Faro del Cabo Santa María
Sai de Centro de La Paloma A pé cerca de 1 hora tarde fácil
O Faro del Cabo Santa María é o farol de La Paloma. A obra começou em 1870, a torre desabou em 1872, ainda em construção, e o farol foi inaugurado em 1874. Uma escada em espiral de 143 degraus leva ao alto, com vista do balneário, do porto e da costa em volta do cabo. Ao pé do farol fica a Playa del Faro, com rochas e piscinas naturais, e ao lado a Playa La Balconada, onde muita gente se reúne no fim da tarde para ver o pôr do sol.
Passa por: Faro del Cabo Santa María, Playa del Faro, Playa La Balconada.
Inclui: Ingresso pago à parte, só em dinheiro; confira a tabela atual. A subida não é permitida para menores de 8 anos.
Dica: Suba no fim da tarde e desça a tempo do pôr do sol na Playa La Balconada, que fica ao lado.
Melhor época: O ano todo.
Praias de La Paloma e pôr do sol na Playa La Balconada
Sai de Centro de La Paloma A pé meio dia tarde fácil
La Paloma ocupa o Cabo Santa María e tem praias pequenas e grandes perto umas das outras. A Playa El Cabito é procurada por famílias com crianças pequenas e tem o mirante Cola de Ballena. Bahía Grande tem acesso adaptado. Em Los Botes fica o mirante Cristo de Lucho. A Playa del Faro tem rochas e piscinas naturais, ao pé do farol. A Playa La Serena recebe famílias e jovens no verão, de frente para o mar aberto. No fim da tarde, o movimento vai para a Playa La Balconada, ao lado do farol, onde as pessoas se juntam para ver o pôr do sol e costumam aplaudir quando ele termina. No porto de pesca, os pescadores artesanais costumam chegar com corvina, linguado e cação perto do entardecer.
Passa por: Playa La Balconada, Playa El Cabito, Bahía Grande, Playa Los Botes, Playa del Faro, Playa La Serena.
Inclui: Praias de acesso livre, sem serviço incluído.
Dica: A maior parte dos serviços de praia funciona só na temporada de verão. Para o pôr do sol, chegue à Playa La Balconada um pouco antes.
Melhor época: Dezembro a fevereiro para banho de mar; o pôr do sol na Playa La Balconada atrai gente o ano todo.
Laguna de Rocha: trilha Barra de la Laguna e observação de aves
Sai de Rincón de la Laguna (cruzamento das Rutas 10 e 15) A pé, em trilha autoguiada cerca de 1 hora de trilha manhã fácil
A Laguna de Rocha é uma área protegida (Paisaje Protegido) de cerca de 22 mil hectares, perto de La Paloma. A lagoa é rasa e se liga ao mar de tempos em tempos pela barra de areia, que abre e fecha conforme o volume de água, o vento e as ondas. Mais de 220 espécies de aves usam a área, entre residentes e migratórias. É um dos poucos lugares do Uruguai com flamingos, e a população de cisnes-de-pescoço-preto está entre as maiores do mundo. A trilha autoguiada Barra de la Laguna começa no Rincón de la Laguna, no cruzamento das Rutas 10 e 15, e tem 2,8 km. O caminho passa por um observatório de aves e por painéis que explicam como funciona a barra, e termina nas dunas, de frente para o mar. O primeiro trecho é acessível para cadeira de rodas; depois, a trilha segue pela areia. Na barra vive uma comunidade de pescadores artesanais que trabalha com camarão, siri e peixes. Operadores de La Paloma fazem saídas guiadas para observação de aves.
Passa por: Laguna de Rocha, Paisaje Protegido Laguna de Rocha, Rincón de la Laguna, Barra de la Laguna.
Inclui: Trilha por conta própria; saídas com guia são pagas à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve binóculo e calçado para terreno úmido. Ande com atenção: alguns ninhos ficam no chão e quase não se veem. Não há salva-vidas na praia da lagoa.
Melhor época: O ano todo; há aves residentes e migratórias em todas as estações.
La Pedrera: falésia, praias e o Cathay VIII
Sai de La Paloma De carro, pela costa cerca de 3 horas tarde fácil
La Pedrera é um balneário pequeno sobre uma falésia rochosa, vizinho de La Paloma; do Cerro de la Virgen, em La Paloma, dá para vê-lo ao longe, a nordeste. A Playa El Desplayado é uma baía pequena entre rochas, procurada por famílias. A Playa del Barco reúne jovens e surfistas e guarda os restos do pesqueiro Cathay VIII, que encalhou ali em 1971. Na avenida principal ficam o clube social e esportivo, com shows na temporada, uma feira de artesanato e lojas. No verão, La Pedrera faz um carnaval de vários dias. Da orla também se observam baleias-francas: a temporada costuma ir de julho a outubro.
Passa por: La Pedrera, Playa El Desplayado, Playa del Barco.
Inclui: Visita por conta própria, de carro ou de táxi a partir de La Paloma.
Dica: Vá no fim da tarde e fique para o movimento da avenida principal, que é maior na temporada de verão.
Melhor época: Dezembro a fevereiro; o carnaval acontece no verão.
