Mendoza

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Praças e parques na capital, vinícolas em Luján de Cuyo e Maipú e paisagens do Valle de Uco em Tunuyán.

Cuyo

Na foto: Parque General San Martín

Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.

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Conheça o lugar

Uma região para viver
sem pressa.

Mendoza fica no oeste argentino, na faixa de oásis irrigados próxima à Cordilheira dos Andes. A capital tem ruas arborizadas, canais de irrigação junto às calçadas e praças que ajudam a organizar os passeios a pé. O Parque General San Martín e o Cerro de la Gloria completam o percurso urbano.

Luján de Cuyo reúne distritos produtores de vinho ao sul da capital. Em Perdriel, a Bodega Norton apresenta sua trajetória e seus vinhos em visitas agendadas. Chacras de Coria tem um centro de escala menor. Mais a oeste, Cacheuta e o embalse Potrerillos mudam o cenário para o vale do rio Mendoza e as montanhas.

Maipú combina o patrimônio da vitivinicultura com a vida de uma cidade do Gran Mendoza. A Plaza 12 de Febrero, o Museo Nacional del Vino y la Vendimia, a Bodega Trapiche e o museu da Bodega La Rural permitem conhecer diferentes partes dessa história.

Tunuyán é uma base no Valle de Uco. O Manzano Histórico e o Monumento Retorno a la Patria ligam o passeio à memória de San Martín; a praça central e o Parque La Lombardía completam o percurso urbano. Para quem sai do Brasil, vale distribuir as reservas por região: atravessar a capital, o vale e os caminhos de montanha toma uma parte do dia.

Este roteiro reúne 6 cidades que combinam na mesma viagem: Mendoza, Luján de Cuyo, Maipú, Tunuyán, Tupungato, San Carlos.

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Um destino, diferentes caminhos

As cidades dessa viagem

Comece por uma cidade ou combine mais de uma no seu roteiro.

Onde fica Mendoza
TupungatoSan CarlosMendozaLuján de CuyoMaipúTunuyán

Fuente: Instituto Geográfico Nacional de la República Argentina (IGN), contornos de 2019. Adaptação do Cidade Turismo.

Como chegar: Mendoza

✈ Aeropuerto Internacional Gobernador Francisco Gabrielli (MDZ), em Las Heras · 10 km até Mendoza

Do Brasil, procure voos para o Aeropuerto Internacional Gobernador Francisco Gabrielli (MDZ), com opção direta conforme a cidade de origem ou conexão em Buenos Aires. Ao montar os trechos via Buenos Aires, verifique qual aeroporto cada voo utiliza. O terminal rodoviário do Gran Mendoza fica em Guaymallén. A Ruta Nacional 40 liga a capital a Luján de Cuyo e Tunuyán.

Ponto de chegada sugerido: Mendoza

A experiência do lugar

O que fazer em Mendoza

Tupungato · Mendoza · Vinícola

Bodega Andeluna

Bodega de Gualtallary com vinhedos de altitude, espaços de produção e cava subterrânea. A visita guiada e as degustações têm modalidades próprias, com reserva.

Conhecer Bodega Andeluna

Luján de Cuyo · Mendoza · Praça

Plaza General Espejo

Praça do centro de Chacras de Coria, com árvores, canteiros e passeios. A capela de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro e os estabelecimentos do entorno ajudam a compor uma caminhada curta.

Conhecer Plaza General Espejo

Ver mais 18 pontos em Mendoza

Para escolher antes de ir

Passeios em Mendoza

De onde sai cada passeio, quanto tempo leva, como é feito, o que está incluído e a faixa de preço.

Alta Montaña: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e mirante do Aconcagua

Sai de Cidade de Mendoza Excursão em van ou carro próprio pela Ruta 7 cerca de 11 horas dia inteiro fácil (altitude acima de 2.700 m)

É o passeio de montanha clássico de Mendoza. A estrada segue a Ruta Nacional 7, a mesma que leva ao Chile, sempre ao lado do Río Mendoza. A primeira parada costuma ser o embalse (represa) de Potrerillos, a cerca de 70 km da cidade, com o lago cercado pela pré-cordilheira. Depois vem o vale de Uspallata, parada habitual para café ou almoço. A estrada sobe por Polvaredas, Punta de Vacas e Penitentes até o Puente del Inca, a 2.719 m: uma ponte natural sobre o Río Mendoza, com cerca de 50 m de comprimento, formada por sedimentos cimentados pelos minerais de fontes termais. As tonalidades laranja e amarelas vêm do ferro da água. Alguns quilômetros adiante fica a entrada do Parque Provincial Aconcagua, em Horcones, de onde se avista o Cerro Aconcagua, com perto de 7.000 m de altitude, quando o tempo permite. Muitas excursões seguem até Las Cuevas, a 3.557 m, último povoado antes da fronteira, e, no verão, sobem ao Cristo Redentor de los Andes.

