
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Puno
Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.
Prato típico de Puno, Puno
Também chamado: chawlla wallaque, chaulla thimpo, chaulla huallaque, caldo de carachi, thimpo de carachi, chawlla thimpu
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Chawlla thimpo — Puno, Peru
O chawlla thimpo é um caldo de peixe do lago Titicaca. O peixe tradicional é o carachi, pequeno e nativo do lago; hoje também se usam o mauri, outra espécie nativa, e o pejerrey ou a truta, introduzidos no lago. Os peixes cozinham inteiros com muña, uma erva andina aromática. Batata e chuño, a batata desidratada pelo frio do altiplano, são cozidos à parte e entram na hora de servir.
O inventário turístico do Peru reúne as denominações chawlla thimpu e chawlla wallaque na mesma ficha, mas descreve diferenças regionais de apresentação. Em parte de Puno, o peixe, a batata e o chuño chegam no prato e o caldo é servido à parte; na versão chamada wallaque, os ingredientes e o caldo podem vir juntos.
Em Puno, à beira do lago, o caldo é comida de todo dia, vendida nos mercados da cidade, e é conhecido como "levantamuerto", o caldo procurado depois das festas. Pela Ordenança 021-2024-CM/MPP, de 31 de outubro de 2024, a Municipalidad Provincial de Puno declarou 5 de novembro o Dia do Chawlla Thimpo e do Chawlla Wallaque, e as preparações foram incluídas no Inventário Nacional de Recursos Turísticos do Peru.
O carachi é um peixe de muitas espinhas. Coma devagar, separando a carne com cuidado, e tome o caldo à parte, como é costume.
Puno , Puno
A prefeitura de Puno criou o dia do prato, comida de todo dia na cidade à beira do Titicaca.
Peixes do lago Titicaca (carachi, mauri, pejerrey ou truta), batata, chuño, muña, cebola, alho e sal.
Quente, em prato fundo, com o peixe inteiro e o caldo. O caldo costuma ser tomado à parte.
Comida de todo dia em Puno; o dia do prato é 5 de novembro.
Tire suas dúvidas
Um caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida de todo dia em Puno.
O inventário turístico reúne chawlla thimpu e chawlla wallaque na mesma ficha, com variantes regionais. O peixe pode chegar com batata e chuño e o caldo à parte, ou com todos os ingredientes juntos no prato.
Sim, muitas. Coma devagar, separando a carne com cuidado.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.