
Chocolat suisse
O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.
Sabores · Berna
Grande travessa com várias carnes cozidas e defumadas e salsichas, servida sobre chucrute e feijão-verde, com batatas. É o prato festivo da cozinha bernense, ligado pela tradição à vitória de Neuenegg, em 1798.
Prato típico de Berna, Berna
Também chamado: Bernerplatte
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Berner Platte — Berna, Suíça
A Berner Platte é a travessa farta da cozinha de Berna. Sobre uma camada de chucrute e de feijão-verde, chegam à mesa diferentes carnes de porco e de boi, cozidas ou defumadas, e salsichas próprias da região, com batatas cozidas. Mais que uma receita fixa, é um conjunto que varia conforme a casa e a estação.
A tradição bernense liga o prato a um episódio de 1798. Naquele ano, durante a invasão francesa, as tropas de Berna venceram os franceses em Neuenegg, a sudoeste da cidade, no mesmo dia em que a capital capitulava. Conta-se que, ao voltar, os soldados foram recebidos com tudo o que havia nas despensas, servido numa só travessa. A história é transmitida como tradição; não há registro que a confirme como origem do prato.
O preparo exige tempo. Cada carne cozinha separadamente, no ponto certo: costela e toucinho defumados, língua, joelho de porco, carne de boi e salsichas como a Berner Zungenwurst. O chucrute cozinha lentamente com vinho branco e bagas de zimbro, e o feijão-verde, às vezes seco e reidratado, é refogado à parte. Tudo é montado numa travessa grande, com as carnes fatiadas sobre os legumes.
A Berner Platte é prato de grupo e de inverno, servido em restaurantes tradicionais da cidade e do cantão e em festas de outono e de fim de ano. Em muitos lugares, a travessa volta à cozinha para ser reabastecida.
Berna , Berna
Prato festivo da cozinha bernense, ligado pela tradição à vitória de Neuenegg, em 1798.
Carnes de porco e de boi cozidas e defumadas (costela, toucinho, língua, joelho), salsichas bernenses como a Zungenwurst, chucrute, feijão-verde, batatas, vinho branco, zimbro e louro.
Em travessa grande, dividida à mesa, com mostarda ao lado. As carnes são fatiadas e servidas sobre o chucrute e o feijão-verde, com batatas cozidas.
Prato de outono e inverno, de almoços de família e festas; também em restaurantes tradicionais de Berna.
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Várias carnes de porco e de boi, cozidas e defumadas, salsichas, chucrute, feijão-verde e batatas, servidos numa só travessa.
Segundo a tradição, o prato lembra a refeição oferecida aos soldados bernenses depois da vitória de Neuenegg, em 1798. É uma história transmitida localmente, sem registro que a confirme.
Sobretudo no outono e no inverno, em almoços de grupo e festas.
Sabores da Suíça

O chocolate em tablete que fez da Suíça uma referência mundial a partir do século 19, com a fabricação mecanizada de Cailler, o chocolate ao leite de Daniel Peter, em Vevey, e a conchagem de Rodolphe Lindt, em Berna.

Queijo derretido com vinho branco num caquelon, mantido quente sobre um fogareiro, em que cada pessoa mergulha cubos de pão com um garfo comprido. Promovida como prato nacional a partir dos anos 1930, é servida em toda a Suíça nos meses frios.

Biscoito duro de mel, amêndoas, avelãs, casca de laranja e de limão cristalizada e kirsch, coberto por uma fina camada de açúcar. Mencionado em Basileia ao menos desde 1711, é a especialidade doce mais ligada à cidade.

Disco de batata ralada frita na manteiga até formar uma crosta dourada dos dois lados. Foi café da manhã dos camponeses da Suíça de língua alemã, inclusive no cantão de Berna e virou símbolo da Suíça de língua alemã, a ponto de dar nome ao Röstigraben.

Merengues secos e crocantes servidos com a crème double da Gruyère, nata espessa com pelo menos 45% de gordura. Sobremesa por excelência do banquete da Bénichon, é um dos símbolos da região da Gruyère, no cantão de Friburgo.

Caldeirão de chocolate com o brasão de Genebra, cheio de legumes de marzipã e doces, que se quebra no fim da festa da Escalade, em dezembro. Lembra a lenda da Mère Royaume e a defesa da cidade na noite de 11 para 12 de dezembro de 1602.

Torta de massa amanteigada, fechada por cima, recheada com nozes picadas envolvidas em caramelo e creme. É a especialidade doce mais conhecida dos Grisões, ligada aos confeiteiros que emigravam da Engadina para trabalhar no resto da Europa.

Rolinhos de folha de acelga recheados com massa de spätzli e carne seca ou salame da região, cozidos em caldo e leite e gratinados com queijo. Prato emblemático dos Grisões, originário da Surselva, com tantas receitas quanto famílias.

Pastelaria de massa folhada em forma de cúpula recheada com vitela, bolinhas de carne, cogumelos e passas num molho cremoso. Leva o nome da cidade e do cantão de Lucerna e também é chamada Fritschipastete, por causa da figura do carnaval local.

Bolo denso de pão amanhecido amolecido no leite, com cacau, amaretti, passas, pinhões e, muitas vezes, um pouco de grappa. Nascida para não desperdiçar o pão, é considerada o doce ticinês por excelência e cada família tem a sua receita.

Meia roda de queijo aproximada do fogo, cuja parte derretida é raspada sobre o prato e servida com batatas cozidas na casca, pepininhos e cebolinhas em conserva. Nasceu no Valais e foi apresentada como prato nacional valesano em 1909.

Destilado de losna, anis e funcho, de cor verde ou incolor, servido diluído em água fria, que fica turvo ao ser misturado. Começou a ser produzido no Val-de-Travers, no cantão de Neuchâtel, no fim do século 18, e foi proibido na Suíça de 1910 a 2005.

Purê rústico de alho-poró e batata cozidos em água e vinho branco, servido com a saucisse aux choux, salsicha defumada de porco e repolho. É a especialidade culinária mais conhecida do cantão de Vaud e faz parte do seu patrimônio imaterial.

Torta de discos de merengue de amêndoa e biscoito embebido em xarope de kirsch, com creme de manteiga, coberta de amêndoas e açúcar com desenho em losangos. Criada em Zug pelo confeiteiro Heinrich Höhn, que a anunciou em 1915.

Mistura de flocos de aveia demolhados, maçã ralada, nozes ou amêndoas, limão e leite, criada por volta de 1900 pelo médico Maximilian Bircher-Benner para os pacientes da sua clínica em Zurique. Deu origem ao muesli comido no mundo inteiro.

Tiras finas de vitela salteadas e servidas num molho de creme, vinho branco e cogumelos. É o prato que os moradores de Zurique citam primeiro quando se fala da cozinha da cidade, quase sempre acompanhado de rösti.