Passa por: Potrerillos, Uspallata, Polvaredas, Punta de Vacas, Penitentes, Puente del Inca, Parque Provincial Aconcagua, Las Cuevas.

Inclui: Nas excursões, em geral: transporte de ida e volta a partir da cidade de Mendoza e guia. Refeições e a entrada do Parque Provincial Aconcagua costumam ser pagas à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Leve casaco mesmo no verão: em Puente del Inca e Las Cuevas faz frio e venta. A altitude pode causar dor de cabeça; coma leve, beba água e suba sem pressa. No inverno, a Ruta 7 pode fechar por neve; confira o estado da estrada na véspera. Leve o documento, porque a excursão passa perto da fronteira.

Melhor época: O ano todo. De dezembro a março a estrada costuma estar livre e dá para subir ao Cristo; de junho a setembro a paisagem fica com neve e a estrada pode fechar.

Vinícolas de Luján de Cuyo (Chacras de Coria, Agrelo, Vistalba e Perdriel)

Sai de Cidade de Mendoza Excursão, carro com motorista ou Bus Vitivinícola cerca de 6 a 8 horas dia inteiro fácil

Luján de Cuyo fica colado à cidade de Mendoza, ao sul, e reúne boa parte das bodegas (vinícolas) conhecidas da província. A uva símbolo é a Malbec, plantada aos pés da cordilheira. A visita padrão tem passeio pelo vinhedo, explicação da produção nas salas de barricas e degustação de três ou quatro vinhos. Muitas bodegas servem almoço harmonizado de vários passos, que ocupa boa parte da tarde. Um dia comum combina duas ou três visitas e um almoço. Chacras de Coria é o bairro arborizado da região, com restaurantes e casas antigas, e serve de ponto de partida. Agrelo, Vistalba, Perdriel e Las Compuertas concentram vinhedos com a montanha ao fundo. As visitas e almoços são com reserva prévia.

Passa por: Luján de Cuyo, Chacras de Coria, Agrelo, Vistalba, Perdriel, Las Compuertas.

Inclui: Cada bodega cobra a visita com degustação à parte; o almoço também é pago à parte. Nas excursões, o transporte e o guia vão incluídos. Confira a tabela atual.

Dica: Reserve as bodegas com antecedência, sobretudo de janeiro a abril. Quem vai degustar não deve dirigir: use excursão, motorista contratado ou o Bus Vitivinícola. Combine no máximo três visitas por dia.

Melhor época: O ano todo. A colheita vai de fevereiro a abril; de março a maio os vinhedos ficam dourados.

Bicicleta pelas bodegas de Maipú

Sai de Maipú (região de Coquimbito e calle Urquiza) Bicicleta alugada ou passeio guiado de bicicleta cerca de 5 a 7 horas dia inteiro fácil (terreno plano)

Maipú é a zona vinícola mais próxima do centro de Mendoza e a mais fácil de percorrer de bicicleta. O terreno é plano e há ciclovias, sobretudo ao longo da calle Urquiza e da Colectora. As lojas de aluguel ficam perto das paradas de ônibus e da estação do Metrotranvía, e entregam mapa com as bodegas, as fábricas de azeite de oliva e as lojas de doces e licores do caminho. O roteiro costuma juntar bodegas familiares e históricas, como a antiga Bodega Giol, com o Museo del Vino y la Vendimia, uma fábrica de azeite com degustação e uma parada para almoço numa finca. Também há passeios guiados de bicicleta com grupos.

Passa por: Maipú, Coquimbito, Carril Urquiza, Museo del Vino y la Vendimia, Bodega Giol.

Inclui: O aluguel da bicicleta, em geral com capacete e mapa. As visitas com degustação são pagas à parte em cada lugar. Confira a tabela atual.

Dica: Saia de manhã: no verão a tarde é muito quente. Leve água, protetor solar e chapéu. Para chegar, use o Metrotranvía até a estação Gutiérrez e complete de táxi ou aplicativo, ou vá direto de carro. Beba pouco nas degustações, porque você vai pedalar.

Melhor época: De março a maio e de setembro a novembro, com dias amenos. No verão (dezembro a fevereiro) pedale de manhã.

Valle de Uco: bodegas de Tunuyán, Tupungato e San Carlos

Sai de Cidade de Mendoza Excursão ou carro próprio pela Ruta 40 cerca de 10 horas dia inteiro fácil

O Valle de Uco fica a cerca de 100 km ao sul da cidade de Mendoza, pela Ruta Nacional 40, e reúne três departamentos: Tupungato, Tunuyán e San Carlos. Os vinhedos estão entre 900 e 1.700 m de altitude, com a cordilheira bem perto. É a região das bodegas de arquitetura moderna, com almoços longos e vista para os Andes. Em Tupungato ficam Gualtallary e La Carrera, e o Cristo Rey del Valle, escultura de 28 m nos Cerrillos. Tunuyán tem Los Chacayes, Vista Flores e o Manzano Histórico, onde San Martín descansou após o Cruce de los Andes. San Carlos tem o Paraje Altamira e La Consulta. Como as distâncias entre as bodegas são grandes, um dia rende duas visitas e um almoço.

