade e segue por um percurso de aproximadamente 1,5 km de galerias, dos quais cerca de 800 m formam o ossuário, com crânios e ossos de cerca de 6 milhões de pessoas arrumados em paredes. Placas indicam de que cemitério veio cada lote. A saída é por outra escada, de 112 degraus, em outro ponto do bairro. A temperatura fica perto de 14 °C o ano todo, com umidade alta.

Passa por: Catacombes de Paris.

Inclui: Há ingresso, com horário marcado; a reserva on-line é aconselhada. Audioguia pago à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Leve um agasalho leve e sapato fechado: o chão é úmido. Não é indicado para quem tem dificuldade com escadas ou com lugares fechados.

Melhor época: O ano todo.

Palais Garnier (Ópera de Paris)

Sai de Centro de Paris (9º arrondissement) Metrô linhas 3, 7 e 8 (Opéra) cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil

O Palais Garnier é o teatro de ópera e balé projetado por Charles Garnier e inaugurado em 1875, símbolo do Segundo Império. A visita, livre ou guiada, fora dos horários de espetáculo, passa pelo Grand Escalier de mármore, pelo Grand Foyer, inspirado na Galeria dos Espelhos de Versalhes e com vista para a avenue de l'Opéra, e pela biblioteca-museu. Quando não há ensaio, abre-se a sala de espetáculos, com o lustre de bronze e cristal de 340 lâmpadas e quase 3 toneladas e o teto pintado por Marc Chagall. Ao lado ficam as grandes lojas de departamentos do boulevard Haussmann, com terraços que dão vista para os telhados de Paris.

Passa por: Palais Garnier.

Inclui: Há ingresso para a visita; a visita guiada é paga à parte. Ver um espetáculo exige ingresso próprio. Confira a tabela atual.

Dica: A sala de espetáculos pode estar fechada à visita em dias de ensaio ou matinê. A visita dura em média uma hora e meia.

Melhor época: O ano todo.

Bate-volta a Giverny: casa e jardins de Claude Monet

Sai de Gare Saint-Lazare, em Paris Trem até Vernon-Giverny e ônibus (navette) até Giverny; ou excursão cerca de 6 horas, ida e volta dia inteiro fácil

Giverny é a vila na Normandie (Normandia) onde Claude Monet viveu de 1883 até a morte. O trem sai da Gare Saint-Lazare e leva cerca de 45 minutos até a estação Vernon-Giverny; dali, a navette faz em 10 a 15 minutos os cerca de 7 km até a vila, e o ponto fica a poucos minutos a pé da casa. A casa rosa de janelas verdes conserva a sala amarela de jantar, a cozinha de azulejos azuis e a coleção de gravuras japonesas do pintor. Na frente fica o Clos Normand, jardim de flores de cerca de 1 hectare com canteiros e arcos de rosas. Por uma passagem subterrânea sob a estrada chega-se ao jardim d'água, de inspiração japonesa, com o lago das ninfeias, a ponte japonesa coberta de glicínias, chorões e bambus. A visita leva de uma hora e meia a duas horas. Em Paris, o Musée Marmottan Monet, no 16º arrondissement, tem a maior coleção de Monet, com Impressão, nascer do sol.

Passa por: Fondation Claude Monet (Giverny), Musée Marmottan Monet.

Inclui: Há ingresso para a casa e os jardins; trem e navette são pagos à parte. As excursões saindo de Paris costumam incluir transporte e entrada. Confira a tabela atual.

Dica: A casa e os jardins abrem de 1º de abril a 1º de novembro; fora disso, não há visita. Compre o ingresso on-line nos dias de movimento e chegue cedo ou no fim da tarde. Os trens têm intervalos de uma a duas horas: confira a volta antes de sair.

Melhor época: Abril a outubro; as ninfeias costumam florir de junho a setembro, e as glicínias em maio.

