
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Arequipa
Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.
Prato típico de Arequipa, Arequipa
Também chamado: ocopa
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Ocopa arequipeña — Arequipa, Peru
A ocopa é um creme espesso e de cor intensa, feito com huacatay, uma erva andina de aroma forte, ají amarelo, amendoim, queijo fresco ou paria e outros temperos. O jeito tradicional de prepará-la é no batán, a pedra plana de moer usada nas cozinhas andinas, que dá ao creme a textura característica.
O creme é servido sobre rodelas de batata cozida, como entrada, e decorado com ovo cozido, azeitona de botija e folhas de alface. O huacatay e o ají amarelo dão o sabor que distingue a ocopa de outros cremes da cozinha peruana.
A ocopa arequipeña é uma Especialidade Tradicional Garantida, registro do Indecopi que protege a receita e o modo de preparo. O registro foi concedido pela Resolução 30646-2025, de 19 de setembro de 2025. O certificado foi entregue em 2025 à Sociedad Picantera de Arequipa, que pediu o registro. O Indecopi verificou que os ingredientes e o método se mantêm há mais de três décadas, e a receita como se conhece hoje se consolidou nos anos 1990, no trabalho das picanteras.
Por isso a ocopa é ligada às picanterías de Arequipa, os restaurantes tradicionais da cidade conduzidos em grande parte por mulheres, que guardam e passam adiante as receitas. A ocopa existe também em outras regiões do Peru, com receitas diferentes.
Arequipa , Arequipa
Receita protegida a pedido da Sociedad Picantera de Arequipa.
Huacatay, ají amarelo, amendoim, queijo fresco ou paria, cebola e alho, moídos; batata cozida, ovo cozido, azeitona de botija e alface para servir.
Fria ou em temperatura ambiente, como entrada: o creme por cima das rodelas de batata, com ovo e azeitona.
Entrada de todo dia nas picanterías de Arequipa.
Tire suas dúvidas
Um creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona.
Sim. Em 2025, o Indecopi a reconheceu como Especialidade Tradicional Garantida, registro que protege a receita e o modo de preparo tradicionais.
Uma erva andina de aroma forte, usada em molhos e cremes da cozinha peruana. Na ocopa, é o ingrediente que dá o sabor e a cor.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.