Passa por: Valle de Uco, Tupungato, Gualtallary, Tunuyán, Los Chacayes, Vista Flores, Manzano Histórico, San Carlos, Paraje Altamira, Cristo Rey del Valle.

Inclui: Nas excursões: transporte e guia. As degustações e o almoço em geral são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Reserve as bodegas e o almoço com antecedência. Quem quiser mais calma pode dormir uma noite no vale. Não há transporte público prático entre as bodegas, então vá de excursão, motorista ou carro com alguém que não vá beber.

Melhor época: O ano todo. Na colheita, de fevereiro a abril, há mais movimento; no outono, de abril a maio, os vinhedos mudam de cor.

Parque Provincial Aconcagua: trilha curta até a Laguna de Horcones

Sai de Entrada do parque em Horcones, na Ruta 7 A pé, dentro da excursão de Alta Montaña ou de carro cerca de 1 hora de caminhada manhã ou tarde fácil, em altitude

A entrada do Parque Provincial Aconcagua fica em Horcones, ao lado da Ruta 7, perto de Puente del Inca. Dali sai uma trilha curta e bem marcada até a Laguna de Horcones, a 2.950 m. O caminho é de baixa dificuldade e leva cerca de uma hora na ida e volta. Da beira da lagoa se vê a face sul do Cerro Aconcagua, com perto de 7.000 m, o pico mais alto das Américas, quando as nuvens deixam. Na entrada há guardaparques (guardas do parque), que registram os visitantes. Quem quer ir além faz em um dia o trekking até o acampamento Confluencia, a 3.400 m, com guia e permissão própria.

Passa por: Parque Provincial Aconcagua, Horcones, Laguna de Horcones, Cerro Aconcagua.

Inclui: Há taxa de entrada no parque, cobrada à parte. O trekking até Confluencia exige permissão específica. Confira a tabela atual.

Dica: Caminhe devagar: a altitude cansa mesmo em trilha plana. Leve casaco, óculos de sol e água. No inverno a trilha pode ficar fechada por neve; pergunte na entrada.

Melhor época: De novembro a março, quando a trilha costuma estar livre de neve. De junho a setembro pode haver fechamento por neve.

Centro de Mendoza: Plaza Independencia e praças satélites

Sai de Plaza Independencia A pé cerca de 3 horas manhã ou fim de tarde fácil

O centro de Mendoza é plano, com ruas largas cobertas por árvores e acequias (canais de irrigação) junto às calçadas. A Plaza Independencia é o ponto central, com uma fonte de águas dançantes. Sob a esplanada funcionam o Teatro Municipal Julio Quintanilla e o Museo Municipal de Arte Moderno. Nos fins de semana, artesãos montam bancas na praça. A uma distância curta ficam as quatro praças satélites: a Plaza España, com fonte e azulejos de estilo espanhol; a Plaza Italia, com a escultura La Loba Romana; a Plaza Chile, que lembra a ajuda chilena após o terremoto de 1861; e a Plaza San Martín, com a estátua equestre do general. A Peatonal Sarmiento sai da Plaza Independencia e reúne cafés e lojas.

Passa por: Plaza Independencia, Peatonal Sarmiento, Avenida Mitre, Plaza España, Plaza Italia, Plaza Chile, Plaza San Martín, Museo Municipal de Arte Moderno.

Inclui: Passeio por conta própria. Há caminhadas guiadas pelas praças com saída no centro.

Dica: No verão caminhe de manhã ou no fim da tarde, porque o meio do dia é muito quente. Muitas lojas fecham no começo da tarde, na siesta, e voltam a abrir no fim do dia. Atenção às acequias ao atravessar a rua.

Melhor época: O ano todo. De outubro a abril as árvores dão sombra; de junho a agosto as tardes são frescas e ensolaradas.

Ver mais 7 passeios

Parque General San Martín e Cerro de la Gloria

Sai de Portões do parque, na Avenida del Libertador A pé, de bicicleta ou de carro cerca de 3 a 4 horas manhã ou tarde fácil

O Parque General San Martín ocupa mais de 300 hectares a oeste do centro e foi desenhado pelo paisagista francês Carlos Thays no fim do século XIX. A entrada é pelos portões de ferro fundido trazidos da Escócia, com um condor e o escudo de Mendoza no alto. Dentro há um lago artificial de cerca de 1 km, onde se rema, alamedas para caminhar e pedalar e o Teatro Griego Frank Romero Day, palco da Fiesta Nacional de la Vendimia. No extremo oeste fica o Cerro de la Gloria, com o Monumento al Ejército de los Andes, inaugurado em 1914 e obra do escultor uruguaio Juan Manuel Ferrari. Do alto se vê a cidade e, nos dias limpos, a pré-cordilheira.

