Paseo de Luna Llena na Garganta del Diablo
Sai de Centro de Visitantes do Parque Nacional Iguazú Trem noturno e caminhada guiada cerca de 2 horas e meia noite fácil
Nas noites de lua cheia, o parque faz saídas noturnas de trem até a Estación Garganta del Diablo. De lá, o grupo caminha pela passarela até o Balcón da Garganta del Diablo e vê a queda iluminada só pela lua. Em noites claras, às vezes se forma um arco-íris lunar na nuvem de água. As vagas são poucas e as saídas acontecem apenas em alguns dias de cada mês, perto da lua cheia. Com chuva, o passeio é suspenso.
Passa por: Tren Ecológico de la Selva, Estación Garganta del Diablo, Balcón de la Garganta del Diablo.
Inclui: Trem e acompanhamento na passarela. Pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Reserve com antecedência e confira o calendário de luas cheias antes de fechar as datas da viagem. Leve casaco leve de maio a agosto.
Melhor época: O ano todo, nas datas de lua cheia. Em julho e agosto chove menos.
Hito Tres Fronteras (Marco das Três Fronteiras)
Sai de Centro de Puerto Iguazú A pé pela costanera, táxi ou carro próprio cerca de 1 hora e meia tarde fácil
O Hito Tres Fronteras marca o encontro do río Iguazú com o río Paraná, onde se veem ao mesmo tempo Argentina, Brasil e Paraguai. Em cada margem há um monólito pintado com as cores da bandeira do país; do lado argentino dá para enxergar os marcos de Foz do Iguaçu e de Presidente Franco, vizinha de Ciudad del Este. O passeio pode começar na Plaza San Martín e seguir a pé pela avenida costanera, à beira do río Iguazú. No local há feira de artesanato e produtos regionais, bancos e espaço para tomar mate. No fim da tarde acontece um espetáculo de águas dançantes com luzes, som e projeção de danças típicas dos três países, de cerca de 20 minutos.
Passa por: Hito Tres Fronteras, Plaza San Martín, Costanera de Puerto Iguazú, río Iguazú, río Paraná.
Inclui: Acesso à área do mirante. O espetáculo de águas dançantes é pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Chegue antes do pôr do sol para ver o encontro dos rios com luz e emende com o espetáculo. Os horários do show mudam conforme a estação. Depois, jante no centro de Puerto Iguazú.
Melhor época: O ano todo. Nos meses de dezembro a fevereiro o fim de tarde é mais agradável que o meio do dia.
Güirá Oga, centro de resgate de fauna
Sai de Ruta Nacional 12, km 5, Puerto Iguazú Táxi ou carro próprio; visita guiada cerca de 1 hora e meia manhã ou tarde fácil
Güirá Oga, "a casa dos pássaros" em guarani, é um centro que resgata, recupera e cria animais silvestres da província de Misiones. Muitos chegam feridos, apreendidos ou entregues por quem os mantinha em casa; os que podem voltar à natureza são soltos, e os que não sobreviveriam sozinhos ficam no centro. O terreno tem 19 hectares de mata, com árvores de até 30 metros. A visita começa com uma apresentação sobre a fauna de Misiones e segue em um veículo pelo terreno, com guias mostrando as aves e os animais em recuperação: tucanos, araras, papagaios, gaviões, corujas, macacos e quatis, entre outros.
Passa por: Güirá Oga, Ruta Nacional 12, Puerto Iguazú.
Inclui: Visita guiada pelo centro. Ingresso pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Bom programa para a tarde do dia de chegada ou para quem viaja com crianças. Fica no caminho entre o centro de Puerto Iguazú e o Parque Nacional Iguazú, perto de La Aripuca: dá para fazer os dois em sequência.
Melhor época: O ano todo. De dezembro a fevereiro, prefira o começo da manhã ou o fim da tarde por causa do calor.