Disneyland Paris: Disneyland Park e Disney Adventure World

Sai de Centro de Paris (Châtelet – Les Halles ou Gare de Lyon) RER A até Marne-la-Vallée – Chessy; ou carro pela A4 um dia, com cerca de 40 minutos de trem por trecho dia inteiro fácil (muita caminhada e filas)

A Disneyland Paris fica em Marne-la-Vallée, cerca de 35 km a leste de Paris. O RER A sai do centro, de Châtelet – Les Halles ou da Gare de Lyon, e chega em cerca de 40 minutos à estação Marne-la-Vallée – Chessy, na porta dos parques; a mesma estação recebe TGVs, inclusive do aeroporto Charles de Gaulle, em cerca de dez minutos. São dois parques lado a lado: o Disneyland Park, com o castelo da Bela Adormecida e as áreas Main Street, Frontierland, Adventureland, Fantasyland e Discoveryland; e o Disney Adventure World, antigo Walt Disney Studios, com atrações de cinema, da Marvel e a área de Frozen. Entre os dois fica o Disney Village, rua de lojas e restaurantes. Quem quer ver os dois parques com calma costuma reservar dois dias.

Passa por: Disneyland Paris.

Inclui: Há ingresso por data, para um ou dois parques; o preço muda conforme o dia. Transporte e refeições são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Compre o ingresso antes e use o aplicativo do parque para ver as filas. Fins de semana, feriados e férias escolares francesas lotam: prefira dias de semana fora de julho e agosto.

Melhor época: O ano todo; há decoração de Halloween em outubro e de Natal de novembro ao começo de janeiro.

Cimetière du Père-Lachaise

Sai de Leste de Paris (20º arrondissement) Metrô linhas 2 e 3 (Père Lachaise) ou 3 (Gambetta) cerca de 2 horas manhã ou tarde moderada (ladeiras e calçamento)

O Cimetière du Père-Lachaise, aberto em 1804, ocupa 44 hectares numa encosta do leste de Paris, com alamedas de paralelepípedo, árvores e dezenas de milhares de túmulos e capelas. É ao mesmo tempo cemitério em uso e museu de escultura funerária. Entre os túmulos mais procurados estão os de Frédéric Chopin, Édith Piaf, Jim Morrison, Oscar Wilde, Molière, Jean de La Fontaine, Honoré de Balzac, Marcel Proust, Sarah Bernhardt, Yves Montand e o de Abelardo e Heloísa. No alto fica o crematório, e no setor leste o Mur des Fédérés e os memoriais às vítimas da deportação. Os mapas nas entradas indicam as divisões numeradas, que ajudam a achar cada túmulo.

Passa por: Cimetière du Père-Lachaise.

Inclui: A entrada não é cobrada. Visitas guiadas são pagas à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Entre por Gambetta, no alto, e desça a pé até a saída do boulevard de Ménilmontant: o percurso fica mais leve. Mantenha o silêncio e o tom respeitoso; há enterros durante o dia.

Melhor época: De abril a outubro; no outono as folhas cobrem as alamedas.

Canal Saint-Martin: caminhada e passeio de barco pelas eclusas

Sai de Leste de Paris (10º arrondissement) A pé; metrô République ou Jaurès; barco entre Bastille e La Villette cerca de 2 horas e meia de barco manhã ou tarde fácil

O Canal Saint-Martin liga o Sena, perto da Bastille, ao Bassin de la Villette, no nordeste da cidade. A parte aberta, ladeada de plátanos, tem eclusas, passarelas de ferro em arco e pontes giratórias; nas margens, cafés, livrarias e lojas de bairro. O passeio de barco sai do Port de l'Arsenal, na Bastille, ou do Bassin de la Villette e leva cerca de duas horas e meia: atravessa um trecho subterrâneo sob o boulevard Richard-Lenoir e passa pelas eclusas, que o barco sobe ou desce uma a uma. A pé, o trecho entre a République e a rotunda de Stalingrad se faz em menos de uma hora. Seguindo pelo Canal de l'Ourcq chega-se ao Parc de la Villette, onde fica a Cité des sciences et de l'industrie, museu de ciência para todas as idades.

