
Dubrovačka rozata
Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.
Sabores · Ístria
Vinho tinto, em geral teran, aquecido com azeite, açúcar e pimenta e servido com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta, passada de mão em mão. É ritual de convivência da Ístria e bem cultural protegido da Croácia.
Bebida típica de Ístria
Também chamado: Supa, Istrian supa
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Istarska supa — Ístria, Croácia
A istarska supa é uma bebida quente de vinho tinto, quase sempre teran, aquecido junto ao fogo com azeite, açúcar e uma pitada de pimenta. Na jarra entram fatias de pão caseiro torrado, que se pescam com uma colher e se comem embebidas no vinho. O resto do vinho se bebe da própria jarra.
A jarra é a bukaleta, uma peça de cerâmica de bico largo, muitas vezes decorada. Ela passa de mão em mão em volta da mesa, e é esse gesto de partilha que faz da supa mais do que uma receita. Segundo o turismo da Ístria, os istrianos se orgulham da bukaleta, que se tornou o símbolo da tradição.
A supa é bebida sobretudo nos dias frios e escuros de inverno, junto à lareira de uma konoba, em boa companhia. O turismo da Ístria lembra que a mistura de vinho tinto, azeite, especiarias e pão lembra bebidas descritas nos poemas de Homero, e que a supa, quase esquecida, voltou às mesas pelas mãos de quem cultiva a tradição.
A prática da istarska supa foi inscrita no Registro de Bens Culturais da Croácia, por iniciativa de uma associação de Rovinj. Em Rovinjsko Selo, na área de Rovinj, se realiza também um festival dedicado à supa.
Ístria
Tradição de toda a península da Ístria, ligada à bukaleta e às konobas.
Vinho tinto (em geral teran), azeite, açúcar, pimenta-do-reino e pão caseiro em fatias torradas.
Na bukaleta, que passa de mão em mão: o pão se tira com colher e o vinho se bebe da própria jarra.
Dias frios de inverno, à beira da lareira, em reuniões de família e de amigos.
Tire suas dúvidas
Uma bebida quente de vinho tinto com azeite, açúcar e pimenta, servida com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta.
A jarra de cerâmica em que se prepara e se serve a supa, passada de mão em mão em volta da mesa.
Sobretudo nos dias frios de inverno, à beira da lareira, em companhia.
Sabores da Croácia

Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.

Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.

Ensopado de peixe branco com batata, cebola, alho, salsa, azeite e vinho branco, sem tomate, cozido numa panela larga. É a especialidade de peixe da ilha de Hvar.

Bolo redondo de massa fermentada com amêndoas, nozes, passas, frutas cítricas e especiarias, pincelado com varenik ou aguardente e polvilhado com açúcar. É doce da ilha de Korčula, com indicação geográfica da União Europeia.

Massa esticada bem fina, recheada com queijo fresco, ovos e creme, enrolada e cortada em pedaços que se cozinham ou se assam. É o prato do Hrvatsko zagorje, com indicação geográfica da UE e proteção como bem cultural imaterial.

Massa caseira em tubos finos, enrolada à mão em volta de uma agulha, servida com žgvacet, um molho de carne de cordeiro ou boi, e queijo de ovelha. É a massa que simboliza a cozinha da ilha de Krk.

Torta em camadas de massa fina com quatro recheios: nozes, papoula, queijo fresco e maçã ralada. É o doce mais conhecido de Međimurje, no extremo norte da Croácia.

Ensopado picante de peixes de rio, como carpa e bagre, com cebola e muita páprica, cozido em caldeirão sobre fogo de lenha. É o prato de peixe de Osijek e da Eslavônia e Baranja.

Doce de massa folhada recheado com uma camada alta de creme de ovos e claras batidas, cortado em quadrados. A receita foi criada em Samobor nos anos 1920, e o doce é bem cultural imaterial da Croácia.

Risoto de vitela e cebola cozido por muitas horas num caldo forte, mexido sem parar com uma pá de madeira, tradicionalmente pelos homens de Skradin. Prepara-se em grande quantidade, para festas.

Carne bovina lardeada com alho, cravo e toucinho, marinada em vinho e vinagre e cozida por horas num molho escuro com ameixa seca e prošek. Em Split, é servida com nhoque ou massa.

Torta fina de massa sem fermento recheada com acelga e cebola, assada sobre a pedra quente da lareira coberta de brasas e regada com azeite e alho. É prato da região de Poljica, entre Split e Omiš, com indicação geográfica da UE.

Biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias de Stari Grad, na ilha de Hvar, modelado em figuras e decorado com açúcar. É citado num poema de 1556 e a arte de prepará-lo é bem cultural protegido.

Torta de massa fina recheada com macarrão cozido, nozes, amêndoas, açúcar, chocolate e especiarias. É o doce de Ston, na península de Pelješac, e se prepara tradicionalmente no Natal e na Páscoa.

Licor incolor destilado da cereja marasca, de sabor doce e amendoado. A tradição o liga ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade viveu da sua produção e exportação por mais de dois séculos.