Caves do vinho do Porto em Vila Nova de Gaia
Sai de Cais de Gaia, em Vila Nova de Gaia A pé pela Ponte Luís I ou de teleférico cerca de 1 hora a 1 hora e 30 minutos por cave tarde fácil
O vinho do Porto é produzido no Vale do Douro, mas durante séculos foi levado rio abaixo para envelhecer em armazéns (caves) na margem de Vila Nova de Gaia, em frente à Ribeira. Visitar uma dessas caves é entender essa história. Entre as casas abertas a visitas estão Ferreira, Taylor's, Cálem, Sandeman, Graham's, Croft, Ramos Pinto, Poças e Porto Cruz. A visita guiada percorre as galerias escuras com tonéis e pipas de madeira e explica as vinhas em socalcos do Douro, o transporte pelo rio, os tipos de vinho e o envelhecimento. Algumas casas têm museu, arquivo ou salas com vista para o rio. Em geral a visita termina numa prova, que é parte do roteiro e pode ser recusada; o assunto principal é a história do lugar. Cada casa tem opções diferentes, de visitas curtas a experiências mais longas, e algumas exigem reserva antecipada.
Passa por: Cais de Gaia, Vila Nova de Gaia, Caves Ferreira, Caves Taylor's, Caves Cálem, Caves Sandeman, Caves Graham's, Caves Croft, Caves Ramos Pinto.
Inclui: Visita guiada às caves, com explicação sobre a produção e o envelhecimento; pago à parte, confira a tabela atual de cada casa.
Dica: Reserve com antecedência, principalmente de junho a setembro. Escolha uma ou duas casas: as visitas se parecem. As caves mais afastadas do cais ficam em ruas de subida forte. Menores de idade e quem vai dirigir devem pular a prova.
Melhor época: O ano inteiro; é um bom programa para dias de chuva, de outubro a março.
Jardim do Morro, Serra do Pilar e teleférico de Gaia
Sai de Ponte Luís I (lado de Gaia) ou Cais de Gaia A pé, de metrô (estação Jardim do Morro) e teleférico cerca de 2 horas fim de tarde fácil, com subida
Do lado de Gaia, no fim do tabuleiro de cima da Ponte Luís I, ficam dois dos pontos de vista mais procurados sobre o Porto. O Jardim do Morro é um jardim em encosta, com gramado e bancos voltados para a Ribeira. Logo acima está o Mosteiro da Serra do Pilar, com igreja e claustro de planta circular, parte da área classificada pela UNESCO. No largo em frente à igreja há um miradouro sobre o rio, a ponte e o centro histórico. O lugar pertence a um regimento do Exército e as visitas ao interior seguem regras próprias. Para descer até o Cais de Gaia, o Teleférico de Gaia liga a estação do Jardim do Morro à do cais, num percurso de cerca de 562 metros que leva poucos minutos, por cima dos telhados das caves. No cais, junto ao rio, ficam ancorados os barcos rabelos e começam as visitas às caves.
Passa por: Jardim do Morro, Mosteiro da Serra do Pilar, Teleférico de Gaia, Cais de Gaia.
Inclui: Caminhada pelos miradouros de Gaia e descida de teleférico, com bilhete pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: O fim de tarde é o horário mais procurado para ver o sol se pondo atrás da Ribeira; chegue antes para pegar lugar no Jardim do Morro. Quem prefere não andar pode subir de metrô até a estação Jardim do Morro, na linha D.
Melhor época: O ano inteiro; de maio a setembro o pôr do sol é mais tarde e o jardim fica cheio.
