
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Lima
Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".
Doce típico de Lima, Lima Metropolitana
Também chamado: suspiro limeño, suspiro de limeña
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Suspiro a la limeña — Lima, Peru
O suspiro a la limeña é um doce de colher em duas partes. Embaixo vai um manjar blanco, creme espesso de leite e açúcar cozidos lentamente, enriquecido com gemas. Em cima, um merengue firme feito com claras e calda de açúcar e vinho do Porto, polvilhado com canela. Costuma ser servido em copinhos ou taças pequenas, porque é muito doce.
Os dois elementos chegaram com os espanhóis. O manjar blanco é herdeiro de um creme da cozinha medieval europeia, e o merengue já era conhecido na Espanha como suspiro. Em Lima, os dois se juntaram na doçaria criolla, e o doce é apontado como limenho desde o século 19. Um dicionário de cozinha de 1868 descreve uma preparação parecida com o nome de manjar real del Perú.
A história mais repetida sobre o nome envolve a cozinheira Amparo Ayarza e o marido, o poeta José Gálvez Barrenechea, que teria comparado o doce ao suspiro suave de uma mulher. As datas não fecham com a origem no século 19, já que Gálvez nasceu em 1885: a versão é tradição, não registro.
O doce é um dos símbolos da doçaria de Lima e aparece ao lado do turrón e dos picarones entre as delícias da capital. Doçarias da cidade fazem versões com lúcuma, maracujá e outras frutas.
Lima , Lima Metropolitana
Doce da doçaria criolla de Lima, que leva a cidade no nome.
Leite, açúcar e gemas no manjar blanco; claras, açúcar e vinho do Porto no merengue; canela em pó por cima.
Frio, de colher, em copinho ou taça pequena, como sobremesa.
Sobremesa de todo dia e de almoços de família.
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Um doce de Lima em duas camadas: manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela.
O nome quer dizer "suspiro da limenha". A tradição atribui o nome ao poeta José Gálvez, que teria comparado o doce ao suspiro de uma mulher, mas a história não tem confirmação.
O merengue tradicional leva vinho do Porto, cozido na calda de açúcar. Algumas versões substituem o vinho.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.