Passa por: Canal Saint-Martin, Cité des sciences et de l'industrie.

Inclui: A caminhada não tem custo. O passeio de barco e a Cité des sciences et de l'industrie têm ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: Aos domingos à tarde, as ruas das margens costumam ficar fechadas aos carros. O passeio de barco é bom programa com crianças, por causa das eclusas.

Melhor época: Abril a outubro; o barco tem menos saídas no inverno.

Basilique Cathédrale de Saint-Denis: a necrópole dos reis da França

Sai de Saint-Denis, ao norte de Paris Metrô linha 13 (Basilique de Saint-Denis), RER D ou bonde T1 cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil

A Basilique Cathédrale de Saint-Denis fica na cidade vizinha de Saint-Denis, a poucas estações de metrô do centro. No século XII, o abade Suger reconstruiu o coro com abóbadas de ogiva e grandes vitrais, e a obra é tida como o começo da arquitetura gótica. A igreja foi a necrópole dos reis: guarda os túmulos de 43 reis e 32 rainhas, de Dagoberto a Luís XVIII, além de príncipes e servidores da monarquia. São mais de 70 túmulos e jazentes esculpidos; no transepto ficam 14 dos 16 jazentes encomendados por São Luís para os antecessores. Na cripta estão os túmulos dos Bourbon, entre eles os de Luís XVI e Maria Antonieta.

Passa por: Basilique Cathédrale de Saint-Denis.

Inclui: A entrada na nave não é cobrada; a necrópole tem ingresso. Confira a tabela atual.

Dica: Combine com a manhã de um dia em Paris: a linha 13 leva até a porta. Programa tranquilo, com pouco movimento em comparação com os monumentos do centro.

Melhor época: O ano todo.

Oeste de Paris: Musée Marmottan Monet, Fondation Louis Vuitton e quai Branly

Sai de 16º e 7º arrondissements Metrô linha 9 (La Muette) e linha 1 (Les Sablons); RER C cerca de 5 horas dia inteiro fácil

Para quem já viu os grandes museus, o oeste de Paris tem três visitas de perfis diferentes. O Musée Marmottan Monet, na beira do Bois de Boulogne, guarda mais de 300 obras de Claude Monet, a maior coleção do pintor, entre elas Impressão, nascer do sol, de 1872, a tela que deu nome ao impressionismo; tem também a maior coleção pública de Berthe Morisot. A Fondation Louis Vuitton, dentro do Bois de Boulogne, ocupa o prédio de velas de vidro de Frank Gehry e recebe exposições temporárias de arte moderna e contemporânea; dos terraços se vê La Défense. Às margens do Sena, perto da Torre Eiffel, o Musée du quai Branly – Jacques Chirac reúne artes da África, Ásia, Oceania e Américas, com jardim e fachada coberta de plantas. Do outro lado do rio, o Palais de Chaillot abriga museus de arquitetura e da marinha.

Passa por: Musée Marmottan Monet, Fondation Louis Vuitton, Musée du quai Branly – Jacques Chirac, Palais de Chaillot.

Inclui: Cada museu tem ingresso próprio; na Fondation Louis Vuitton o valor muda conforme a exposição. Confira a tabela atual.

Dica: Escolha dois dos três no mesmo dia. Veja antes a exposição em cartaz na Fondation Louis Vuitton, que fecha entre uma montagem e outra.

Melhor época: O ano todo; bom programa para dias de chuva.

