
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Arequipa
Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.
Doce típico de Arequipa, Arequipa
Também chamado: queso helado arequipeño
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Queso helado — Arequipa, Peru
O queso helado é um sorvete cremoso de leite. O leite é fervido com açúcar, canela e cravo, e em muitas receitas recebe coco ralado e gemas. Depois de esfriar, a mistura é mexida numa bacia sobre gelo até ganhar a consistência de sorvete.
O nome engana: não há queijo na receita. Ele vem da aparência, branca e com pequenos grumos, que lembra um queijo fresco. Por cima, os vendedores polvilham canela.
A origem tem duas versões. Uma diz que o doce nasceu no Mosteiro de Santa Catalina, fundado em 1579, onde as freiras preparavam doces para as famílias ricas. Outra o liga às zonas leiteiras das terras altas da região, como Chuquibamba, Viraco e Pampacolca, e ao gelo que se trazia das montanhas. Nenhuma das duas tem prova definitiva.
Desde 2012, a Municipalidad Provincial de Arequipa celebra o Día del Queso Helado no quarto domingo de janeiro, na Plaza de Armas. O doce se vende em carrinhos nas praças e nos bairros tradicionais, como Yanahuara, e nas picanterías.
Arequipa , Arequipa
Doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio criado pela prefeitura da cidade.
Leite fresco e evaporado, açúcar, canela, cravo, coco ralado e, em muitas receitas, gemas.
Em copinho ou casquinha, polvilhado com canela, logo depois de servido.
O ano todo, sobretudo nos dias de sol; o Día del Queso Helado é no quarto domingo de janeiro.
Tire suas dúvidas
Não. O nome vem da aparência, branca e com pequenos grumos, que lembra queijo fresco. É um sorvete de leite com canela, cravo e coco.
No quarto domingo de janeiro, com celebração na Plaza de Armas organizada pela Municipalidad Provincial de Arequipa desde 2012.
Nos carrinhos das praças e dos bairros tradicionais, como Yanahuara, e nas picanterías da cidade.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.