
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Trujillo
Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.
Prato típico de Trujillo, La Libertad
Também chamado: shambar trujillano
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Shambar — Trujillo, Peru
O shambar é uma sopa grossa de trigo descascado com várias leguminosas: feijão, grão-de-bico, ervilha, fava e lentilha, conforme a receita. Leva também carnes, sobretudo de porco, como pele e presunto, e às vezes outras carnes. O tempero tem ají panca, alho e cominho, e a hortelã, colocada no fim, dá o aroma que identifica o prato.
O shambar é considerado o prato insígnia de Trujillo e tem dia certo: segunda-feira. Nesse dia ele aparece nos cardápios de restaurantes e mercados da cidade e de todo o norte do Peru. A explicação mais repetida para o costume é que a sopa farta dava energia para começar a semana, hábito atribuído aos trabalhadores das antigas fazendas da região.
A receita junta ingredientes andinos e espanhóis: o trigo e as leguminosas trazidas da Europa com o tempero de ají e as carnes de porco da cozinha criolla. Algumas fontes ligam a origem do prato à serra de La Libertad.
Costuma ser servido com cancha (milho tostado) e ají à parte, para cada um ajustar o picor.
Trujillo , La Libertad
Prato insígnia de Trujillo, servido tradicionalmente às segundas-feiras.
Trigo descascado, feijão, grão-de-bico, ervilha, fava e lentilha; pele de porco e presunto; ají panca, alho, cominho e hortelã.
Quente, em prato fundo, com cancha e ají à parte.
Segundas-feiras, em Trujillo e no norte do Peru.
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É o costume de Trujillo e do norte do Peru. A explicação mais repetida é que a sopa farta dava energia para começar a semana, hábito atribuído aos trabalhadores das fazendas da região.
Trigo descascado, feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, carnes de porco como pele e presunto, ají panca e hortelã.
Moderadamente. O ají costuma vir à parte, para cada um ajustar o picor.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.