Passa por: Parque General San Martín, Cerro de la Gloria, Monumento al Ejército de los Andes, Teatro Griego Frank Romero Day, Lago del Parque.

Inclui: Passeio por conta própria; o parque é aberto. Atividades como aluguel de bicicleta ou de barco são pagas à parte.

Dica: A subida ao Cerro de la Gloria é longa para fazer a pé no calor; vá de carro, táxi ou bicicleta e caminhe no parque. Leve água no verão.

Melhor época: O ano todo. No outono, de abril a maio, as árvores ficam amarelas; no verão prefira a manhã.

Cristo Redentor de los Andes, na fronteira com o Chile

Sai de Las Cuevas Excursão em veículo autorizado ou caminhada, só no verão cerca de 2 horas a partir de Las Cuevas tarde moderada pela altitude

O monumento ao Cristo Redentor de los Andes fica a 3.854 m, no limite entre Argentina e Chile, no antigo caminho de passagem da cordilheira. O acesso sai de Las Cuevas, a 3.557 m, por um caminho de terra de cerca de 8 km, com curvas fechadas e trechos íngremes. Os carros que vão ao Chile hoje usam o túnel; o caminho ao Cristo é só turístico. Ele fica coberto de neve e gelo grande parte do ano e só é liberado no verão, depois que a vialidad provincial retira o gelo. Lá em cima venta muito e faz frio mesmo em janeiro. A vista alcança picos dos dois lados da fronteira.

Passa por: Las Cuevas, Cristo Redentor de los Andes, Paso Internacional Cristo Redentor.

Inclui: Em geral é uma extensão paga à parte da excursão de Alta Montaña. Confira a tabela atual e se o caminho está liberado na data.

Dica: Não tente subir de carro comum quando o caminho estiver fechado: no inverno ele é intransitável até para 4x4. Leve casaco grosso, gorro e óculos de sol. Quem sente a altitude deve evitar esforço lá em cima.

Melhor época: Só no verão: o caminho costuma ser liberado entre dezembro e janeiro e fica aberto até o outono, conforme a neve.

Termas de Cacheuta

Sai de Cidade de Mendoza Carro próprio, excursão ou ônibus pela Ruta 82 cerca de 6 horas dia inteiro fácil

Cacheuta é um povoado termal de Luján de Cuyo, a cerca de 40 km da cidade de Mendoza, na entrada da montanha, ao lado do Río Mendoza. O caminho pela Ruta Provincial 82 passa por Godoy Cruz e Chacras de Coria e leva cerca de 40 minutos de carro. O complexo termal tem piscinas ao ar livre com água entre cerca de 28 e 40 °C, em níveis, com a montanha em volta. Há área de churrasqueiras e serviços de spa. É um dia de descanso, bom para combinar com o rafting em Potrerillos, logo adiante.

Passa por: Cacheuta, Luján de Cuyo, Ruta Provincial 82, Chacras de Coria.

Inclui: Entrada no complexo termal, paga à parte. Spa e refeições são cobrados separadamente. Confira a tabela atual.

Dica: Leve roupa de banho, chinelo, toalha e protetor solar. Nos fins de semana e feriados argentinos o complexo enche; prefira dias de semana e compre a entrada antes.

Melhor época: O ano todo. No inverno, de junho a agosto, a água quente contrasta com o ar frio; no verão, de dezembro a fevereiro, vá cedo.

Rafting no Río Mendoza, em Potrerillos

Sai de Potrerillos (base das operadoras) Bote inflável com guia cerca de 6 horas com traslado manhã ou tarde moderada

Potrerillos, a cerca de 70 km da cidade de Mendoza, é a base dos esportes de aventura no Río Mendoza. O rafting desce trechos de corredeiras do rio entre paredões da pré-cordilheira. Antes de entrar na água há instrução de segurança e entrega do equipamento. As operadoras oferecem trechos de diferentes intensidades, para iniciantes e para quem já remou. No verão, com o degelo, o rio costuma ter mais volume. Com o traslado da cidade e o tempo de preparo, o passeio ocupa meio dia.

Passa por: Potrerillos, Río Mendoza, Ruta Provincial 82.

Inclui: Em geral: traslado, guia, bote, colete, capacete e roupa de neoprene no inverno ou jaqueta impermeável no verão. Algumas opções incluem almoço. Confira a tabela atual.

Dica: A idade mínima costuma ser de 7 anos, conforme o trecho. Leve roupa de banho, toalha e roupa seca para depois. Dá para juntar com as Termas de Cacheuta no mesmo dia.

Melhor época: O ano todo; de novembro a março o rio costuma estar mais cheio pelo degelo.