La Aripuca
Sai de Ruta Nacional 12, Puerto Iguazú Táxi ou carro próprio; visita guiada cerca de 1 hora tarde fácil
La Aripuca é uma réplica gigante da armadilha artesanal de galhos que os guaranis usam para capturar animais sem machucá-los. A estrutura tem cerca de 17 metros de altura e foi montada com troncos de espécies nativas resgatados de áreas desmatadas; nenhum foi cortado para a obra. A visita guiada explica as árvores da selva missioneira, a cultura guarani e a ideia de conservação por trás do projeto. O complexo tem ainda área de artesanato e produtos regionais da província.
Passa por: La Aripuca, Puerto Iguazú.
Inclui: Visita guiada. Ingresso pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Combine com Güirá Oga, que fica perto, em uma mesma tarde. Leve repelente.
Melhor época: O ano todo.
San Ignacio Miní, ruínas jesuíticas e espetáculo de luz e som
Sai de San Ignacio (ou Puerto Iguazú, em excursão de dia inteiro) Excursão ou carro próprio pela Ruta Nacional 12 cerca de 3 horas no local; de Puerto Iguazú, cerca de 12 horas dia inteiro fácil
San Ignacio Miní é a reducción jesuítico-guarani mais conhecida da Argentina e faz parte do conjunto das Missões Jesuíticas dos Guaranis, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1984. A redução foi fundada na região do Guayrá, no atual Paraná, e depois de vários traslados se fixou no local onde está hoje. As ruínas em arenito vermelho mostram a praça central, a fachada da igreja com relevos barrocos feitos por artesãos guaranis, as casas dos indígenas, o colégio e o cemitério. Há um centro de interpretação com a história das missões. À noite, um espetáculo de luz e som com projeções recria a vida na redução. San Ignacio fica a 64 km de Posadas e a 240 km de Puerto Iguazú, pela Ruta Nacional 12.
Passa por: San Ignacio Miní, San Ignacio, Ruta Nacional 12, Posadas, Puerto Iguazú.
Inclui: Ingresso pago à parte; confira a tabela atual. O mesmo bilhete costuma valer também para as ruínas de Santa Ana, Loreto e Santa María la Mayor. As excursões que saem de Puerto Iguazú costumam incluir transporte e guia.
Dica: Vindo de Puerto Iguazú, a viagem é longa: muitos preferem dormir em San Ignacio para ver o espetáculo noturno e as outras ruínas no dia seguinte. Leve chapéu e água; há pouca sombra entre as ruínas.
Melhor época: De abril a setembro, com menos calor. De dezembro a fevereiro, visite cedo ou no fim da tarde.
Ruínas de Loreto, Santa Ana e Santa María la Mayor
Sai de San Ignacio ou Posadas Carro próprio, remis ou excursão cerca de 4 horas manhã fácil
Além de San Ignacio Miní, Misiones tem outras reduções jesuíticas que entram no mesmo conjunto declarado Patrimônio Mundial: Nuestra Señora de Loreto, Santa Ana e Santa María la Mayor. Loreto e Santa Ana ficam na região entre Posadas e San Ignacio, perto da Ruta Nacional 12, com acessos curtos a partir da estrada. São ruínas menos restauradas e cercadas pela mata, com muros de arenito tomados por raízes e figueiras, e costumam receber menos gente que San Ignacio. Em Santa Ana há escadarias e restos da igreja e do cemitério; Loreto, onde funcionou uma das primeiras gráficas da região, tem trilhas pelas estruturas no meio da vegetação. Santa María la Mayor fica mais distante, no interior da província.
Passa por: Nuestra Señora de Loreto, Santa Ana, Santa María la Mayor, San Ignacio, Posadas, Ruta Nacional 12.
Inclui: O bilhete das ruínas costuma valer para San Ignacio Miní, Santa Ana, Loreto e Santa María la Mayor; confira as regras e a tabela atual.