Dia a dia

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Para Primeira viagem, com tempo curto, ou parada de Paris antes de seguir para outra região da França · Base em Paris, perto de uma estação de metrô ou RER no centro
  1. Dia 1 · Chegada, Île de la Cité e cruzeiro no Sena

    O voo noturno do Brasil chega de manhã ao Charles de Gaulle. Pegue o RER B até o centro, deixe as malas e almoce perto. À tarde, faça a Île de la Cité: Notre-Dame com horário reservado, a Sainte-Chapelle e a Île Saint-Louis, sem pressa por causa do cansaço da viagem. No fim da tarde, faça o cruzeiro no Sena, que mostra a cidade toda sentado. Durma cedo para acertar o fuso.

  2. Dia 2 · Louvre e o eixo até o Arc de Triomphe

    De manhã, Louvre com horário marcado (fecha às terças), com um percurso curto pelas três alas. Depois do almoço, atravesse o Jardin des Tuileries até a Place de la Concorde e suba a avenue des Champs-Élysées até o Arc de Triomphe; suba ao terraço no fim da tarde. À noite, vá ao Trocadéro ver a Torre Eiffel iluminada.

  3. Dia 3 · Torre Eiffel, Orsay e Montmartre

    Comece pela Torre Eiffel no primeiro horário reservado. Atravesse para a margem do Sena e passe a tarde no Musée d'Orsay (fecha às segundas; nesse caso, troque pelo Marais). No fim do dia, suba a Montmartre pela estação Anvers, veja a Sacré-Cœur e a Place du Tertre e jante no bairro.

5 dias · Paris em 5 dias, com bate-volta a Versalhes
Para Primeira viagem com tempo para os museus, os bairros e o palácio de Versalhes · Base em Paris, perto de uma estação de metrô ou RER no centro
  1. Dia 1 · Chegada, Île de la Cité e cruzeiro no Sena

    Chegada de manhã ao Charles de Gaulle e RER B até o centro. À tarde, Notre-Dame com horário reservado, a Sainte-Chapelle e a Conciergerie, e uma volta pela Île Saint-Louis. Cruzeiro no Sena no fim da tarde e noite cedo.

  2. Dia 2 · Louvre, Tuileries e Champs-Élysées

    Louvre de manhã (fecha às terças). À tarde, o Musée de l'Orangerie e as Nymphéas, no Jardin des Tuileries; depois, Place de la Concorde, Champs-Élysées e o terraço do Arc de Triomphe no fim do dia.

  3. Dia 3 · Torre Eiffel, Invalides e Rodin

    Torre Eiffel de manhã, com a vista do Trocadéro antes ou depois. À tarde, Hôtel des Invalides, com o túmulo de Napoleão, e o jardim do Musée Rodin (fecha às segundas). No fim do dia, caminhe pela esplanada até a Pont Alexandre III.

  4. Dia 4 · Bate-volta a Versalhes (Versailles)

    Dia inteiro em Versalhes (Versailles), que tem página própria: o palácio, os jardins e o domínio de Maria Antonieta. O RER C e os trens que saem de Saint-Lazare e Montparnasse fazem o trajeto. O palácio fecha às segundas; reserve o horário de entrada. À noite, jantar em Saint-Germain-des-Prés.

  5. Dia 5 · Montmartre, Orsay e partida

    Montmartre cedo, antes do movimento: escadarias, Sacré-Cœur, Place du Tertre e a descida pela rue Lepic. À tarde, Musée d'Orsay (fecha às segundas; nesse caso, troque pelo Marais). Muitos voos de volta ao Brasil saem do Charles de Gaulle à noite: confira o seu e saia para o aeroporto com folga.

7 dias · Paris em 7 dias: bairros, museus, Versalhes e Giverny
Para Quem quer conhecer Paris com calma, incluindo bairros fora do centro e dois bate-voltas · Base em Paris, perto de uma estação de metrô ou RER no centro
  1. Dia 1 · Chegada, Île de la Cité e cruzeiro no Sena

    Chegada de manhã ao Charles de Gaulle e RER B até o centro. À tarde, Notre-Dame, Sainte-Chapelle e Île Saint-Louis. Cruzeiro no Sena no fim da tarde.

