
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Arequipa
Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.
Prato típico de Arequipa, Arequipa
Também chamado: rocoto relleno arequipeño
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Rocoto relleno — Arequipa, Peru
O rocoto é uma pimenta grande e redonda, carnuda e muito picante, cultivada nos Andes. Para o rocoto relleno, ela é aberta por cima, limpa das sementes e das nervuras e aferventada em água com sal e vinagre para perder parte do ardor.
O recheio é um refogado de carne picada com alho, cebola, orégano, cominho e ají panca, com amendoim torrado, azeitona e, em muitas versões, passas e ovo cozido. Depois de recheado, o rocoto recebe fatias de queijo, é tampado com a própria parte de cima e vai ao forno até o queijo derreter.
A agência oficial Andina chama o rocoto relleno de prato abanderado da cozinha arequipeña. Ele é presença obrigatória nas picanterías, os restaurantes tradicionais da cidade, herdeiros das antigas chicherías, que o Ministério da Cultura declarou Patrimônio Cultural da Nação em 2014. Desde 2019, Arequipa faz parte da Rede de Cidades Criativas da UNESCO na gastronomia.
O acompanhamento clássico é o pastel de papa, uma torta de batata em camadas com queijo e leite, assada no forno. O picor varia de uma picantería para outra: quem não está acostumado pode perguntar antes.
Arequipa , Arequipa
Prato abanderado da cozinha arequipeña, servido nas picanterías da cidade.
Rocoto, carne bovina picada, cebola, alho, ají panca, orégano, cominho, amendoim torrado, azeitona, queijo; em algumas versões, passas e ovo cozido.
Quente, inteiro no prato, com pastel de papa ao lado. Nas picanterías, costuma ser servido como entrada.
Prato de todo dia nas picanterías de Arequipa.
Tire suas dúvidas
Pode ser. O rocoto é aferventado em água com sal e vinagre para perder parte do ardor, mas o picor varia de uma picantería para outra. Pergunte antes de pedir.
O pastel de papa, torta de batata em camadas com queijo e leite, assada no forno.
Nas picanterías, os restaurantes tradicionais da cidade, declarados Patrimônio Cultural da Nação, que servem a cozinha arequipeña.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.