Alta Montaña: Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e mirante do Aconcagua
Sai de Cidade de Mendoza Excursão em van ou carro próprio pela Ruta 7 cerca de 11 horas dia inteiro fácil (altitude acima de 2.700 m)
É o passeio de montanha clássico de Mendoza. A estrada segue a Ruta Nacional 7, a mesma que leva ao Chile, sempre ao lado do Río Mendoza. A primeira parada costuma ser o embalse (represa) de Potrerillos, a cerca de 70 km da cidade, com o lago cercado pela pré-cordilheira. Depois vem o vale de Uspallata, parada habitual para café ou almoço. A estrada sobe por Polvaredas, Punta de Vacas e Penitentes até o Puente del Inca, a 2.719 m: uma ponte natural sobre o Río Mendoza, com cerca de 50 m de comprimento, formada por sedimentos cimentados pelos minerais de fontes termais. As tonalidades laranja e amarelas vêm do ferro da água. Alguns quilômetros adiante fica a entrada do Parque Provincial Aconcagua, em Horcones, de onde se avista o Cerro Aconcagua, com perto de 7.000 m de altitude, quando o tempo permite. Muitas excursões seguem até Las Cuevas, a 3.557 m, último povoado antes da fronteira, e, no verão, sobem ao Cristo Redentor de los Andes.
Passa por: Potrerillos, Uspallata, Polvaredas, Punta de Vacas, Penitentes, Puente del Inca, Parque Provincial Aconcagua, Las Cuevas.
Inclui: Nas excursões, em geral: transporte de ida e volta a partir da cidade de Mendoza e guia. Refeições e a entrada do Parque Provincial Aconcagua costumam ser pagas à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Leve casaco mesmo no verão: em Puente del Inca e Las Cuevas faz frio e venta. A altitude pode causar dor de cabeça; coma leve, beba água e suba sem pressa. No inverno, a Ruta 7 pode fechar por neve; confira o estado da estrada na véspera. Leve o documento, porque a excursão passa perto da fronteira.
Melhor época: O ano todo. De dezembro a março a estrada costuma estar livre e dá para subir ao Cristo; de junho a setembro a paisagem fica com neve e a estrada pode fechar.
Vinícolas de Luján de Cuyo (Chacras de Coria, Agrelo, Vistalba e Perdriel)
Sai de Cidade de Mendoza Excursão, carro com motorista ou Bus Vitivinícola cerca de 6 a 8 horas dia inteiro fácil
Luján de Cuyo fica colado à cidade de Mendoza, ao sul, e reúne boa parte das bodegas (vinícolas) conhecidas da província. A uva símbolo é a Malbec, plantada aos pés da cordilheira. A visita padrão tem passeio pelo vinhedo, explicação da produção nas salas de barricas e degustação de três ou quatro vinhos. Muitas bodegas servem almoço harmonizado de vários passos, que ocupa boa parte da tarde. Um dia comum combina duas ou três visitas e um almoço. Chacras de Coria é o bairro arborizado da região, com restaurantes e casas antigas, e serve de ponto de partida. Agrelo, Vistalba, Perdriel e Las Compuertas concentram vinhedos com a montanha ao fundo. As visitas e almoços são com reserva prévia.
Passa por: Luján de Cuyo, Chacras de Coria, Agrelo, Vistalba, Perdriel, Las Compuertas.
Inclui: Cada bodega cobra a visita com degustação à parte; o almoço também é pago à parte. Nas excursões, o transporte e o guia vão incluídos. Confira a tabela atual.
Dica: Reserve as bodegas com antecedência, sobretudo de janeiro a abril. Quem vai degustar não deve dirigir: use excursão, motorista contratado ou o Bus Vitivinícola. Combine no máximo três visitas por dia.
Melhor época: O ano todo. A colheita vai de fevereiro a abril; de março a maio os vinhedos ficam dourados.
Bicicleta pelas bodegas de Maipú
Sai de Maipú (região de Coquimbito e calle Urquiza) Bicicleta alugada ou passeio guiado de bicicleta cerca de 5 a 7 horas dia inteiro fácil (terreno plano)
Maipú é a zona vinícola mais próxima do centro de Mendoza e a mais fácil de percorrer de bicicleta. O terreno é plano e há ciclovias, sobretudo ao longo da calle Urquiza e da Colectora. As lojas de aluguel ficam perto das paradas de ônibus e da estação do Metrotranvía, e entregam mapa com as bodegas, as fábricas de azeite de oliva e as lojas de doces e licores do caminho. O roteiro costuma juntar bodegas familiares e históricas, como a antiga Bodega Giol, com o Museo del Vino y la Vendimia, uma fábrica de azeite com degustação e uma parada para almoço numa finca. Também há passeios guiados de bicicleta com grupos.
Passa por: Maipú, Coquimbito, Carril Urquiza, Museo del Vino y la Vendimia, Bodega Giol.
Inclui: O aluguel da bicicleta, em geral com capacete e mapa. As visitas com degustação são pagas à parte em cada lugar. Confira a tabela atual.
