
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Chiclayo
Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.
Prato típico de Chiclayo, Lambayeque
Também chamado: arroz con pato a la chiclayana, pato con arroz a la chiclayana
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Arroz con pato — Chiclayo, Peru
O arroz con pato é um prato de panela única. As peças de pato são marinadas em alho, vinagre, sal, pimenta e ají amarelo, douradas e cozidas. O arroz é cozido no mesmo refogado com um purê de coentro, que lhe dá a cor verde, e com um pouco de chicha de jora, a bebida de milho fermentado, ou cerveja preta. O prato se serve com salsa criolla de cebola e, às vezes, com alface.
A agência oficial Andina conta que, no século 19, o prato era conhecido como pato con arroz a la chiclayana, porque teria surgido nas cozinhas das famílias da província de Chiclayo. O pato fazia parte da dieta dos povos mochica e chimú, que viviam nessa costa antes dos incas; o arroz chegou depois, com os espanhóis, e os dois se juntaram nas cozinhas da região.
O prato é um dos símbolos da cozinha de Lambayeque, celebrada no Dia da Gastronomia Lambayecana, em 15 de junho. Segundo a Andina, inspirou o arroz con pollo, versão com frango que se come em todo o país.
Chiclayo , Lambayeque
No século 19 o prato era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.
Pato, arroz, coentro, chicha de jora ou cerveja preta, ají amarelo, alho, vinagre, cebola; salsa criolla para servir.
Quente, no almoço, com uma peça de pato sobre o arroz verde e salsa criolla ao lado.
Prato de almoço em Chiclayo e em toda a região de Lambayeque.
Tire suas dúvidas
Por causa do purê de coentro em que o arroz é cozido, junto com chicha de jora ou cerveja preta.
Sim, a tradição o liga à província de Chiclayo, onde no século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.
O preparo é parecido, mas um leva pato e o outro, frango. Segundo a Andina, o arroz con pollo foi inspirado no arroz con pato.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.