
Argentina
Buenos Aires, a Patagônia, Mendoza e o Norte: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.
Os vizinhos do Brasil no Cidade Turismo: o que fazer em cada país, as viagens que cruzam fronteiras e o que saber antes de ir.
3 países 6 rotas 24 destinos 58 cidades
No Cidade Turismo inteiro: 7 países · 51 rotas · 151 destinos · 592 cidades
Na foto: Lago Nahuel Huapi visto do Cerro Campanario — Bariloche (Río Negro), Argentina conhecer o guia da Argentina →
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
O guia
A América do Sul é a viagem internacional mais perto do brasileiro. Os voos são curtos, vários países ficam a uma fronteira de distância, e na maior parte deles o brasileiro entra só com a carteira de identidade. Em poucos dias dá para trocar o litoral pelos Andes, pelo deserto do Atacama, pelas geleiras da Patagônia ou pelas cidades coloniais.
Aqui ficam os países da América do Sul que já estão no Cidade Turismo, além do próprio Brasil. Cada um tem o guia dele, feito cidade por cidade, com as rotas, os destinos, os atrativos, quando ir e como chegar a partir do Brasil. Nesta página está o que vale para o continente inteiro: o que fazer em cada país, as viagens que passam por mais de um e o que muda para o brasileiro ao cruzar a fronteira.
Os textos são escritos a partir de fontes oficiais de turismo e de transporte de cada país. Regras de entrada mudam: antes de viajar, confira as exigências nos sites oficiais.
Os países
Cada país tem o guia completo dele: as rotas, os destinos, as cidades e o que saber antes de ir. O guia está sempre ganhando países novos.

Buenos Aires, a Patagônia, Mendoza e o Norte: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.

Santiago, o Atacama, os vinhedos e a Patagônia: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.

Montevidéu, Punta del Este e Colônia do Sacramento: o guia em português para quem vai do Brasil, com rotas, destinos e cidades.
Os países com link já têm o guia ou estão sendo preparados. Os outros entram aos poucos, cada um quando o guia dele estiver completo.
O que fazer na América do Sul
Os principais destinos de cada país do guia. Cada destino tem a página dele, com as cidades, os atrativos, os passeios, quando ir e como chegar.

Povoados da Quebrada, história jujeña e paisagens de montanha entre Purmamarca, Tilcara e Humahuaca.

Museus e igrejas em Salta, vinho de altitude em Cafayate e o povoado de Cachi entre os Valles Calchaquíes.

Passarelas das cataratas, paisagem da tríplice fronteira e patrimônio jesuítico-guarani em San Ignacio.

Praças e parques na capital, vinícolas em Luján de Cuyo e Maipú e paisagens do Valle de Uco em Tunuyán.

Vales de sal, lagunas no altiplano, gêiseres ao amanhecer e céu de deserto, a partir do oásis de San Pedro de Atacama e de Calama, no norte do Chile.

Praias e igrejas de pedra em La Serena, e um vale de vinhedos de pisco e observatórios astronômicos em volta de Vicuña, na região de Coquimbo.

A capital do Chile entre a cordilheira e o vale do Maipo: centro histórico, morros com mirante, bairros boêmios, vinícolas e neve a menos de duas horas.

O porto dos cerros coloridos e dos ascensores centenários, colado à cidade-jardim das praias, a cerca de 120 km de Santiago, na beira do Pacífico.

A capital do Uruguai à beira do Rio da Prata: Ciudad Vieja, Teatro Solís, parrillas do Mercado del Puerto e 22 km de Rambla para caminhar.

A principal região de vinho do Uruguai, terra do Tannat, a uns 45 km de Montevidéu: vinícolas familiares com visita guiada e a cidade onde nasceu a bandeira nacional.

Península de praias no encontro do Rio da Prata com o Atlântico, com Casapueblo, José Ignacio e Piriápolis a menos de uma hora de estrada.

