
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Lima
Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.
Bebida típica de Lima, Lima Metropolitana
Também chamado: piscosauer
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Pisco sour — Lima, Peru
O pisco sour é feito com pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batidos com gelo até formar uma espuma branca por cima. Serve-se em copo baixo, com algumas gotas de amargo de angostura sobre a espuma. A proporção clássica costuma ser de três partes de pisco para uma de limão.
A Academia Peruana del Pisco situa a origem do coquetel no Morris Bar, que funcionou no centro de Lima entre 1916 e 1929. O bar era do americano Victor Vaughen Morris, que vivia na cidade. A receita moderna, com clara de ovo e amargo, é atribuída a um bartender que trabalhava ali no fim dos anos 1920. Um livro de receitas de 1903 já trazia uma bebida parecida, sem esse nome. Outras versões de origem, de bares do século 19, não têm documento.
O Estado peruano criou o Día Nacional del Pisco Sour, celebrado no primeiro sábado de fevereiro, por resolução do Ministério da Produção de 2004. Nesse dia há degustações e concursos em Lima e em outras cidades.
A base é o pisco, a aguardente de uva com denominação de origem peruana. O coquetel também se prepara no Chile, onde há outra tradição de pisco. É uma bebida forte: aprecie com moderação. O pisco sour também foi declarado Patrimônio Cultural da Nação pela Resolução Diretoral Nacional 1180-INC, de 2007.
Lima , Lima Metropolitana
A Academia Peruana del Pisco situa a origem do coquetel num bar do centro de Lima.
Pisco, suco de limão, xarope de açúcar, clara de ovo, gelo e amargo de angostura.
Gelado, em copo baixo, logo depois de batido, com as gotas de amargo sobre a espuma. Costuma ser servido como aperitivo.
Aperitivo de todo dia; no Día Nacional del Pisco Sour, primeiro sábado de fevereiro.
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A Academia Peruana del Pisco situa a origem no Morris Bar, no centro de Lima, que funcionou entre 1916 e 1929. A receita com clara de ovo e amargo se firmou ali no fim dos anos 1920.
No primeiro sábado de fevereiro, por resolução do Ministério da Produção do Peru de 2004.
Pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batidos com gelo, com gotas de amargo de angostura por cima.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.