Esqui em Las Leñas

Sai de Cidade de Mendoza, San Rafael ou Malargüe Carro, ônibus ou pacote de esqui 3 dias e 2 noites ou mais dia inteiro de fácil a difícil, conforme a pista

Las Leñas é o grande centro de esqui da província, no departamento de Malargüe, no sul de Mendoza. Fica a mais de 340 km da capital, cerca de 5 horas de estrada; de San Rafael a viagem é mais curta. A base está a 2.240 m e o topo a 3.430 m, com pistas para iniciantes e para esquiadores experientes. Há escola de esqui e snowboard e aluguel de equipamento. O aeroporto de Malargüe recebe voos sazonais de Buenos Aires na temporada. Não é bate-volta: o esquiador fica pelo menos alguns dias na estação ou em Malargüe.

Passa por: Las Leñas, Malargüe, San Rafael.

Inclui: Passe dos meios de elevação, aulas e aluguel de equipamento são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: As férias de inverno argentinas, em julho, e meados de agosto são a alta temporada; reserve com antecedência. De carro, leve correntes e confira o estado das estradas.

Melhor época: Temporada de meados de junho ao fim de setembro, conforme a neve; mais cheia em julho e em agosto.

Fiesta Nacional de la Vendimia

Sai de Cidade de Mendoza A pé no centro e ingresso para o Acto Central um fim de semana noite fácil

A festa da colheita é o maior evento do calendário de Mendoza e acontece no começo de março. No domingo anterior há a Bendición de los Frutos. Na sexta-feira à noite, o desfile da Vía Blanca leva as rainhas dos departamentos pelas ruas do centro. No sábado de manhã passa o Carrusel, com carros alegóricos de onde as candidatas jogam uvas e frutas ao público. À noite, o Acto Central no Teatro Griego Frank Romero Day reúne música, dança e teatro e termina com a eleição da Reina Nacional de la Vendimia. Em geral há uma noite de repetição do espetáculo.

Passa por: Teatro Griego Frank Romero Day, Parque General San Martín, centro de Mendoza.

Inclui: Os desfiles no centro são abertos ao público. O Acto Central tem ingresso pago à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Reserve passagens e passeios com bastante antecedência para o começo de março. Chegue cedo para pegar lugar na calçada nos desfiles.

Melhor época: Começo de março, no primeiro fim de semana do mês.

Cañón del Atuel e San Rafael

Sai de San Rafael Excursão ou carro próprio 2 dias e 1 noite a partir de Mendoza dia inteiro fácil

San Rafael fica no sul da província, a mais de 200 km da capital, e é a base para o Cañón del Atuel. A estrada segue o Río Atuel por um cânion de rochas coloridas, com formações que ganharam nomes como Garganta del Diablo, Los Toboganes, Paleta del Pintor e Museo de Cera. Na entrada fica o embalse Valle Grande, com esportes náuticos. Depois da Garganta del Diablo o asfalto acaba e o caminho segue em ripio (terra e cascalho). No rio há rafting. Só vale para quem fica cinco dias ou mais em Mendoza, porque pede pelo menos uma noite em San Rafael.

Passa por: San Rafael, Cañón del Atuel, Valle Grande, Garganta del Diablo, Río Atuel.

Inclui: Nas excursões: transporte e guia. Rafting e passeios no lago são pagos à parte. Confira a tabela atual.

Dica: Encaixe no roteiro só se sobrar tempo depois das vinícolas e da Alta Montaña. De carro, dirija devagar no trecho de ripio.

Melhor época: De outubro a abril, com dias quentes para atividades na água.

Dia a dia

Roteiro de 3, 5 e 7 dias em Mendoza

Sugestões para montar a viagem. Troque a ordem dos dias conforme o tempo e a disponibilidade dos passeios.

3 dias · Mendoza em 3 dias: vinhos e Alta Montaña

Para Para quem tem um feriado prolongado e quer o essencial: bodegas e a cordilheira. · Base em Cidade de Mendoza
  1. Dia 1 · Chegada do Brasil e centro de Mendoza

    Chegada pelo aeroporto El Plumerillo, a cerca de 10 km do centro. Depois de se instalar, faça o passeio pelo Centro de Mendoza: Plaza Independencia, as praças satélites e a Peatonal Sarmiento. No fim da tarde, siga até o Parque General San Martín. Jantar no centro ou na região da Avenida Arístides Villanueva.

  2. Dia 2 · Alta Montaña e Aconcagua

    Dia inteiro na excursão de Alta Montaña: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e a entrada do Parque Provincial Aconcagua, com a trilha curta até a Laguna de Horcones. No verão, inclua a subida ao Cristo Redentor de los Andes. Volta à cidade à noite.

  3. Dia 3 · Vinícolas de Luján de Cuyo e volta

    Manhã e começo da tarde nas Vinícolas de Luján de Cuyo, com duas visitas e almoço harmonizado. Se o voo de volta for cedo, troque por uma visita só em Maipú, perto do aeroporto.

