
Chupe de camarones
Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.
Sabores · Piura
Banana-verde frita e amassada com carne seca, chicha de jora, ají panca e coentro. É um dos pratos mais representativos de Piura, reconhecido pelo Indecopi como Especialidade Tradicional Garantida em 2026.
Prato típico de Piura, Piura
Também chamado: seco de chavelo
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Seco de chabelo — Piura, Peru
O seco de chabelo junta dois ingredientes da cozinha de Piura: a banana-verde e a carne seca. A banana, de uma variedade grande e firme, é cortada em rodelas, frita e depois amassada, numa técnica chamada machacado. A carne seca, cozida ou frita conforme a versão, entra com um refogado de ají panca, alho, cebola, tomate, cominho e chicha de jora, a bebida de milho fermentado, e é finalizada com coentro.
O resultado é um prato denso, servido quente, com o sabor da banana tostada e da carne seca. A Universidad de Piura o descreve como manifestação cultural viva, ligada à memória, ao território e às formas de compartilhar a comida nas famílias piuranas.
Pela Resolução 17430-2026, de 15 de maio de 2026, o Indecopi reconheceu o seco de chabelo como Especialidade Tradicional Garantida, numa cerimônia na Municipalidad Provincial de Piura em que o registro foi entregue a 25 cozinheiros da cidade. É a terceira receita da região com esse registro, depois da sopa de novios de Cura Mori e da malarrabia de Catacaos.
O prato se come nas picanterías e restaurantes de Piura e de Catacaos, e a prefeitura de Piura promove o Dia do Seco de Chabelo, com feira gastronômica. Ele aparece com as duas grafias, chabelo e chavelo.
Piura , Piura
Receita protegida entregue a cozinheiros de Piura na prefeitura da cidade.
Banana-verde, carne seca, chicha de jora, ají panca, alho, cebola, tomate, cominho, coentro e óleo.
Quente, no almoço, às vezes com chifles (lascas de banana frita) ou salsa criolla ao lado.
Prato de almoço em Piura e no Baixo Piura; há um dia do prato promovido pela prefeitura. Segundo a prefeitura de Piura, o Dia do Seco de Chavelo foi instituído para o terceiro sábado de outubro.
Tire suas dúvidas
Um prato de Piura feito com banana-verde frita e amassada e carne seca, temperado com chicha de jora, ají panca e coentro.
As duas são usadas. O registro do Indecopi cita "seco de chabelo / seco de chavelo".
Sim. Em maio de 2026, o Indecopi o reconheceu como Especialidade Tradicional Garantida, a terceira de Piura.
Sabores do Peru

Sopa espessa de camarão de rio com batata, ovo, leite e queijo. É chamada de embaixadora da cozinha tradicional arequipeña e servida como prato principal nas picanterías.

Creme de huacatay, ají amarelo, amendoim e queijo, moído tradicionalmente no batán e servido sobre batatas cozidas com ovo e azeitona. É Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi, pedida pelas picanteras de Arequipa.

Sorvete artesanal de leite, açúcar, canela, cravo e coco, mexido numa bacia sobre gelo. Apesar do nome, não leva queijo. É o doce mais conhecido de Arequipa, com dia próprio no calendário da cidade.

Pimenta rocoto aferventada para tirar o ardor, recheada com carne picada, cebola, amendoim e azeitona, coberta de queijo e assada. É o prato mais emblemático das picanterías de Arequipa.

Arroz verde de coentro cozido com chicha de jora ou cerveja preta, com pato marinado em ají, alho e vinagre. No século 19 era conhecido como pato con arroz a la chiclayana.

Prato frio de festa com cuy assado, galinha, cecina, chouriço, torreja, cancha, queijo, alga cochayuyo e rocoto. É o prato do Corpus Christi no Cusco.

Batatas cozidas cobertas com um creme de ají amarelo, queijo fresco e leite, moído no batán, com alface, ovo e azeitona. A receita da tradição da província de Huancayo é Especialidade Tradicional Garantida do Indecopi.

Aguardente de uva destilada de mostos frescos de uvas pisqueiras, sem água nem açúcar. É a primeira denominação de origem do Peru e se produz na costa de cinco departamentos, entre eles Ica.

Bombom de manjar blanco com recheio de fruta cristalizada ou nozes-pecã, coberto de fondant; a chocoteja é a versão com chocolate. É o doce tradicional de Ica, reconhecido pela prefeitura como patrimônio culinário.

Alfajor grande de biscoitos amanteigados intercalados com manjar blanco, doce de abacaxi e doce de amendoim. Nasceu na cidade de Lambayeque, e o nome vem do filme de 1933.

Massa fria de batata amarela amassada com ají amarelo e limão, montada em camadas com recheio de frango, atum ou frutos do mar. Leva Lima no nome e é ligada à história da Independência.

Coquetel de pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo, batido com gelo e servido com gotas de amargo. A Academia Peruana del Pisco situa a origem num bar do centro de Lima nos anos 1920.

Doce de Lima em duas camadas: um manjar blanco de leite, açúcar e gemas, coberto por merengue com vinho do Porto e canela. O nome quer dizer "suspiro da limenha".

Bastões de massa de farinha com anis, em camadas, banhados em mel de chancaca e cobertos de confeitos coloridos. É o doce de outubro em Lima, mês da procissão do Señor de los Milagros.

Caldo de peixes do lago Titicaca, como o carachi, cozidos inteiros com batata, chuño e muña. É comida do dia a dia em Puno, com dia próprio no calendário da cidade.

Sopa espessa de trigo com feijão, grão-de-bico, ervilha e fava, com carnes de porco e presunto, perfumada com hortelã. É o prato das segundas-feiras em Trujillo.