  2. Dia 2 · Louvre e o eixo histórico

    Louvre de manhã (fecha às terças). À tarde, Jardin des Tuileries, Place de la Concorde, Petit Palais e Champs-Élysées até o Arc de Triomphe, com subida ao terraço no fim do dia.

  3. Dia 3 · Torre Eiffel, Invalides e Rodin

    Torre Eiffel de manhã e vista do Trocadéro. À tarde, Hôtel des Invalides e Musée Rodin (fecha às segundas). À noite, volte ao Trocadéro ou ao Champ de Mars para ver a torre iluminada.

  4. Dia 4 · Bate-volta a Versalhes (Versailles)

    Dia inteiro em Versalhes (Versailles), que tem página própria: palácio, jardins e o domínio de Maria Antonieta. Vá de RER C ou de trem desde Saint-Lazare ou Montparnasse. O palácio fecha às segundas.

  5. Dia 5 · Orsay, Quartier Latin e Catacumbas

    Musée d'Orsay de manhã, começando pelo 5º andar. À tarde, caminhada pelo Quartier Latin: Musée de Cluny, Panthéon, rue Mouffetard e Jardin du Luxembourg. No fim da tarde, Catacombes de Paris com horário marcado, em Denfert-Rochereau.

  6. Dia 6 · Bate-volta a Giverny ou Disneyland Paris

    De abril a outubro, trem da Gare Saint-Lazare a Vernon-Giverny e navette até a casa e os jardins de Monet; volta no meio da tarde e, se der, Palais Garnier no fim do dia. De novembro a março, quando Giverny fecha, troque pelo Musée Marmottan Monet e pela Fondation Louis Vuitton, ou passe o dia na Disneyland Paris pelo RER A.

  7. Dia 7 · Montmartre, Marais e partida

    Montmartre cedo, com Sacré-Cœur e Place du Tertre. Depois, o Marais: Place des Vosges, Musée Carnavalet e rue des Rosiers para o almoço. Se sobrar tempo, o Cimetière du Père-Lachaise ou o Canal Saint-Martin. Muitos voos de volta ao Brasil saem à noite: confira o seu e vá ao aeroporto com folga.

Melhor época

Quando ir: Paris mês a mês

A primavera (abril a junho) e o começo do outono (setembro e outubro) costumam ter temperatura amena e dias razoavelmente longos. Julho e agosto são os meses mais quentes e mais cheios de turistas. De dezembro a fevereiro faz frio, escurece cedo e as filas dos museus costumam ser menores.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva média

inverno · liquidações

Inverno: médias de 3 °C a 8 °C, dias curtos e céu cinza com frequência; neve é rara e não dura. Museus e monumentos com menos fila. As liquidações de inverno (soldes) começam no início do mês. 1º de janeiro é feriado e muitos museus fecham. Leve casaco, cachecol e sapato impermeável.

Fevereiro Chuva baixa

inverno · férias escolares

Fevereiro segue frio, com médias de 3 °C a 9 °C, e é um dos meses mais secos do ano. As férias escolares de inverno, em datas que variam por região, enchem a Disneyland Paris e alguns museus. Os dias começam a ficar mais longos no fim do mês.

Março Chuva média

fim do inverno · primeiras flores

Transição para a primavera: médias de 6 °C a 13 °C, com dias de chuva fina e outros de sol. As cerejeiras e magnólias de parques e jardins costumam florir no fim do mês. No último domingo começa o horário de verão europeu, e a diferença para Brasília passa a ser de 5 horas.

Abril Chuva baixa

primavera · Páscoa

Primavera: médias de 8 °C a 17 °C, dias mais longos e jardins floridos. A casa e os jardins de Monet em Giverny abrem em 1º de abril. A Páscoa e as férias escolares de primavera aumentam o movimento; a segunda-feira de Páscoa é feriado. A Maratona de Paris costuma ser em abril e fecha ruas do centro.

