
Chocolat suisse
O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.
Sabores · Suíça
Queijo derretido com vinho branco num caquelon, mantido quente sobre um fogareiro, em que cada pessoa mergulha cubos de pão com um garfo comprido. Promovida como prato nacional a partir dos anos 1930, é servida em toda a Suíça nos meses frios.
Prato típico da Suíça
Também chamado: fondue au fromage, Käsefondue, fondue moitié-moitié
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Fondue — Suíça
A fondue é o prato de queijo mais associado à Suíça. Num caquelon, panela de barro ou de ferro esmaltado, queijos ralados derretem lentamente com vinho branco, alho e um pouco de amido. A panela vai para o centro da mesa sobre um fogareiro, e cada pessoa espeta cubos de pão num garfo comprido para mergulhá-los no queijo.
A ideia de cozinhar queijo com vinho é antiga. Até o fim do século 19, porém, o nome fondue designava também pratos de ovos e queijo. Por muito tempo, a fondue foi comida de cidade na Suíça de língua francesa, já que queijos como o Gruyère eram valiosos demais para os camponeses.
A fondue virou prato nacional no século 20, em boa parte graças à promoção feita pela União Suíça do Comércio de Queijo a partir dos anos 1930, para aumentar o consumo de queijo. Receitas regionais foram difundidas, e o exército incluiu a fondue no seu cardápio nos anos 1950. A chegada do caquelon de ferro esmaltado, nas décadas seguintes, levou o prato às casas de todo o país.
Cada região tem sua mistura. A moitié-moitié de Friburgo junta metade Gruyère e metade Vacherin fribourgeois; a fondue neuchâteloise e a vaudoise usam outras combinações de queijos e vinhos locais, e a disputa sobre quem a inventou continua entre os cantões.
À mesa, há costumes: não se deixa o pão cair na panela, mexe-se o queijo em forma de oito e, no fundo do caquelon, a crosta tostada, chamada religieuse, é dividida no fim. Para beber, o mais comum é vinho branco ou chá.
Suíça
Promovida como prato nacional a partir dos anos 1930 e servida em todo o país, sem vínculo único com um cantão.
Queijos suíços ralados (como Gruyère, Vacherin fribourgeois ou Emmentaler), vinho branco seco, alho, amido de milho, um pouco de kirsch em algumas receitas, pimenta e noz-moscada; cubos de pão para mergulhar.
Em grupo, com o caquelon no centro da mesa sobre um fogareiro. O pão é espetado no garfo comprido, mergulhado e girado no queijo. Acompanha vinho branco ou chá.
Prato de reunião do outono ao fim do inverno; em estações de montanha e refúgios, aparece o ano inteiro.
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É tratada assim, mas virou prato nacional no século 20, em grande parte por campanhas de promoção do queijo a partir dos anos 1930.
A versão de Friburgo, feita com metade queijo Gruyère e metade Vacherin fribourgeois.
O mais comum é vinho branco ou chá.
Sabores da Suíça

O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.

Biscoito duro de mel, amêndoas, avelãs, casca de laranja e de limão cristalizada e kirsch, coberto por uma fina camada de açúcar. Mencionado em Basileia ao menos desde 1711, é a especialidade doce mais ligada à cidade.

Grande travessa com várias carnes cozidas e defumadas e salsichas, servida sobre chucrute e feijão-verde, com batatas. É o prato festivo da cozinha bernense, ligado pela tradição à vitória de Neuenegg, em 1798.

Disco de batata ralada frita na manteiga até formar uma crosta dourada dos dois lados. Foi café da manhã dos camponeses da Suíça de língua alemã, inclusive no cantão de Berna e virou símbolo da Suíça de língua alemã, a ponto de dar nome ao Röstigraben.

Merengues secos e crocantes servidos com a crème double da Gruyère, nata espessa com pelo menos 45% de gordura. Sobremesa por excelência do banquete da Bénichon, é um dos símbolos da região da Gruyère, no cantão de Friburgo.

Caldeirão de chocolate com o brasão de Genebra, cheio de legumes de marzipã e doces, que se quebra no fim da festa da Escalade, em dezembro. Lembra a lenda da Mère Royaume e a defesa da cidade na noite de 11 para 12 de dezembro de 1602.

Torta de massa amanteigada, fechada por cima, recheada com nozes picadas envolvidas em caramelo e creme. É a especialidade doce mais conhecida dos Grisões, ligada aos confeiteiros que emigravam da Engadina para trabalhar no resto da Europa.

Rolinhos de folha de acelga recheados com massa de spätzli e carne seca ou salame da região, cozidos em caldo e leite e gratinados com queijo. Prato emblemático dos Grisões, originário da Surselva, com tantas receitas quanto famílias.

Pastelaria de massa folhada em forma de cúpula recheada com vitela, bolinhas de carne, cogumelos e passas num molho cremoso. Leva o nome da cidade e do cantão de Lucerna e também é chamada Fritschipastete, por causa da figura do carnaval local.

Bolo denso de pão amanhecido amolecido no leite, com cacau, amaretti, passas, pinhões e, muitas vezes, um pouco de grappa. Nascida para não desperdiçar o pão, é considerada o doce ticinês por excelência e cada família tem a sua receita.

Meia roda de queijo aproximada do fogo, cuja parte derretida é raspada sobre o prato e servida com batatas cozidas na casca, pepininhos e cebolinhas em conserva. Nasceu no Valais e foi apresentada como prato nacional valesano em 1909.

Destilado de losna, anis e funcho, de cor verde ou incolor, servido diluído em água fria, que fica turvo ao ser misturado. Começou a ser produzido no Val-de-Travers, no cantão de Neuchâtel, no fim do século 18, e foi proibido na Suíça de 1910 a 2005.

Purê rústico de alho-poró e batata cozidos em água e vinho branco, servido com a saucisse aux choux, salsicha defumada de porco e repolho. É a especialidade culinária mais conhecida do cantão de Vaud e faz parte do seu patrimônio imaterial.

Torta de discos de merengue de amêndoa e biscoito embebido em xarope de kirsch, com creme de manteiga, coberta de amêndoas e açúcar com desenho em losangos. Criada em Zug pelo confeiteiro Heinrich Höhn, que a anunciou em 1915.

Mistura de flocos de aveia demolhados, maçã ralada, nozes ou amêndoas, limão e leite, criada por volta de 1900 pelo médico Maximilian Bircher-Benner para os pacientes da sua clínica em Zurique. Deu origem ao muesli comido no mundo inteiro.

Tiras finas de vitela salteadas e servidas num molho de creme, vinho branco e cogumelos. É o prato que os moradores de Zurique citam primeiro quando se fala da cozinha da cidade, quase sempre acompanhado de rösti.