Bruxelas é a capital da Bélgica e sede das principais instituições da União Europeia. A cidade é oficialmente bilíngue: fala-se francês e flamengo, o holandês falado na Bélgica, e as placas de rua trazem os dois nomes. Na prática, o francês domina no comércio e nos restaurantes do centro, e o inglês circula bem entre os funcionários europeus.
O centro antigo gira em torno da Grote Markt, a Grand-Place, cercada pela prefeitura gótica e pelas casas das antigas corporações. A poucas quadras ficam o Manneken Pis, a estátua de bronze que virou símbolo da cidade, e as Galeries Royales Saint-Hubert, passagens cobertas do século 19 com lojas de chocolate. Na parte alta, o Mont des Arts leva aos Musées royaux des Beaux-Arts, onde está o Museu Magritte, e a Cathédrale Saints-Michel-et-Gudule fica no meio do caminho entre as duas partes.
Fora do centro estão o Atomium, a estrutura de nove esferas construída para a Exposição Universal de 1958, no norte da cidade, e o Parc du Cinquantenaire, com seu arco triunfal e museus, no bairro europeu. Metrô, bonde e ônibus ligam tudo isso em poucos minutos.
Uns 20 km ao sul, já na Valônia de língua francesa, fica Waterloo. Ali, em 18 de junho de 1815, Napoleão foi derrotado pelas tropas de Wellington e pelos prussianos. O Musée Wellington ocupa no centro da cidade a antiga estalagem onde o duque passou a noite, e o campo de batalha reúne o Mémorial 1815, a Butte du Lion e a Ferme d'Hougoumont. Dá para ir de trem e voltar a Bruxelas no mesmo dia.
Este roteiro reúne 2 cidades que combinam na mesma viagem: Bruxelas, Waterloo.