
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Ica
Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.
Bebida típica de Ica
Também chamado: pisco peruano
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Pisco — Ica, Peru
O pisco é uma aguardente de uva. Faz-se com o mosto de uvas pisqueiras, fermentado e destilado logo depois, sem acréscimo de água, açúcar ou outros ingredientes. As uvas autorizadas são oito: quebranta, negra criolla, mollar, uvina, italia, moscatel, albilla e torontel, umas mais neutras, outras aromáticas.
Há três tipos. O pisco puro é feito com uma só variedade de uva; o acholado mistura variedades; o mosto verde é destilado antes de o mosto terminar de fermentar, o que deixa a bebida mais macia.
O pisco foi a primeira denominação de origem reconhecida pelo Estado peruano, em 12 de dezembro de 1990, e o Indecopi lhe deu depois o grau de denominação de origem renomada. Pelo regulamento, só pode ser produzido na costa dos departamentos de Lima, Ica, Arequipa e Moquegua e nos vales de Locumba, Sama e Caplina, em Tacna. Ica, com seus vales irrigados no deserto, é um dos departamentos mais associados à bebida; a página fica aqui como lugar de representação, não como origem exclusiva.
A destilação de uva na costa sul do Peru vem da época colonial, e cronistas do século 16 e 17 já falavam dela. O pisco se toma puro, em copo pequeno, ou em coquetéis como o pisco sour e o chilcano. O Dia Nacional do Pisco é o quarto domingo de julho. O Chile também produz uma aguardente chamada pisco, com regras próprias; a página não entra nessa disputa. É bebida forte: aprecie com moderação.
Mosto fresco de uvas pisqueiras (quebranta, negra criolla, mollar, uvina, italia, moscatel, albilla e torontel), fermentado e destilado.
Puro, em copo pequeno, à temperatura ambiente, ou em coquetéis como o pisco sour e o chilcano.
Aperitivo e brinde; o Dia Nacional do Pisco é o quarto domingo de julho.
Tire suas dúvidas
Só na costa dos departamentos de Lima, Ica, Arequipa e Moquegua e nos vales de Locumba, Sama e Caplina, em Tacna, conforme a denominação de origem.
Puro, feito com uma só variedade de uva; acholado, que mistura variedades; e mosto verde, destilado antes de a fermentação terminar.
No quarto domingo de julho.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.