5 dias · Mendoza em 5 dias: vinhos, montanha e termas
Para Para a primeira viagem a Mendoza, com tempo para as três regiões de vinho e um dia de descanso. · Base em Cidade de Mendoza
  1. Dia 1 · Chegada e centro

    Chegada do Brasil e passeio a pé pelo Centro de Mendoza, da Plaza Independencia às praças satélites. Fim de tarde no Parque General San Martín, com subida de carro ao Cerro de la Gloria.

  2. Dia 2 · Alta Montaña

    Dia inteiro pela Ruta 7: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e a trilha até a Laguna de Horcones no Parque Provincial Aconcagua. No verão, suba ao Cristo Redentor de los Andes.

  3. Dia 3 · Bicicleta em Maipú

    Saída de manhã para a Bicicleta pelas bodegas de Maipú: bodegas familiares, o Museo del Vino y la Vendimia e uma fábrica de azeite, com almoço numa finca. Noite livre na cidade.

  4. Dia 4 · Valle de Uco

    Dia inteiro no Valle de Uco, com duas bodegas e almoço com vista para a cordilheira em Tupungato ou Tunuyán. Na volta, parada no Cristo Rey del Valle ou no Manzano Histórico, se der tempo.

  5. Dia 5 · Termas de Cacheuta e volta

    Manhã nas Termas de Cacheuta, a cerca de 40 km. Se o voo for no fim do dia, volte para a cidade a tempo de ir ao aeroporto. Com voo cedo, troque pelas Vinícolas de Luján de Cuyo, mais perto.

7 dias · Mendoza em 7 dias: vinhos, Andes, aventura e Valle de Uco com pernoite
Para Para quem quer conhecer Mendoza com calma, incluindo rafting, termas e uma noite entre os vinhedos do Valle de Uco. · Base em Cidade de Mendoza e uma noite em Tunuyán
  1. Dia 1 · Chegada e centro

    Chegada do Brasil e caminhada pelo Centro de Mendoza: Plaza Independencia, Plaza España, Plaza Italia, Plaza Chile e Plaza San Martín. Jantar no centro.

  2. Dia 2 · Parque General San Martín e Luján de Cuyo

    Manhã no Parque General San Martín e no Cerro de la Gloria. À tarde, primeira visita nas Vinícolas de Luján de Cuyo, em Chacras de Coria ou Vistalba.

  3. Dia 3 · Alta Montaña e Aconcagua

    Dia inteiro na Alta Montaña: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca, a trilha até a Laguna de Horcones e, no verão, o Cristo Redentor de los Andes.

  4. Dia 4 · Rafting e termas

    Manhã de Rafting no Río Mendoza, em Potrerillos. Na volta pela Ruta 82, tarde de descanso nas Termas de Cacheuta.

  5. Dia 5 · Bicicleta em Maipú

    Dia de Bicicleta pelas bodegas de Maipú, com museu, azeite e almoço numa finca. Noite livre.

  6. Dia 6 · Valle de Uco com pernoite

    Saída pela Ruta 40 para o Valle de Uco. Duas bodegas em Tupungato e Tunuyán, almoço longo e fim de tarde nos vinhedos. Noite em Tunuyán.

  7. Dia 7 · Manhã no vale e volta

    Uma última bodega em San Carlos ou visita ao Manzano Histórico. Volta à cidade de Mendoza, cerca de 100 km, a tempo do voo para o Brasil.

Melhor época

Quando ir: Mendoza mês a mês

De março a abril, a viagem costuma coincidir com a colheita e o início do outono. As celebrações da Vendimia se concentram entre fevereiro e março. De outubro a novembro, costuma haver temperaturas mais amenas para caminhar. Dezembro a fevereiro pode ter calor forte; junho a agosto costuma exigir agasalho, sobretudo nos passeios de montanha.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Janeiro Chuva média

verão quente · Cristo Redentor acessível

Mês mais quente: máximas médias perto de 33 °C e mínimas de 19 °C na cidade. Chuvas curtas de verão, às vezes com tempestades à tarde. É a temporada da Alta Montaña: o caminho ao Cristo Redentor costuma estar liberado e a trilha da Laguna de Horcones, sem neve. Férias de verão na Argentina e no Brasil: bodegas e excursões ficam mais cheias.

Fevereiro Chuva média

começo da colheita · calor seco

Máximas médias de 31 °C e mínimas de 18 °C. Ainda há pancadas de chuva de verão. A colheita da uva começa e as bodegas ficam movimentadas. Rafting com rio cheio pelo degelo. Feriado de Carnaval enche a região; reserve antes.