Maio Chuva média

primavera · feriados

Médias de 11 °C a 20 °C e o mês com mais chuva acumulada, em pancadas curtas. Há vários feriados (1º e 8 de maio, Ascensão e, às vezes, segunda-feira de Pentecostes); no 1º de maio a maior parte dos museus fecha. As glicínias florescem em Giverny. Roland-Garros começa no fim do mês.

Junho Chuva média

dias longos · Fête de la Musique

Início do verão: médias de 14 °C a 23 °C e o sol se põe perto das dez da noite. A Fête de la Musique, em 21 de junho, espalha shows pelas ruas. Mês de muito turismo, mas antes das férias europeias; reserve ingressos com antecedência. As ninfeias de Giverny começam a florir.

Julho Chuva baixa

verão · 14 de julho

Pleno verão: médias de 16 °C a 26 °C, com ondas de calor em alguns anos; muitos metrôs não têm ar-condicionado. Em 14 de julho, dia nacional, há desfile nos Champs-Élysées e fogos na Torre Eiffel. As margens do Sena recebem o Paris Plages. Férias europeias: filas longas nos monumentos.

Agosto Chuva média

verão · cidade de férias

Médias de 16 °C a 26 °C, com tempestades de fim de tarde em alguns dias. Muitos parisienses viajam: padarias e restaurantes de bairro fecham por algumas semanas, enquanto os pontos turísticos seguem lotados. 15 de agosto é feriado. Reserve horários de Louvre, Torre Eiffel e Catacumbas com antecedência.

Setembro Chuva baixa

fim do verão · Jornadas do Patrimônio

Médias de 13 °C a 22 °C, dias ainda longos e um dos meses mais secos. Os parisienses voltam (la rentrée) e a cidade retoma o ritmo. No terceiro fim de semana são as Journées européennes du patrimoine, quando prédios oficiais abrem à visita, com filas longas.

Outubro Chuva média

outono · folhas

Outono: médias de 10 °C a 17 °C, folhas amarelas nos parques e mais dias de chuva. No último domingo termina o horário de verão europeu, e a diferença para Brasília volta a 4 horas. As férias escolares de Toussaint começam no fim do mês. Giverny fecha em 1º de novembro.

Novembro Chuva média

outono · luzes de Natal

Médias de 6 °C a 11 °C, dias curtos e céu cinza com frequência. Mês de pouco turismo e filas curtas nos museus. Feriados em 1º e 11 de novembro; neste, há cerimônia no Arc de Triomphe. A iluminação de Natal dos Champs-Élysées e das grandes lojas costuma ser acesa no fim do mês.

Dezembro Chuva alta

inverno · Natal

Médias de 4 °C a 8 °C, o mês com mais dias de chuva e escurece antes das cinco da tarde. Mercados de Natal, vitrines decoradas nas lojas do boulevard Haussmann e decoração de Natal na Disneyland Paris. 25 de dezembro é feriado e muitos museus fecham. Movimento alto entre o Natal e o Ano-Novo.

Planeje o caminho

Como chegar: Paris

Do Brasil de avião

Há voos diretos do Brasil para Paris, no aeroporto Charles de Gaulle (CDG), a partir de São Paulo (Guarulhos) e do Rio de Janeiro (Galeão), e também de Fortaleza e de Salvador, com frequência que varia conforme a época. Das outras cidades, a viagem é com conexão. Confirme antes de comprar. Paris é a porta de entrada da França: o Charles de Gaulle fica cerca de 25 km ao nordeste do centro. O segundo aeroporto, Orly, ao sul, recebe sobretudo voos da Europa e da França, e entra na viagem de quem faz conexão em outra cidade europeia. Os voos noturnos do Brasil costumam chegar de manhã.