Palácio da Bolsa e Igreja de São Francisco
Sai de Rua Ferreira Borges / Rua do Infante D. Henrique, perto da Ribeira A pé cerca de 2 horas manhã ou tarde fácil
Os dois ficam lado a lado, a poucos passos da Ribeira, e costumam ser visitados juntos. O Palácio da Bolsa é um prédio neoclássico do século XIX, construído a partir de 1842 sobre as ruínas do antigo Convento de São Francisco para servir de ponto de encontro dos comerciantes. Ainda é a sede da Associação Comercial do Porto. A visita é só guiada, em grupos com horário marcado, e leva cerca de 30 a 45 minutos. Passa pelo Pátio das Nações, coberto por uma claraboia com os brasões dos países com que o Porto comerciava, e termina no Salão Árabe, inspirado na Alhambra de Granada. Ao lado, a Igreja de São Francisco tem fachada gótica, com obras iniciadas no século XIV, e o interior coberto de talha dourada barroca, dos séculos XVII e XVIII, com a Árvore de Jessé esculpida. O ingresso inclui o museu de arte sacra, na antiga Casa do Despacho da Ordem Terceira, e as catacumbas no subsolo.
Passa por: Palácio da Bolsa, Salão Árabe, Pátio das Nações, Igreja de São Francisco, Museu de São Francisco.
Inclui: Visita guiada ao Palácio da Bolsa e visita à Igreja de São Francisco, museu e catacumbas; ingressos pagos à parte, confira a tabela atual.
Dica: No Palácio da Bolsa, chegue cedo ou reserve, porque os grupos por idioma lotam. Na Igreja de São Francisco, em geral não se pode fotografar o interior.
Melhor época: O ano inteiro; boa opção para dias de chuva, de outubro a março.
Cruzeiro das seis pontes no Douro
Sai de Cais da Ribeira ou Cais de Gaia Barco cerca de 50 minutos tarde fácil
O cruzeiro das seis pontes é um passeio curto de barco pelo trecho do Douro entre o Porto e Vila Nova de Gaia. Sai do Cais da Ribeira ou do Cais de Gaia, conforme a empresa, e leva cerca de 50 minutos. O barco sobe e desce o rio passando sob as pontes que ligam as duas margens: Arrábida, Luís I, Infante D. Henrique, D. Maria Pia, São João e Freixo. A Ponte D. Maria Pia, de ferro, foi substituída no tráfego de trens pela Ponte de São João. Do rio se tem a vista das fachadas da Ribeira, das caves de Gaia e da Serra do Pilar de um ângulo diferente do que se vê a pé. Há gravação ou guia com explicações durante o trajeto. Várias empresas fazem o passeio, muitas com barcos inspirados nos rabelos, os antigos barcos de carga do Douro.
Passa por: Rio Douro, Cais da Ribeira, Cais de Gaia, Ponte da Arrábida, Ponte Luís I, Ponte Infante D. Henrique, Ponte D. Maria Pia, Ponte de São João, Ponte do Freixo.
Inclui: Passeio de barco de cerca de 50 minutos com explicação; pago à parte, confira a tabela atual.
Dica: Vários barcos saem ao longo do dia, sem necessidade de reserva longa. Leve agasalho: no rio venta mesmo no verão. O passeio pode não sair com mau tempo ou cheia do rio.
Melhor época: A temporada mais procurada vai de abril a outubro; de novembro a março há saídas, que dependem do tempo.
Avenida dos Aliados, Rua de Santa Catarina e Mercado do Bolhão
Sai de Avenida dos Aliados, centro do Porto A pé ou de metrô (estações Aliados e Bolhão) cerca de 3 horas manhã fácil
Este passeio cobre a Baixa, o centro comercial do Porto. A Avenida dos Aliados é a avenida larga com prédios de granito que sobe da Praça da Liberdade até a Câmara Municipal. A poucos quarteirões, a Rua de Santa Catarina é a rua comercial mais movimentada do centro, com mais de 1.500 metros de lojas. Nela fica o Café Majestic, aberto em 1921, com decoração Arte Nova, espelhos e madeira trabalhada. No alto da rua, a Capela das Almas, do início do século XVIII, tem as paredes externas cobertas de azulejos azuis e brancos colocados em 1929. Perto dali, o Mercado do Bolhão, construído entre 1914 e 1917, tem dois pisos em volta de um pátio central. No piso de baixo ficam as bancas de frutas, peixes, carnes e flores; no de cima, restaurantes e lojas. É um bom lugar para ver produtos portugueses e comer alguma coisa.