Litoral atlântico do departamento de Rocha, com o farol de La Paloma, a vila sem carros de Cabo Polonio e Punta del Diablo, perto do Chuí e de duas fortalezas coloniais.
América do Sul
Na maior parte dos países da América do Sul, o brasileiro entra para turismo só com a carteira de identidade (o RG ou a nova Carteira de Identidade Nacional), sem visto, desde que o documento esteja em bom estado e com a foto reconhecível. A Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa pedem o passaporte. Confira a lista e as exigências de cada país antes de ir: em alguns, o documento de identidade precisa ter sido emitido há menos de dez anos.
Na fronteira, guarde o papel ou o registro de entrada que o agente entregar: ele costuma ser pedido na saída. Menores de idade viajando sem os pais, ou com só um deles, precisam de autorização; as regras mudam de país para país.
O Brasil tem áreas de febre amarela, e alguns países e regiões pedem ou recomendam o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, principalmente para quem vai à Amazônia. Confira a exigência do país e faça a vacina com antecedência.
O seguro-viagem com cobertura médica não é exigido em todos os países, mas vale levar: o atendimento público para estrangeiros muda de país para país.
América do Sul
A América do Sul tem o mesmo calendário de estações do Brasil, mas o clima muda muito com a latitude e a altitude. Nos Andes, o dia pode ser quente e a noite gelada em qualquer época.
A Patagônia e a Terra do Fogo têm a temporada de visita de outubro a abril, com os dias longos do verão; no inverno, parte dos passeios e das estradas fecha. Para a neve e o esqui (Bariloche, os centros perto de Santiago e de Mendoza), a temporada costuma ir de junho a setembro.
No Peru e na Bolívia, a estação seca, de maio a setembro, é a mais procurada para Machu Picchu, o Lago Titicaca e o Salar de Uyuni. De dezembro a março, nos Andes, é a época das chuvas. O deserto do Atacama recebe visitantes o ano inteiro.
Buenos Aires, Montevidéu e Santiago são boas o ano todo, com verão quente e inverno frio. O litoral do Uruguai e as praias do Caribe colombiano têm a alta temporada no verão e nas férias de julho.
América do Sul
As distâncias são grandes e os Andes atravessam o continente: entre as capitais, o avião é o meio mais rápido. Há voos entre as principais cidades de todos os países, muitos com conexão em Lima, Bogotá, Santiago ou Buenos Aires.
O ônibus de longa distância é comum na Argentina, no Chile, no Uruguai e no Peru, com linhas noturnas e poltronas que reclinam. Entre Buenos Aires e o Uruguai, o barco atravessa o Rio da Prata até Colônia do Sacramento e Montevidéu.
De carro, dá para cruzar várias fronteiras a partir do Sul do Brasil. A carteira de motorista brasileira vale nos países do Mercosul; o carro precisa do seguro obrigatório para o Mercosul (a Carta Verde) e dos documentos em nome de quem dirige, ou da autorização do dono. Nas passagens pelos Andes, confira se a estrada está aberta: no inverno, a neve pode fechar os passos.
América do Sul
Cada país tem a sua moeda. O Equador usa o dólar americano, e a Guiana Francesa, o euro. O cartão de crédito internacional é aceito nas cidades grandes; em vilas e mercados, leve um pouco de dinheiro local.
O fuso horário vai do mesmo de Brasília a duas horas atrás: Argentina, Uruguai, Paraguai, Suriname e Guiana Francesa ficam na mesma hora de Brasília; Bolívia, Venezuela e Guiana, uma hora atrás; Peru, Colômbia e Equador, duas horas atrás. O Chile muda de hora ao longo do ano: confira antes de ir.
A tensão elétrica é de 220 volts na maior parte dos países; a Colômbia, o Equador e a Venezuela usam de 110 a 120 volts. As tomadas mudam de país para país, e na Argentina o plugue tem os pinos chatos em diagonal: leve um adaptador universal.
Para o celular, há o roaming da operadora brasileira, que em alguns planos já inclui as Américas, e o chip ou eSIM comprado no destino ou pela internet antes da viagem. O espanhol é a língua de quase todos os países; na Guiana se fala inglês, no Suriname, neerlandês, e na Guiana Francesa, francês.
América do Sul
Há voos diretos de várias capitais brasileiras para Buenos Aires, Santiago, Montevidéu, Lima e Bogotá, entre outras cidades. Confira as rotas da temporada: as companhias abrem e fecham voos conforme a época.
Por terra, as passagens mais usadas ficam no Sul e no Centro-Oeste: Foz do Iguaçu (para a Argentina e o Paraguai), Uruguaiana, Santana do Livramento e Chuí (para a Argentina e o Uruguai) e Corumbá (para a Bolívia). Em cada uma há o posto de controle de fronteira, onde se registra a entrada.
Quem vai visitar mais de um país ganha tempo comprando o voo chegando por uma cidade e voltando por outra: chegar a Santiago e voltar de Buenos Aires, por exemplo, ou chegar a Lima e voltar de La Paz.
Perguntas frequentes
Na maior parte dos países, não: o brasileiro entra para turismo com a carteira de identidade (RG ou Carteira de Identidade Nacional) em bom estado. A Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa pedem o passaporte. Confira as exigências de cada país antes de ir.
Alguns países e regiões pedem ou recomendam o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, principalmente para quem vai à Amazônia. Confira a exigência do país e faça a vacina com antecedência.
Argentina, Uruguai, Paraguai, Suriname e Guiana Francesa têm a mesma hora de Brasília. Bolívia, Venezuela e Guiana ficam uma hora atrás; Peru, Colômbia e Equador, duas horas atrás. O Chile muda de hora ao longo do ano.
Sim, principalmente a partir do Sul. A carteira de motorista brasileira vale nos países do Mercosul, e o carro precisa do seguro obrigatório para o Mercosul (a Carta Verde) e dos documentos em nome de quem dirige ou da autorização do dono.
A temporada costuma ir de outubro a abril, com os dias longos do verão. No inverno, parte dos passeios e das estradas fecha por causa da neve.
A estação seca, de maio a setembro, é a mais procurada. De dezembro a março é a época das chuvas nos Andes; em fevereiro, a trilha Inca costuma fechar para manutenção.
Cada país tem a sua moeda; o Equador usa o dólar americano, e a Guiana Francesa, o euro. O cartão de crédito internacional é aceito nas cidades grandes; em vilas e mercados, leve um pouco de dinheiro local.