Março Chuva baixa

Fiesta Nacional de la Vendimia · colheita

Máximas médias de 28 °C e mínimas de 16 °C. No começo do mês acontece a Fiesta Nacional de la Vendimia, com desfiles e o Acto Central. A colheita segue a todo vapor. Alta Montaña ainda costuma estar livre de neve. Mês muito procurado; reserve com antecedência.

Abril Chuva baixa

outono dourado · fim da colheita

Máximas médias de 23 °C e mínimas de 11 °C. Os vinhedos e as árvores começam a ficar amarelos e vermelhos. Fim da colheita nas bodegas. Dias secos, bons para pedalar em Maipú e para o Valle de Uco. Na montanha as noites já são frias.

Maio Chuva baixa

vinhedos coloridos · menos movimento

Máximas médias de 19 °C e mínimas perto de 7 °C. Pouca chuva e céu em geral aberto. Folhas de outono nos vinhedos e no Parque General San Martín. Movimento menor nas bodegas. Na Alta Montaña podem cair as primeiras neves.

Junho Chuva baixa

primeiras neves · início da temporada de esqui

Máximas médias de 16 °C e mínimas de 3 °C na cidade. Dias secos e ensolarados, noites frias. Em meados do mês costuma começar a temporada de esqui em Las Leñas. Na Ruta 7, a neve pode fechar a estrada e a passagem para o Chile; o caminho ao Cristo Redentor fica fechado.

Julho Chuva baixa

férias de inverno · neve na Ruta 7

Mês mais frio: máximas médias de 15 °C e mínimas de 2 °C, com geada. Férias de inverno argentinas: Los Puquios e Las Leñas lotam. A Ruta 7 pode fechar em dias de nevasca. Bodegas seguem abertas e as Termas de Cacheuta são procuradas.

Agosto Chuva baixa

neve na cordilheira · vento Zonda

Máximas médias de 19 °C e mínimas de 4 °C. Temporada de esqui em Las Leñas, com movimento alto em meados do mês. No fim do inverno pode soprar o Zonda, vento quente e seco que desce da cordilheira. A trilha da Laguna de Horcones pode estar fechada por neve.

Setembro Chuva baixa

fim do esqui · brotação nos vinhedos

Máximas médias de 22 °C e mínimas de 8 °C. Fim da temporada de esqui, em geral até o fim do mês. Os vinhedos começam a brotar. Dias amenos para pedalar em Maipú. A Ruta 7 ainda pode ter neve no alto.

Outubro Chuva baixa

primavera · dias longos

Máximas médias de 26 °C e mínimas de 12 °C. Primavera seca e ensolarada, com pouca gente. Bom mês para bodegas, Valle de Uco e bicicleta em Maipú. Na Alta Montaña ainda há neve nos picos; o caminho ao Cristo Redentor costuma seguir fechado.

Novembro Chuva baixa

abre a temporada do Aconcagua · calor chegando

Máximas médias de 29 °C e mínimas de 15 °C. Começa a temporada de montanhismo no Parque Provincial Aconcagua, que vai de novembro a março. O rio Mendoza começa a encher com o degelo, bom para o rafting. Movimento moderado nas bodegas.

Dezembro Chuva baixa

verão · festas de fim de ano

Máximas médias de 32 °C e mínimas de 18 °C. Começam as pancadas de chuva de verão. O caminho ao Cristo Redentor costuma ser liberado entre dezembro e janeiro, conforme o gelo. Nas festas de fim de ano bodegas e restaurantes podem ter dias fechados; confira antes.

Planeje o caminho

Como chegar: Mendoza

Do Brasil de avião

Em algumas temporadas há voos diretos do Brasil; no resto do ano, a ligação é com conexão em Buenos Aires. Confirme antes de comprar. O aeroporto de Mendoza é o El Plumerillo (Gobernador Francisco Gabrielli), a cerca de 10 km do centro, em Las Heras. Do aeroporto ao centro vá de táxi, aplicativo ou transfer reservado.

De Buenos Aires e de Santiago

De Buenos Aires há vários voos diários para Mendoza, com cerca de 2 horas de duração. Por terra, a distância é de cerca de 1.050 km; os ônibus de longa distância fazem a viagem em mais de 12 horas, em geral à noite, e chegam ao terminal de ônibus de Mendoza. De Santiago, no Chile, há voos diretos frequentes, e ônibus que cruzam a cordilheira pelo Paso Internacional Cristo Redentor, numa viagem de paisagem de montanha. No inverno a passagem pode fechar por neve.

De carro: rotas e distâncias

Mendoza fica no oeste da Argentina, ao pé dos Andes. De Buenos Aires chega-se pela Ruta Nacional 7, cerca de 1.050 km. Outras distâncias até a capital: Córdoba, 670 km; San Juan, 167 km; San Luis, 260 km. Saindo da cidade, a Ruta 7 sobe a cordilheira até Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e a fronteira com o Chile; a Ruta Provincial 82 leva a Cacheuta e Potrerillos pela margem do Río Mendoza; a Ruta Nacional 40 vai para o sul, ao Valle de Uco. Do Sul do Brasil a viagem de carro leva vários dias e exige seguro obrigatório para o veículo na Argentina. A CNH brasileira é aceita no país. No inverno confira o estado da Ruta 7 e leve correntes se a autoridade exigir.