Passa por: Avenida dos Aliados, Praça da Liberdade, Rua de Santa Catarina, Capela das Almas, Café Majestic, Mercado do Bolhão.
Inclui: Caminhada pela Baixa com visita ao Mercado do Bolhão; consumo nos cafés e no mercado é à parte.
Dica: O Café Majestic costuma ter fila na porta. A Capela das Almas fica cheia de gente fotografando a fachada no meio do dia; de manhã cedo é mais tranquilo. O mercado tem acesso pela estação de metrô Bolhão.
Melhor época: O ano inteiro; em dezembro a Baixa ganha luzes e decoração de Natal.
Bonde (elétrico) da linha 1 e Foz do Douro
Sai de Infante, ao lado da Igreja de São Francisco Bonde histórico (elétrico) da linha 1 ou ônibus (autocarro) 500 cerca de meio dia tarde fácil
A Foz do Douro é o bairro onde o rio encontra o Atlântico, a cerca de 5 km do centro. O jeito mais clássico de chegar é o bonde (elétrico) histórico da linha 1, que sai do Infante, ao lado da Igreja de São Francisco, e segue pela margem do Douro até o Passeio Alegre em cerca de 20 minutos. O Passeio Alegre é um jardim à beira do rio, com palmeiras e o Chalé Suisso, um antigo quiosque. Dali se caminha até o quebra-mar com o Farol de Felgueiras e, virando para o norte, pela avenida à beira-mar. O calçadão passa pela Pérgola da Foz, dos anos 1930, e por pequenas praias de areia grossa entre rochas de granito, como a Praia dos Ingleses, até o Castelo do Queijo. Matosinhos fica cerca de 3 km mais ao norte. O mar é frio mesmo no verão: o programa é mais de caminhar e ver o pôr do sol do que de praia.
Passa por: Elétrico da linha 1, Infante, Passeio Alegre, Foz do Douro, Farol de Felgueiras, Pérgola da Foz, Praia dos Ingleses, Castelo do Queijo.
Inclui: Viagem de bonde histórico ou ônibus e caminhada pela beira-mar; passagens pagas à parte, confira a tabela atual.
Dica: O bonde da linha 1 costuma ter fila no Infante. Se estiver cheio, o ônibus 500, que sai de São Bento, faz um trajeto parecido e é integrado ao cartão Andante. Em dias de mar agitado, fique longe da ponta dos quebra-mares.
Melhor época: De maio a setembro, para aproveitar a beira-mar até mais tarde; no inverno o vento costuma ser forte.
Serralves: museu e parque
Sai de Avenida Marechal Gomes da Costa, entre a Boavista e a Foz Ônibus (autocarro) ou táxi a partir do centro cerca de meio dia manhã fácil
Serralves reúne o principal museu de arte contemporânea do país, uma casa art déco e um grande parque, a cerca de 6 km do centro. O Museu de Arte Contemporânea, projetado pelo arquiteto Álvaro Siza, é um prédio branco e minimalista com exposições temporárias de artistas portugueses e estrangeiros. A Casa de Serralves, cor-de-rosa, é um exemplo de art déco, com a marca do arquiteto francês Charles Siclis, e também recebe exposições. O Parque de Serralves tem 18 hectares de jardins e alamedas, com esculturas espalhadas pelo caminho. Há ainda a Casa do Cinema Manoel de Oliveira e um percurso suspenso entre as copas das árvores. É um programa diferente do centro histórico, para quem gosta de arte, arquitetura ou de um dia mais calmo ao ar livre.
Passa por: Fundação de Serralves, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Casa de Serralves, Parque de Serralves, Casa do Cinema Manoel de Oliveira.
Inclui: Acesso ao museu, à casa e ao parque com ingresso pago à parte; confira a tabela atual.
Dica: Reserve meio dia: o parque é grande. Confira a programação de exposições antes de ir. Dá para combinar com a Casa da Música, na Boavista, ou com a Foz do Douro no mesmo dia.