Dos aeroportos ao centro de Paris

Do Charles de Gaulle, o RER B sai dos terminais 1 e 2 e chega em 30 a 45 minutos à Gare du Nord, a Châtelet – Les Halles e a Saint-Michel – Notre-Dame, com trens a cada 15 minutos ou menos. O ônibus expresso 9517 leva a Saint-Denis, com ligação para o metrô 13 e 14. No terminal 2 fica a estação de TGV, com trens diretos para várias cidades da França sem passar por Paris. Táxis oficiais fazem o trajeto até Paris com tarifa fixa. De Orly, a linha 14 do metrô sai do aeroporto e chega a Châtelet em cerca de 25 minutos, passando por Gare de Lyon; há ainda o Orlyval, até o RER B em Antony, e o bonde T7, até o metrô 7 em Villejuif. A viagem de e para os aeroportos exige bilhete próprio, diferente do bilhete comum de metrô.

De trem: as estações de Paris

Paris é o centro da rede de trens da França, e cada região sai de uma estação diferente. Gare du Nord: Eurostar para Londres (cerca de 2 horas e 15 minutos) e trens para Bruxelas e Amsterdã. Gare de l'Est: Strasbourg (Estrasburgo), Champagne e Alemanha. Gare de Lyon: Lyon (cerca de 1 hora e 45 minutos), Marseille (Marselha, pouco mais de 3 horas), Alpes, Côte d'Azur, Suíça e Itália. Montparnasse: Bordeaux (Bordéus, cerca de 2 horas e 10 minutos), Bretagne (Bretanha) e Vale do Loire. Saint-Lazare: Normandie (Normandia), Rouen e Vernon-Giverny. Austerlitz: trens noturnos para o sul. Confira sempre de qual estação sai o seu trem.

De carro

As autoestradas chegam a Paris de todas as direções: A1 do norte (Lille), A4 do leste (Strasbourg e Disneyland Paris), A6 do sudeste (Lyon), A10 do sudoeste (Bordeaux e Vale do Loire) e A13 do oeste (Normandie). Há pedágios. Todas desembocam no Boulevard Périphérique, o anel de cerca de 35 km em volta da cidade, com limite de 50 km/h. Dentro de Paris o carro não ajuda: trânsito lento, estacionamento escasso, zona de trânsito limitado no centro e zona de baixa emissão que exige o selo Crit'Air no para-brisa, pedido com antecedência. Alugue o carro só para sair da cidade, de preferência numa locadora fora do centro ou no aeroporto.

Como circular em Paris

O metrô tem 16 linhas e estações a poucas quadras umas das outras; os trens do RER cruzam a cidade e vão aos subúrbios, aos aeroportos, a Versalhes e à Disneyland Paris. Ônibus e bondes completam a rede. Os bilhetes de papel deixaram de ser vendidos: compre o cartão Navigo Easy nas estações e carregue nele os bilhetes, ou use o aplicativo da Île-de-France Mobilités ou o Bonjour RATP no celular. O passe Paris Visite, de 1 a 5 dias, vale para toda a região, inclusive aeroportos. O bilhete do aeroporto não fica no mesmo cartão que o bilhete comum. Há bicicletas compartilhadas (Vélib') e ciclovias, e o Batobus faz paradas ao longo do Sena. No centro, muitas distâncias se fazem a pé.

Documentos e fuso horário

O brasileiro entra na França com o passaporte válido. As exigências para entrar na Europa podem mudar: confirme antes de viajar. Para menores de idade, confirme as exigências antes de ir. Fuso: a França fica 4 ou 5 horas à frente de Brasília, conforme a época (muda com o horário de verão europeu, do fim de março ao fim de outubro).

