
Dubrovačka rozata
Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.
Sabores · Stari Grad
Biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias de Stari Grad, na ilha de Hvar, modelado em figuras e decorado com açúcar. É citado num poema de 1556 e a arte de prepará-lo é bem cultural protegido.
Doce típico de Stari Grad, Split-Dalmácia
Também chamado: Paprenjok, Starigrojski paprenjok, Paprenjak de Hvar
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Starogrojski paprenjok — Stari Grad, Croácia
O paprenjok é o biscoito tradicional de Stari Grad, a cidade antiga da ilha de Hvar. A massa leva mel, azeite, farinha de trigo, prošek, o vinho doce da Dalmácia, e especiarias como canela, cravo e noz-moscada. Em Stari Grad, essa mistura de especiarias era chamada de papor até a primeira metade do século XX, e daí vem o nome do doce.
A massa é modelada à mão ou com moldes em figuras tradicionais, como corações, trevos, borboletas e cavalos, depois decoradas com traços e pontos de açúcar. O biscoito é seco e se conserva por muito tempo.
A referência escrita mais antiga ao paprenjok é do poema 'Ribanje i ribarsko prigovaranje', de Petar Hektorović, escrito em 1556 e publicado em 1568. O poema conta uma viagem de pesca de três dias de Stari Grad à ilha de Šolta, e entre as provisões aparecem os biscoitos. Segundo a tradição, as mulheres de Stari Grad os preparavam para os homens que partiam em viagens longas pelo mar.
A arte de preparar o starogrojski paprenjok está inscrita na lista de bens culturais protegidos da Croácia desde 12 de maio de 2008, sob o número Z-3909. O biscoito é levado de Hvar como lembrança e aparece nas festas e casamentos da ilha.
Stari Grad , Split-Dalmácia
Biscoito tradicional de Stari Grad, na ilha de Hvar, citado por Petar Hektorović em 1556.
Farinha de trigo, mel, azeite, prošek, canela, cravo, noz-moscada e outras especiarias; açúcar para decorar.
Seco, como biscoito, com café ou vinho doce; as peças decoradas também são guardadas como lembrança.
Festas, casamentos e datas especiais da ilha; também feito para levar em viagens.
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Um biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias, modelado em figuras e decorado com açúcar, tradicional de Stari Grad, na ilha de Hvar.
De papor, nome que em Stari Grad se dava à mistura de especiarias como canela, cravo e noz-moscada.
O poema 'Ribanje i ribarsko prigovaranje', de Petar Hektorović, escrito em 1556 e publicado em 1568, que cita o biscoito entre as provisões de uma viagem de pesca.
Sabores da Croácia

Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.

Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.

Ensopado de peixe branco com batata, cebola, alho, salsa, azeite e vinho branco, sem tomate, cozido numa panela larga. É a especialidade de peixe da ilha de Hvar.

Vinho tinto, em geral teran, aquecido com azeite, açúcar e pimenta e servido com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta, passada de mão em mão. É ritual de convivência da Ístria e bem cultural protegido da Croácia.

Bolo redondo de massa fermentada com amêndoas, nozes, passas, frutas cítricas e especiarias, pincelado com varenik ou aguardente e polvilhado com açúcar. É doce da ilha de Korčula, com indicação geográfica da União Europeia.

Massa esticada bem fina, recheada com queijo fresco, ovos e creme, enrolada e cortada em pedaços que se cozinham ou se assam. É o prato do Hrvatsko zagorje, com indicação geográfica da UE e proteção como bem cultural imaterial.

Massa caseira em tubos finos, enrolada à mão em volta de uma agulha, servida com žgvacet, um molho de carne de cordeiro ou boi, e queijo de ovelha. É a massa que simboliza a cozinha da ilha de Krk.

Torta em camadas de massa fina com quatro recheios: nozes, papoula, queijo fresco e maçã ralada. É o doce mais conhecido de Međimurje, no extremo norte da Croácia.

Ensopado picante de peixes de rio, como carpa e bagre, com cebola e muita páprica, cozido em caldeirão sobre fogo de lenha. É o prato de peixe de Osijek e da Eslavônia e Baranja.

Doce de massa folhada recheado com uma camada alta de creme de ovos e claras batidas, cortado em quadrados. A receita foi criada em Samobor nos anos 1920, e o doce é bem cultural imaterial da Croácia.

Risoto de vitela e cebola cozido por muitas horas num caldo forte, mexido sem parar com uma pá de madeira, tradicionalmente pelos homens de Skradin. Prepara-se em grande quantidade, para festas.

Carne bovina lardeada com alho, cravo e toucinho, marinada em vinho e vinagre e cozida por horas num molho escuro com ameixa seca e prošek. Em Split, é servida com nhoque ou massa.

Torta fina de massa sem fermento recheada com acelga e cebola, assada sobre a pedra quente da lareira coberta de brasas e regada com azeite e alho. É prato da região de Poljica, entre Split e Omiš, com indicação geográfica da UE.

Torta de massa fina recheada com macarrão cozido, nozes, amêndoas, açúcar, chocolate e especiarias. É o doce de Ston, na península de Pelješac, e se prepara tradicionalmente no Natal e na Páscoa.

Licor incolor destilado da cereja marasca, de sabor doce e amendoado. A tradição o liga ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade viveu da sua produção e exportação por mais de dois séculos.