Como circular em Mendoza

O centro se percorre a pé. Para o transporte público use o cartão SUBE, vendido e recarregado em quiosques; ele vale nos ônibus urbanos e no Metrotranvía, o VLT que liga o centro a General Gutiérrez, em Maipú, perto das bodegas de bicicleta. Para Luján de Cuyo, Valle de Uco e Alta Montaña, o ônibus não atende bem: use excursão, motorista contratado, aplicativo ou carro alugado. Há também o Bus Vitivinícola, ônibus turístico que circula por Maipú, Luján de Cuyo e Valle de Uco com paradas fixas. Quem vai beber nas bodegas não deve dirigir.

Documentos para o brasileiro

O brasileiro entra na Argentina com o RG ou o passaporte válidos. As exigências podem mudar: confirme antes de viajar. Leve o documento também nos passeios da Alta Montaña, que chegam perto da fronteira.

Fuso horário

A Argentina usa UTC-3, o mesmo horário de Brasília. Não há horário de verão. Não é preciso acertar o relógio na chegada.

Taxas de entrada e ingressos

O Parque Provincial Aconcagua cobra taxa de entrada dos visitantes, inclusive para a trilha curta até a Laguna de Horcones; o trekking até Confluencia e a escalada exigem permissões próprias. Nas excursões de Alta Montaña, essa taxa costuma ser paga à parte. As Termas de Cacheuta, as visitas às bodegas e o Acto Central da Vendimia também têm ingresso. Confira a tabela atual antes de ir.

Antes de partir

Informações práticas

Um pouco de planejamento deixa mais espaço para aproveitar o caminho.

Quando ir

De março a abril, a viagem costuma coincidir com a colheita e o início do outono. As celebrações da Vendimia se concentram entre fevereiro e março. De outubro a novembro, costuma haver temperaturas mais amenas para caminhar. Dezembro a fevereiro pode ter calor forte; junho a agosto costuma exigir agasalho, sobretudo nos passeios de montanha.

As épocas indicadas são as mais comuns; a natureza nem sempre segue o calendário.

Quantos dias ficar

Cinco a sete dias acomodam a capital, um dia em Luján de Cuyo, outro em Maipú e uma ou duas noites no Valle de Uco. Potrerillos e Cacheuta pedem um dia separado dos horários de degustação. Com menos tempo, escolha duas áreas de vinho em vez de tentar visitar toda a região.

Em que cidade se hospedar

Na capital, o entorno da Plaza Independencia facilita passeios urbanos e saídas para outras regiões. Chacras de Coria oferece uma base menor dentro de Luján de Cuyo. O centro de Maipú aproxima o viajante de sua praça e patrimônio histórico. Em Tunuyán, o centro facilita refeições e serviços; Los Chacayes aproxima a hospedagem dos vinhedos e do Manzano Histórico, com maior dependência de transporte.

Respeite o lugar

Recolha seu lixo, respeite a sinalização e valorize os serviços locais. Em áreas naturais, siga as orientações de visitação.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes sobre Mendoza

Como chegar a Mendoza saindo do Brasil?

Use o aeroporto MDZ como porta de entrada. Compare voos diretos disponíveis para suas datas com itinerários via Buenos Aires e observe o aeroporto de chegada e saída de cada trecho.

Preciso alugar carro para este roteiro?

Na capital, parte dos passeios é feita a pé. Para vinícolas e o Valle de Uco, carro com motorista, traslado ou passeio contratado ajuda a reunir reservas no mesmo dia. Quem participa de degustações deve organizar o retorno sem dirigir.

Qual é a diferença entre Luján de Cuyo, Maipú e Tunuyán?

Luján de Cuyo e Maipú ficam no entorno do Gran Mendoza e têm vinícolas de trajetória antiga. Tunuyán está mais ao sul, no Valle de Uco, com vinhedos próximos à cordilheira e o circuito histórico do Manzano.

Quantos dias separar para Mendoza e o Valle de Uco?

Reserve cinco a sete dias para combinar passeios urbanos, duas áreas de vinho e Tunuyán. Dormir no Valle de Uco reduz idas e voltas entre as reservas e a capital.

Quando costuma acontecer a Vendimia?

As principais celebrações costumam se concentrar entre fevereiro e março. As datas mudam a cada edição; confirme o calendário e as reservas antes de ir.

Rotas brasileiras

Mendoza está em Caminos del Vino de Mendoza

Da capital às áreas de vinho de Maipú e Luján de Cuyo e aos três municípios do Valle de Uco.

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