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As regiões turísticas dos Estados Unidos, cada uma com as suas cidades: o que fazer, quando ir e como chegar a partir do Brasil. De Orlando e Nova York à Califórnia, ao Grand Canyon e ao Havaí.
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Rotas, destinos e cidades dos Estados Unidos, com o que fazer, quando ir e como chegar a partir do Brasil.
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Na foto: Golden Gate — São Francisco
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
O guia
Os parques de Orlando, as praias de Miami e das Florida Keys, Nova York e Washington, a Califórnia de Los Angeles a São Francisco, Las Vegas e o Grand Canyon, os parques nacionais do Oeste, o Havaí e o Alasca. Cada destino tem as cidades, os atrativos, quando ir e como chegar a partir do Brasil.
O guia tem três portas de entrada, para você começar pelo caminho que preferir: as rotas, que ligam cidades num mesmo percurso; os destinos, que são as regiões turísticas; e os estados, com as principais cidades de cada um.
Os textos são escritos a partir de fontes oficiais de turismo, como o turismo nacional e o dos estados, os parques nacionais e as prefeituras, e o guia está sempre ganhando cidades e rotas novas.
Conheça o Cidade Turismo: quem faz, como o conteúdo é escrito e os números do guia →
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As regiões turísticas dos Estados Unidos, cada uma com as suas cidades: o que fazer, quando ir e como chegar a partir do Brasil. De Orlando e Nova York à Califórnia, ao Grand Canyon e ao Havaí.
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O guia organizado por estado: cada um com os seus destinos, cidades e rotas, e cada cidade com os atrativos.
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Limites: U.S. Census Bureau / geoBoundaries (domínio público). Adaptação do Cidade Turismo.
Para começar
Seis cidades do guia, que mudam a cada dia.

Anaheim é a base dos parques Disneyland e Disney California Adventure, que têm entradas próximas, mas atrações e propostas próprias. Dormir na região reduz o trajeto de uma visita que costuma ocupar o dia inteiro.

Winter Haven fica numa região de lagos do centro da Flórida e recebe o LEGOLAND Florida, seu parque aquático, o Peppa Pig Theme Park e o SEA LIFE Florida. A cidade entra na viagem de Orlando como etapa voltada principalmente às famílias com crianças.

Yosemite Valley é uma localidade dentro do parque nacional, cercada por paredes de granito. El Capitan, Lower Yosemite Fall, Tunnel View e vistas de Half Dome formam o circuito do vale, com caminhadas e transporte interno conforme a operação.

Alexandria tem um centro antigo ligado ao porto do Potomac, com ruas de tijolos e casas dos séculos XVIII e XIX. Old Town Alexandria concentra o passeio entre King Street e a orla; o ritmo é diferente do circuito de grandes museus de Washington.

Nova York ocupa ilhas e margens ligadas por pontes e metrô. Manhattan concentra Central Park, Times Square, os museus Met, MoMA e Guggenheim, a Broadway e o embarque para a Estátua da Liberdade; atravessar a Brooklyn Bridge muda a vista da cidade.

Kissimmee ocupa a margem norte do lago Tohopekaliga e funciona como base para o setor Disney da região de Orlando. O Kissimmee Lakefront Park oferece uma pausa ao ar livre entre os dias de parques, sem depender de ingresso para um grande complexo.
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O aplicativo
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Antes de ir
O inglês é a língua oficial do país. O espanhol é muito falado, sobretudo em Miami, no Texas, na Califórnia e em Nova York, e em Orlando e Miami é comum encontrar atendimento em português em parques, lojas e hotéis. Fora dessas áreas, o inglês básico ajuda no dia a dia.
A moeda é o dólar americano (USD). Cartões de crédito e débito, inclusive por aproximação e pelo celular, são aceitos em quase todo lugar, e alguns estabelecimentos nem recebem dinheiro. O preço da etiqueta não inclui o imposto sobre vendas, que é somado no caixa e muda de um estado para outro. Leve algumas notas pequenas para gorjetas.
O brasileiro precisa de passaporte válido e de visto de turista (B1/B2), pedido com antecedência; o primeiro visto exige entrevista presencial no consulado, em qualquer idade. O tempo de permanência é decidido pelo agente de imigração na chegada. Confira as regras no site da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. As exigências podem mudar: confirme antes de viajar.
Depende da região e da época, porque o país tem seis fusos e horário de verão de março a novembro. Nova York e a Flórida ficam 2 horas atrás de Brasília de novembro a março e 1 hora atrás no restante do ano. A Califórnia, Las Vegas e Seattle ficam 5 horas atrás, ou 4 no horário de verão americano. O Havaí, que não muda a hora, fica 7 horas atrás o ano todo.
Não. As tomadas americanas são dos tipos A e B, com dois pinos chatos (e um redondo de terra no tipo B), e o plugue brasileiro não encaixa: leve um adaptador. A voltagem é de 120 V. Aparelhos bivolt, como a maioria dos celulares e notebooks, funcionam só com o adaptador; os que são só 220 V precisam de transformador.
Há três caminhos: o roaming do plano brasileiro, que costuma sair caro, um chip pré-pago americano ou um eSIM de viagem instalado antes de embarcar. As redes são 4G e 5G, e o aparelho precisa funcionar em 4G, porque o 3G foi desligado no país. Hotéis, cafés e aeroportos costumam ter Wi-Fi; nos parques nacionais e nas estradas do deserto o sinal some com frequência.
Estados Unidos No guia Em breve
Perguntas frequentes
Na maioria dos estados vale a CNH com o passaporte. Leve a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Detran, porque alguns estados e muitas locadoras pedem, e confirme com a locadora. Lá se dirige do lado direito, como no Brasil, e as placas mostram distâncias e velocidades em milhas.
Depende do destino. A primavera (abril a junho) e o outono (setembro a novembro) costumam ser as melhores épocas para as cidades e os parques. A Flórida, o sul da Califórnia e o Havaí são agradáveis no inverno americano, e o esqui no Colorado e em Utah vai de dezembro a abril. As estações são invertidas em relação ao Brasil, e a temporada de furacões do Atlântico vai de junho a novembro.
Sim. A água das redes públicas é tratada e segue normas federais, e os americanos bebem água da torneira. Restaurantes costumam servir um copo de água com gelo sem cobrar. Em trilhas, a água de rios e lagos deve ser filtrada ou fervida.
Sim, ela é esperada e quase nunca vem incluída. Em restaurantes com serviço de mesa, o costume é deixar de 15% a 20% sobre a conta; em grupos grandes e em alguns restaurantes ela já vem na conta, então confira antes de somar. Barmen, camareiras, carregadores, motoristas e guias também costumam receber gorjeta.
Um guia de viagem em português para o brasileiro que vai aos Estados Unidos, organizado em rotas, destinos, estados e cidades. Cada cidade tem o que fazer, os atrativos, quando ir e como chegar a partir do Brasil.
A rota é um percurso que liga várias cidades. O destino é uma região turística com as suas cidades, como Miami Beach e Fort Lauderdale, em Miami. A cidade é o lugar em si, com os atrativos dela.
São ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele. As fotos enviadas pelos viajantes aparecem separadas, como fotos dos viajantes.
Escreva o nome no campo de busca: vale rota, destino, estado, cidade ou atrativo. Ou entre por Rotas, Destinos ou Estados e cidades, no menu.
Sim. Os destinos já traduzidos estão em espanhol e em inglês em cidadeturismo.com, e os outros entram aos poucos.
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