
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Lima
Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.
Doce típico de Lima, Lima Metropolitana
Também chamado: turrón Doña Pepa
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Turrón de Doña Pepa — Lima, Peru
O turrón de Doña Pepa é feito com bastões de massa de farinha, manteiga, gemas e anis, assados e empilhados em camadas, como um tabuleiro. Entre as camadas e por cima vai um mel grosso de chancaca, o açúcar mascavo em bloco, perfumado com frutas e especiarias. A cobertura leva confeitos coloridos e grageias. Corta-se em pedaços retangulares.
O doce é inseparável de outubro em Lima, o mês roxo do Señor de los Milagros, a imagem do Cristo de Pachacamilla que sai em procissão pelo centro da cidade. Nesses dias o turrón se vende nas ruas, nas padarias e diante das igrejas, e o portal Marca Perú o chama de símbolo da cristandade limenha.
A origem tem várias versões. A mais conhecida fala de Josefa Marmanillo, uma mulher afrodescendente escravizada do vale de Cañete, ao sul de Lima, que no fim do século 18 teria sido curada de uma paralisia nos braços depois de rezar ao Cristo e criado o doce em agradecimento. Outras versões citam uma cozinheira limenha chamada Josefa e uma Josefa Piérola, liberta, que tinha uma confeitaria em Lima em 1880. Nenhuma tem prova definitiva.
No século 19, vendedores ambulantes anunciavam pelas ruas "os bons turrones de Doña Pepa". Hoje há turrón o ano todo, mas a tradição de outubro continua. Turrón de Doña Pepa é nome de um tipo de doce, não de uma marca.
Lima , Lima Metropolitana
Doce da procissão do Señor de los Milagros, no centro de Lima, em outubro.
Farinha de trigo, manteiga ou banha, gemas, anis e gergelim na massa; mel de chancaca com frutas e especiarias; confeitos e grageias coloridas.
Em pedaços retangulares, à mão ou com garfo, com café ou chá.
Outubro, mês do Señor de los Milagros, em Lima.
Tire suas dúvidas
Porque é o doce ligado ao Señor de los Milagros, cuja procissão percorre o centro de Lima em outubro. Nesse mês o turrón se vende nas ruas e diante das igrejas.
A versão mais conhecida fala de Josefa Marmanillo, mulher afrodescendente do vale de Cañete que teria criado o doce em agradecimento ao Cristo de Pachacamilla. Há outras versões, e nenhuma tem prova definitiva.
Não. É o nome de um tipo de doce, feito por várias padarias e confeitarias.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.