Dica: Saia de manhã: no verão a tarde é muito quente. Leve água, protetor solar e chapéu. Para chegar, use o Metrotranvía até a estação Gutiérrez e complete de táxi ou aplicativo, ou vá direto de carro. Beba pouco nas degustações, porque você vai pedalar.
Melhor época: De março a maio e de setembro a novembro, com dias amenos. No verão (dezembro a fevereiro) pedale de manhã.
Valle de Uco: bodegas de Tunuyán, Tupungato e San Carlos
Sai de Cidade de Mendoza Excursão ou carro próprio pela Ruta 40 cerca de 10 horas dia inteiro fácil
O Valle de Uco fica a cerca de 100 km ao sul da cidade de Mendoza, pela Ruta Nacional 40, e reúne três departamentos: Tupungato, Tunuyán e San Carlos. Os vinhedos estão entre 900 e 1.700 m de altitude, com a cordilheira bem perto. É a região das bodegas de arquitetura moderna, com almoços longos e vista para os Andes. Em Tupungato ficam Gualtallary e La Carrera, e o Cristo Rey del Valle, escultura de 28 m nos Cerrillos. Tunuyán tem Los Chacayes, Vista Flores e o Manzano Histórico, onde San Martín descansou após o Cruce de los Andes. San Carlos tem o Paraje Altamira e La Consulta. Como as distâncias entre as bodegas são grandes, um dia rende duas visitas e um almoço.
Passa por: Valle de Uco, Tupungato, Gualtallary, Tunuyán, Los Chacayes, Vista Flores, Manzano Histórico, San Carlos, Paraje Altamira, Cristo Rey del Valle.
Inclui: Nas excursões: transporte e guia. As degustações e o almoço em geral são pagos à parte. Confira a tabela atual.
Dica: Reserve as bodegas e o almoço com antecedência. Quem quiser mais calma pode dormir uma noite no vale. Não há transporte público prático entre as bodegas, então vá de excursão, motorista ou carro com alguém que não vá beber.
Melhor época: O ano todo. Na colheita, de fevereiro a abril, há mais movimento; no outono, de abril a maio, os vinhedos mudam de cor.
Parque Provincial Aconcagua: trilha curta até a Laguna de Horcones
Sai de Entrada do parque em Horcones, na Ruta 7 A pé, dentro da excursão de Alta Montaña ou de carro cerca de 1 hora de caminhada manhã ou tarde fácil, em altitude
A entrada do Parque Provincial Aconcagua fica em Horcones, ao lado da Ruta 7, perto de Puente del Inca. Dali sai uma trilha curta e bem marcada até a Laguna de Horcones, a 2.950 m. O caminho é de baixa dificuldade e leva cerca de uma hora na ida e volta. Da beira da lagoa se vê a face sul do Cerro Aconcagua, com perto de 7.000 m, o pico mais alto das Américas, quando as nuvens deixam. Na entrada há guardaparques (guardas do parque), que registram os visitantes. Quem quer ir além faz em um dia o trekking até o acampamento Confluencia, a 3.400 m, com guia e permissão própria.
Passa por: Parque Provincial Aconcagua, Horcones, Laguna de Horcones, Cerro Aconcagua.
Inclui: Há taxa de entrada no parque, cobrada à parte. O trekking até Confluencia exige permissão específica. Confira a tabela atual.
Dica: Caminhe devagar: a altitude cansa mesmo em trilha plana. Leve casaco, óculos de sol e água. No inverno a trilha pode ficar fechada por neve; pergunte na entrada.
Melhor época: De novembro a março, quando a trilha costuma estar livre de neve. De junho a setembro pode haver fechamento por neve.
Centro de Mendoza: Plaza Independencia e praças satélites
Sai de Plaza Independencia A pé cerca de 3 horas manhã ou fim de tarde fácil
O centro de Mendoza é plano, com ruas largas cobertas por árvores e acequias (canais de irrigação) junto às calçadas. A Plaza Independencia é o ponto central, com uma fonte de águas dançantes. Sob a esplanada funcionam o Teatro Municipal Julio Quintanilla e o Museo Municipal de Arte Moderno. Nos fins de semana, artesãos montam bancas na praça. A uma distância curta ficam as quatro praças satélites: a Plaza España, com fonte e azulejos de estilo espanhol; a Plaza Italia, com a escultura La Loba Romana; a Plaza Chile, que lembra a ajuda chilena após o terremoto de 1861; e a Plaza San Martín, com a estátua equestre do general. A Peatonal Sarmiento sai da Plaza Independencia e reúne cafés e lojas.
Passa por: Plaza Independencia, Peatonal Sarmiento, Avenida Mitre, Plaza España, Plaza Italia, Plaza Chile, Plaza San Martín, Museo Municipal de Arte Moderno.
Inclui: Passeio por conta própria. Há caminhadas guiadas pelas praças com saída no centro.
Dica: No verão caminhe de manhã ou no fim da tarde, porque o meio do dia é muito quente. Muitas lojas fecham no começo da tarde, na siesta, e voltam a abrir no fim do dia. Atenção às acequias ao atravessar a rua.
Melhor época: O ano todo. De outubro a abril as árvores dão sombra; de junho a agosto as tardes são frescas e ensolaradas.