Dica: Faça Loreto e Santa Ana na manhã seguinte à visita a San Ignacio, a caminho de Posadas. Leve repelente; nas ruínas cercadas de mata há muitos mosquitos.
Melhor época: De abril a setembro, com menos calor e menos chuva forte.
Casa de Horacio Quiroga e Parque Provincial Teyú Cuaré
Sai de San Ignacio Carro próprio ou remis cerca de 3 horas tarde fácil a moderada
Em San Ignacio fica a casa onde viveu o escritor uruguaio Horacio Quiroga, autor de contos ambientados na selva de Misiones. O lugar funciona como museu, com objetos do escritor e a casa de pedra cercada de mata. Perto dali, o Parque Provincial Teyú Cuaré tem trilhas e mirantes sobre o río Paraná, com paredões de pedra e vista para a margem paraguaia. É um bom complemento para a tarde de quem dorme em San Ignacio para ver o espetáculo noturno das ruínas.
Passa por: Casa de Horacio Quiroga, Parque Provincial Teyú Cuaré, río Paraná, San Ignacio.
Inclui: Entrada no museu paga à parte; confira a tabela atual.
Dica: Leve água e calçado firme para as trilhas de Teyú Cuaré. Volte à cidade antes de escurecer para o espetáculo de San Ignacio Miní.
Melhor época: De abril a outubro, com temperaturas mais amenas.
Minas de Wanda (pedras semipreciosas)
Sai de Puerto Iguazú Carro próprio ou excursão pela Ruta Nacional 12 cerca de 1 a 2 horas de visita manhã fácil
As Minas de Wanda ficam na localidade de Wanda, a cerca de 40 km de Puerto Iguazú pela Ruta Nacional 12. Na visita, um guia local percorre a galeria onde as pedras aparecem nas veias da rocha e explica a origem delas: ametista, que é a mais comum, ágata, topázio, jaspe e cristal de quartzo. No fim há uma sala de exposição, a oficina de lapidação e uma loja de peças. Muitas excursões juntam Wanda com as ruínas de San Ignacio Miní no mesmo dia, já que a mina fica no caminho.
Passa por: Minas de Wanda, Wanda, Ruta Nacional 12.
Inclui: Visita guiada. Pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Se for de carro a San Ignacio, pare em Wanda na ida. A visita é curta e não exige preparo.
Melhor época: O ano todo.
Saltos del Moconá
Sai de El Soberbio Carro próprio ou excursão; barco com operadora local cerca de 2 dias, com pernoite em El Soberbio dia inteiro fácil a moderada
Os Saltos del Moconá ficam no Parque Provincial Moconá, dentro da Reserva de Biosfera Yabotí, à beira do río Uruguay, na divisa com o Brasil (no lado brasileiro, Salto do Yucumã). Uma falha geológica no leito faz o rio cair sobre ele mesmo ao longo de cerca de 3 km, em quedas paralelas ao curso da água, de 5 a 10 metros de altura conforme a vazão. Os saltos só aparecem quando o rio está baixo; com o rio cheio, eles ficam encobertos. A visita se faz por trilhas no parque e, com operadoras locais, em botes que sobem o rio até a frente das quedas. A base é a cidade de El Soberbio, ligada pela Ruta Provincial 2. É uma viagem longa a partir de Puerto Iguazú e pede ao menos uma noite na região.
Passa por: Saltos del Moconá, Parque Provincial Moconá, Reserva de Biosfera Yabotí, El Soberbio, río Uruguay, Ruta Provincial 2.
Inclui: Taxa de entrada no parque provincial e passeio de barco pagos à parte; confira a tabela atual.
Dica: Antes de ir, confirme com operadores de El Soberbio se o nível do rio permite ver os saltos. Inclua o Moconá apenas em viagens de uma semana ou mais.
Melhor época: Depende do nível do río Uruguay; em geral, os meses mais secos, como julho e agosto, oferecem mais chances de ver as quedas. Confirme antes.