Ingressos com horário marcado

Os monumentos mais visitados de Paris vendem a entrada por horário, e nos meses de movimento os horários se esgotam. Reserve on-line antes da viagem o Louvre, a Torre Eiffel (escada e elevador), a subida às torres de Notre-Dame (só com reserva), as Catacombes de Paris, a Sainte-Chapelle e o Musée d'Orsay. A entrada na Cathédrale Notre-Dame de Paris não é cobrada, mas a reserva de horário evita fila. Lembre os dias de fechamento: Louvre e Orangerie às terças, Orsay e Rodin às segundas. Leve o ingresso no celular e um documento.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

A primavera (abril a junho) e o começo do outono (setembro e outubro) costumam ter temperatura amena e dias razoavelmente longos. Julho e agosto são os meses mais quentes e mais cheios de turistas. De dezembro a fevereiro faz frio, escurece cedo e as filas dos museus costumam ser menores.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Com 3 dias dá para ver a Tour Eiffel, o Louvre, a Île de la Cité, Montmartre e o Marais sem correr. Com 4 a 5 dias sobra tempo para o Musée d'Orsay, os jardins, um passeio de barco pelo Sena e um bate-volta a Versalhes. Quem gosta de museu precisa de mais dias: o Louvre sozinho pede meio dia ou mais.

Em que cidade se hospedar

Para quem vai pela primeira vez, os arrondissements centrais (1º ao 7º) deixam quase tudo a pé ou a poucas estações de metrô. O Marais (3º e 4º) tem ruas antigas, museus e restaurantes. O Quartier Latin e Saint-Germain-des-Prés (5º e 6º), na margem esquerda, ficam perto do Jardin du Luxembourg e da Île de la Cité. O 7º, em volta da Tour Eiffel e dos Invalides, é mais residencial e quieto à noite. Perto da Gare de Lyon (12º) ou da Gare du Nord (10º) é prático para quem vai pegar trem cedo. Montmartre (18º) fica num morro, mais afastado do centro.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Paris

Como ir do aeroporto Charles de Gaulle até o centro de Paris?

O RER B sai dos terminais do aeroporto e para em estações centrais como Gare du Nord, Châtelet-Les Halles e Saint-Michel Notre-Dame. Também há ônibus e táxis com tarifa fixa até a margem direita ou a margem esquerda. Confirme as tarifas e o bilhete certo antes de ir: o bilhete comum do metrô não vale para o trecho até o aeroporto.

Quantos dias ficar em Paris na primeira viagem?

Três dias são o mínimo para os pontos principais: Tour Eiffel, Louvre, Notre-Dame e Sainte-Chapelle, Champs-Élysées e Arc de Triomphe, Montmartre e o Marais. Com quatro ou cinco dias entram o Musée d'Orsay, o Jardin du Luxembourg, um passeio de barco pelo Sena e o bate-volta a Versalhes.

Preciso de carro em Paris?

Não. O metrô, o RER, os ônibus e as caminhadas resolvem tudo dentro da cidade. Dirigir em Paris é lento, o estacionamento é difícil e há zonas com restrição de circulação. Carro só faz sentido para explorar o interior, e mesmo assim o trem costuma ser mais prático para chegar às outras cidades.

Qual a melhor época para visitar Paris?

De abril a junho e em setembro e outubro o clima costuma ser ameno e a cidade fica menos cheia que no auge do verão. Julho e agosto são quentes e lotados. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz frio e escurece cedo, mas os museus ficam mais tranquilos e há a decoração de fim de ano.

Dá para fazer bate-volta saindo de Paris?

Sim. O Château de Versailles fica a menos de uma hora pelo RER C. A Disneyland Paris e a Basilique de Saint-Denis também se alcançam de RER ou metrô. Com o TGV, cidades como Lille, Reims ou Lyon cabem num dia longo, saindo cedo de uma das grandes gares.

Qual a diferença entre metrô e RER?

O metrô tem linhas numeradas e estações próximas umas das outras, só dentro de Paris e arredores imediatos. O RER tem linhas com letras, para em menos estações no centro e segue para os subúrbios e aeroportos. Algumas estações grandes, como Châtelet-Les Halles, ligam os dois sistemas.

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