Melhor época: De abril a outubro, quando o parque está mais verde e florido; o museu funciona o ano inteiro.
Matosinhos e Leça da Palmeira
Sai de Centro do Porto (estação Trindade) Metrô (linha A até Matosinhos Sul) ou ônibus (autocarro) 500 cerca de meio dia tarde fácil
Matosinhos é a cidade vizinha ao norte do Porto, junto ao porto de pesca. É lá que os moradores vão à praia e comem peixe grelhado. A Praia de Matosinhos é uma faixa larga de areia dourada, com ondas usadas por escolas de surfe. Na rotatória ao sul da praia fica a escultura She Changes, de Janet Echelman, uma rede vermelha suspensa que o povo chama de Anémona. As ruas perto do porto, sobretudo a Rua Heróis de França, têm restaurantes com grelhas na calçada; o Mercado Municipal mostra o peixe do dia. Do outro lado do porto fica Leça da Palmeira, com a Piscina das Marés, piscinas de água salgada entre as rochas projetadas por Álvaro Siza, e a Casa de Chá da Boa Nova, também dele, na beira do mar.
Passa por: Matosinhos, Praia de Matosinhos, Rua Heróis de França, Mercado Municipal de Matosinhos, She Changes (Anémona), Leça da Palmeira, Piscina das Marés, Casa de Chá da Boa Nova.
Inclui: Viagem de metrô ou ônibus e passeio pela praia e pela orla; refeições e piscina pagas à parte.
Dica: O metrô leva cerca de 27 minutos da Trindade a Matosinhos Sul. A Piscina das Marés abre na temporada de verão: confira as datas. O mar do Atlântico é frio o ano inteiro.
Melhor época: De junho a setembro para praia; o resto do ano, para caminhar na orla e comer peixe.
Casa da Música
Sai de Rotunda da Boavista Metrô (estação Casa da Música) cerca de 1 hora tarde ou noite fácil
A Casa da Música é a sala de concertos do Porto, um prédio de concreto branco em forma de poliedro projetado pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas e aberto em 2005, junto à Rotunda da Boavista. A sala principal, a Sala Suggia, homenageia a violoncelista portuense Guilhermina Suggia. A segunda sala tem paredes de madeira perfurada pintada de vermelho e cadeiras douradas. Há visitas guiadas diárias que mostram as salas, os vidros ondulados, os terraços e os espaços de ensaio. À noite, a programação inclui concertos da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e de outros grupos residentes, além de música popular e jazz. Mesmo sem entrar, a praça em volta permite ver a arquitetura de vários ângulos.
Passa por: Casa da Música, Sala Suggia, Rotunda da Boavista.
Inclui: Visita guiada ou concerto, pagos à parte; confira a tabela atual e a programação.
Dica: Combine com Serralves, que fica perto. Para um concerto, compre o bilhete com antecedência. A estação de metrô Casa da Música é servida por várias linhas.
Melhor época: O ano inteiro; a temporada de concertos é mais intensa de setembro a junho.
Guimarães (bate-volta)
Sai de Estação de São Bento, no Porto Trem (comboio) urbano um dia, com cerca de 2 horas e meia de trem ida e volta dia inteiro fácil, com ladeiras
Guimarães, a cerca de 47 km do Porto, é chamada de berço de Portugal: foi lá que nasceu D. Afonso Henriques, o primeiro rei. O centro histórico é Patrimônio Mundial da UNESCO. A visita começa pelo Castelo de Guimarães, fundado no século X e remodelado no século XIII, e pela pequena Igreja de São Miguel do Castelo, onde, segundo a tradição, o rei foi batizado. Logo abaixo fica o Paço dos Duques de Bragança, do início do século XV, com museu de artes decorativas dos séculos XVII e XVIII. No miolo medieval, o Largo da Oliveira, com a igreja de Nossa Senhora da Oliveira e o Padrão do Salado, e a Praça de Santiago reúnem casas de granito com varandas de madeira e mesas ao ar livre. Quem tem tempo pode subir à Montanha da Penha pelo teleférico, num percurso de cerca de 1.700 metros, com santuário e mata no alto.