Laguna Negra
Sai de Rotatória do Parque Nacional de Santa Teresa (Ruta 9, km 302) De carro, por estrada de terra cerca de 3 horas tarde fácil
A Laguna Negra, também chamada Laguna de los Difuntos, é a maior lagoa costeira do Uruguai e não tem contato com o mar: é alimentada pela chuva. A cor escura vem do fundo de turfa. O segundo nome vem dos povos nativos, que usavam as grutas dos morros próximos como cemitério. Para chegar, siga pela Ruta 9 até o km 302 e, na rotatória do Parque Nacional de Santa Teresa, tome a estrada do lado oposto ao parque; são alguns quilômetros de terra até a lagoa. A lagoa forma uma área protegida junto com a Estación Biológica Potrerillo de Santa Teresa. Em volta há bosque nativo, banhados, campos e morros de pedra, além de pequenas praias de água parada. Dá para caminhar, observar aves, andar de caiaque e ver o pôr do sol sobre a água. Operadores locais fazem saídas guiadas.
Passa por: Laguna Negra, Laguna de los Difuntos, Estación Biológica Potrerillo de Santa Teresa.
Inclui: Visita por conta própria; saídas guiadas e caiaque são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve repelente, binóculo e água. Depois de chuva forte, confira as condições da estrada de terra antes de sair.
Melhor época: Primavera e verão.
Fuerte de San Miguel e Cerro Picudo
Sai de Chuy (Chuí) De carro, pela Ruta 19 cerca de 2 horas manhã fácil
O Fuerte de San Miguel fica no alto do Cerro San Miguel, na Ruta 19, a cerca de 7 km do Chuy (Chuí) e a 6 km da Laguna Merín (Lagoa Mirim). Foi construído pelos espanhóis em 1734, tomado pelos portugueses em 1737, que lhe deram a forma definitiva, e retomado pelos espanhóis em 1763. É monumento histórico nacional desde 1937 e faz parte do Parque Nacional San Miguel. Passada a ponte levadiça, há reconstituições dos alojamentos e um museu de história militar com uniformes, armas, condecorações e réplicas de objetos do período colonial. Perto ficam o antigo cemitério (Campo Santo), um museu crioulo com uma diligência de 1816 e uma carreta de 1880, um rancho de barro e palha e a réplica de uma antiga pulpería, o armazém de campo. Uma trilha sinalizada sobe o Cerro Picudo, de cerca de 100 metros, com vista da Laguna Merín, do Chuy, dos arrozais e da Fortaleza de Santa Teresa ao longe.
Passa por: Fuerte de San Miguel, Cerro Picudo, Parque Nacional San Miguel, Laguna Merín.
Inclui: Ingresso pago à parte, pago só em pesos uruguaios. Crianças com menos de 12 anos e pessoas com mais de 65, com documento, não pagam. Confira a tabela atual.
Dica: Para quem chega do Brasil pelo Chuí, é uma parada no começo ou no fim da viagem. O forte abre todos os dias.
Melhor época: O ano todo.
Caminhada pelas dunas de Cabo Polonio ao Cerro de la Buena Vista
Sai de Playa de la Calavera (Cabo Polonio) A pé, pela areia e pelas dunas mais de 4 horas, ida e volta dia inteiro moderada
Da Playa de la Calavera, ao norte do povoado de Cabo Polonio, uma caminhada de cerca de 7 km pelas dunas leva ao Cerro de la Buena Vista, já perto de Barra de Valizas. O cerro é o ponto mais alto da costa uruguaia e, entre 1750 e 1777, marcou a fronteira entre os impérios espanhol e português, pelo Tratado de Madri. O caminho atravessa um dos poucos campos de dunas móveis da região, sem sombra e sem serviços. Barra de Valizas é um povoado pequeno na foz do Arroyo Valizas, que liga a Laguna de Castillos ao mar.
Passa por: Playa de la Calavera, Cerro de la Buena Vista, Barra de Valizas, Arroyo Valizas.
Inclui: Caminhada por conta própria, sem serviço incluído.
Dica: Leve água, chapéu e protetor solar. Evite dias de vento forte, que levanta areia, e saia cedo para voltar com luz. Quem não conhece o caminho pode procurar guias locais.
Melhor época: Primavera e outono, com temperatura amena; no verão, saia bem cedo.
Baleias-francas a partir dos mirantes da costa
Sai de La Paloma, Cabo Polonio ou Punta del Diablo A pé, de mirantes em terra de 1 a 2 horas manhã fácil
A baleia-franca-austral passa pela costa de Rocha no inverno e na primavera; a temporada costuma ir de julho a outubro. A observação é feita de terra, de pontos altos da costa. Em La Paloma, o Cerro de la Virgen, entre La Aguada e Costa Azul, é o ponto mais alto desse trecho e tem plataforma de madeira com bancos. Na Laguna de Rocha, as dunas do fim da trilha Barra de la Laguna também servem de mirante. Em La Coronilla, ao norte do Parque Nacional de Santa Teresa, a área protegida do Cerro Verde tem dois mirantes de madeira. Cabo Polonio e Punta del Diablo também estão entre os pontos de observação. O sinal mais comum é o sopro em forma de V, que pode chegar a cerca de 4 metros de altura. A presença das baleias perto da costa varia de um dia para outro.
Passa por: Cerro de la Virgen, Barra de la Laguna, Cerro Verde, Cabo Polonio, Punta del Diablo.
Inclui: Observação por conta própria, de terra.
Dica: Leve binóculo e roupa de frio, porque o vento na costa é forte no inverno. Pergunte nos centros de informação turística se houve avistamentos nos dias anteriores.
Melhor época: Julho a outubro.