
Chocolat suisse
O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.
Sabores · Vaud
Purê rústico de alho-poró e batata cozidos em água e vinho branco, servido com a saucisse aux choux, salsicha defumada de porco e repolho. É a especialidade culinária mais conhecida do cantão de Vaud e faz parte do seu patrimônio imaterial.
Prato típico de Vaud
Também chamado: papet aux poireaux, papet
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Papet vaudois — Vaud, Suíça
O papet vaudois é o prato símbolo do cantão de Vaud. Alho-poró e batatas cozinham juntos em água e vinho branco até formar uma mistura cremosa, que acompanha a saucisse aux choux, salsicha defumada de carne de porco e repolho. O cantão inscreveu o papet no seu inventário do patrimônio imaterial, e no pedido de proteção da salsicha a combinação é descrita como verdadeiro prato nacional vaudense.
Papet é uma palavra antiga do falar romando que designa uma papa ou sopa grossa. As cores do prato, o verde do alho-poró e o branco da batata, são as mesmas da bandeira do cantão, uma coincidência que os vaudenses gostam de lembrar.
A salsicha que o acompanha tem uma origem cercada de lenda, que a situa no ano 879; é provável, porém, que só tenha se difundido no século 19, quando a carne de porco ficou menos rara e cara. A Saucisse aux choux vaudoise é protegida como IGP e produzida só no cantão. Ela cozinha inteira, em água abaixo da fervura, ou diretamente sobre o papet, sem ser furada.
O bom papet não deve ficar aguado nem com pedaços soltos: alho-poró e batata se desfazem um no outro, temperados com o vinho branco, um pouco de creme ou manteiga e pimenta. A salsicha é cortada à mesa e servida sobre o purê.
É prato da estação fria, comido de meados de setembro a abril, e muitos restaurantes nem o servem no verão. Desde 2009, os açougueiros vaudenses promovem a Journée du papet na primeira sexta-feira de outubro, e no 24 de janeiro, dia da independência vaudense, o papet é servido em praças de várias cidades do cantão.
Vaud
Especialidade culinária mais conhecida de Vaud, inscrita no inventário do patrimônio imaterial do cantão.
Alho-poró, batatas, vinho branco, caldo ou água, manteiga ou um pouco de creme, sal e pimenta; Saucisse aux choux vaudoise IGP (porco e repolho) ou outra salsicha defumada do cantão.
Bem quente, com a salsicha cortada sobre o purê de alho-poró e batata. A pele da salsicha não se come. Acompanha mostarda e vinho branco da região.
De meados de setembro a abril; Journée du papet (primeira sexta-feira de outubro) e 24 de janeiro, dia da independência vaudense.
Tire suas dúvidas
Um purê rústico de alho-poró e batata cozidos em vinho branco, servido com a saucisse aux choux, salsicha defumada de porco e repolho.
De meados de setembro a abril. Há ainda a Journée du papet, na primeira sexta-feira de outubro, e a distribuição em praças no 24 de janeiro.
Não. A salsicha é cortada à mesa, e o recheio é servido sobre o papet.
Sabores da Suíça

O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.

Queijo derretido com vinho branco num caquelon, mantido quente sobre um fogareiro, em que cada pessoa mergulha cubos de pão com um garfo comprido. Promovida como prato nacional a partir dos anos 1930, é servida em toda a Suíça nos meses frios.

Biscoito duro de mel, amêndoas, avelãs, casca de laranja e de limão cristalizada e kirsch, coberto por uma fina camada de açúcar. Mencionado em Basileia ao menos desde 1711, é a especialidade doce mais ligada à cidade.

Grande travessa com várias carnes cozidas e defumadas e salsichas, servida sobre chucrute e feijão-verde, com batatas. É o prato festivo da cozinha bernense, ligado pela tradição à vitória de Neuenegg, em 1798.

Disco de batata ralada frita na manteiga até formar uma crosta dourada dos dois lados. Foi café da manhã dos camponeses da Suíça de língua alemã, inclusive no cantão de Berna e virou símbolo da Suíça de língua alemã, a ponto de dar nome ao Röstigraben.

Merengues secos e crocantes servidos com a crème double da Gruyère, nata espessa com pelo menos 45% de gordura. Sobremesa por excelência do banquete da Bénichon, é um dos símbolos da região da Gruyère, no cantão de Friburgo.

Caldeirão de chocolate com o brasão de Genebra, cheio de legumes de marzipã e doces, que se quebra no fim da festa da Escalade, em dezembro. Lembra a lenda da Mère Royaume e a defesa da cidade na noite de 11 para 12 de dezembro de 1602.

Torta de massa amanteigada, fechada por cima, recheada com nozes picadas envolvidas em caramelo e creme. É a especialidade doce mais conhecida dos Grisões, ligada aos confeiteiros que emigravam da Engadina para trabalhar no resto da Europa.

Rolinhos de folha de acelga recheados com massa de spätzli e carne seca ou salame da região, cozidos em caldo e leite e gratinados com queijo. Prato emblemático dos Grisões, originário da Surselva, com tantas receitas quanto famílias.

Pastelaria de massa folhada em forma de cúpula recheada com vitela, bolinhas de carne, cogumelos e passas num molho cremoso. Leva o nome da cidade e do cantão de Lucerna e também é chamada Fritschipastete, por causa da figura do carnaval local.

Bolo denso de pão amanhecido amolecido no leite, com cacau, amaretti, passas, pinhões e, muitas vezes, um pouco de grappa. Nascida para não desperdiçar o pão, é considerada o doce ticinês por excelência e cada família tem a sua receita.

Meia roda de queijo aproximada do fogo, cuja parte derretida é raspada sobre o prato e servida com batatas cozidas na casca, pepininhos e cebolinhas em conserva. Nasceu no Valais e foi apresentada como prato nacional valesano em 1909.

Destilado de losna, anis e funcho, de cor verde ou incolor, servido diluído em água fria, que fica turvo ao ser misturado. Começou a ser produzido no Val-de-Travers, no cantão de Neuchâtel, no fim do século 18, e foi proibido na Suíça de 1910 a 2005.

Torta de discos de merengue de amêndoa e biscoito embebido em xarope de kirsch, com creme de manteiga, coberta de amêndoas e açúcar com desenho em losangos. Criada em Zug pelo confeiteiro Heinrich Höhn, que a anunciou em 1915.

Mistura de flocos de aveia demolhados, maçã ralada, nozes ou amêndoas, limão e leite, criada por volta de 1900 pelo médico Maximilian Bircher-Benner para os pacientes da sua clínica em Zurique. Deu origem ao muesli comido no mundo inteiro.

Tiras finas de vitela salteadas e servidas num molho de creme, vinho branco e cogumelos. É o prato que os moradores de Zurique citam primeiro quando se fala da cozinha da cidade, quase sempre acompanhado de rösti.