Passa por: Guimarães, Centro Histórico de Guimarães, Castelo de Guimarães, Igreja de São Miguel do Castelo, Paço dos Duques de Bragança, Largo da Oliveira, Praça de Santiago, Teleférico da Penha.
Inclui: Viagem de trem ida e volta e visita a pé ao centro histórico; passagens e ingressos de castelo e paço pagos à parte, confira a tabela atual.
Dica: Os trens saem de São Bento ao longo do dia, com intervalos maiores à tarde: confira o horário da volta. Guimarães e Braga no mesmo dia fica corrido; um dia para cada é mais tranquilo.
Melhor época: De abril a outubro; no inverno, de dezembro a fevereiro, os dias são curtos e mais chuvosos.
Braga e Bom Jesus do Monte (bate-volta)
Sai de Estação de São Bento ou Campanhã, no Porto Trem (comboio) e ônibus (autocarro) local até o Bom Jesus um dia, com até 3 horas de trem ida e volta dia inteiro moderada (escadaria)
Braga é uma das cidades mais antigas de Portugal, com muitas igrejas no centro. A Sé de Braga é considerada a catedral mais antiga de Portugal, com capelas e um tesouro de arte sacra. Perto dela ficam o Jardim de Santa Bárbara, um jardim florido no centro, e o Arco da Porta Nova, entrada barroca do núcleo antigo. O ponto alto do dia é o Santuário do Bom Jesus do Monte, nos arredores, classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Uma escadaria barroca de 573 degraus, em zigue-zague, com capelas, fontes e estátuas, sobe até a igreja. Quem não quer subir a pé pode usar o Elevador do Bom Jesus, um funicular de 1882 movido por contrapeso de água. Do centro de Braga, o ônibus (autocarro) da linha 2 vai até o santuário.
Passa por: Braga, Sé de Braga, Jardim de Santa Bárbara, Arco da Porta Nova, Bom Jesus do Monte, Elevador do Bom Jesus.
Inclui: Viagem de trem ida e volta, ônibus local e visita a pé; passagens, elevador e ingressos pagos à parte, confira a tabela atual.
Dica: Uma boa forma de fazer a escadaria é subir de elevador e descer a pé. Confira o horário dos trens de volta antes de sair.
Melhor época: De abril a outubro; na Semana Santa (março ou abril) a cidade recebe procissões e muito movimento.
Aveiro e Costa Nova (bate-volta)
Sai de Estação de São Bento ou Campanhã, no Porto Trem (comboio) um dia, com cerca de 2 horas e meia de trem ida e volta dia inteiro fácil
Aveiro fica a cerca de 57 km ao sul do Porto, à beira da Ria de Aveiro, uma laguna ligada ao mar. A cidade é plana e cortada por canais por onde passam os moliceiros, barcos coloridos que antes recolhiam algas e hoje fazem passeios turísticos. Ao longo do Canal Central há vários prédios em estilo Arte Nova. O Museu de Aveiro, no antigo Convento de Jesus, guarda o túmulo da Princesa Santa Joana e talha dourada. O doce da cidade são os ovos moles, de gema e açúcar, vendidos em barricas de madeira ou em casquinhas de hóstia. Perto dali, a Costa Nova é conhecida pelas casas listradas (palheiros) de cores vivas, entre a ria e o mar. Há passeios de barco pela ria que passam pelas salinas.
Passa por: Aveiro, Ria de Aveiro, Canal Central, Museu de Aveiro, Costa Nova.
Inclui: Viagem de trem ida e volta e visita a pé; passeio de moliceiro e ida à Costa Nova pagos à parte, confira a tabela atual.
Dica: O trem urbano sai de São Bento e leva cerca de 1 hora e 15 minutos; os trens rápidos saem de Campanhã. A estação de Aveiro fica a cerca de 1 km do centro. Para a Costa Nova, use ônibus ou carro.
Melhor época: De maio a setembro, quando a Costa Nova e a ria ficam mais agradáveis.