
Dubrovačka rozata
Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.
Sabores · Zadar
Licor incolor destilado da cereja marasca, de sabor doce e amendoado. A tradição o liga ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade viveu da sua produção e exportação por mais de dois séculos.
Bebida típica de Zadar, Zadar
Também chamado: Zadarski maraschino, Maraskino, Rosolio maraschino
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Maraschino — Zadar, Croácia
O maraschino é um licor feito com a marasca, uma cereja pequena, escura e ácida que cresce na Dalmácia. O fruto, os caroços e partes da árvore entram no preparo, e o destilado é depois adoçado. O resultado é uma bebida incolor, perfumada, com notas de cereja e amêndoa.
A história do licor está ligada a Zadar. Segundo a documentação da indicação geográfica, o boticário do mosteiro dominicano da cidade preparou no início do século XVI um licor aromático chamado rosolio, usado então como remédio. A produção em maior escala começou em 1768, e entre 1801 e 1806 já havia 15 destilarias em Zadar.
No século XIX, o maraschino de Zadar era vendido em Viena, Paris, São Petersburgo e Londres. Francesco Drioli, um dos produtores, passou a revestir as garrafas com uma trama de palha feita à mão, costume que continua até hoje. Em 1821, Girolamo Luxardo fundou na cidade outra destilaria, que se tornaria uma das mais conhecidas.
A família Luxardo recomeçou a produção na Itália, em 1947, em Torreglia, perto de Pádua. Em Zadar, as destilarias foram reunidas na empresa Maraska, que continua a fazer o licor na cidade.
O maraschino se toma puro, em pequenas doses, e aparece em coquetéis clássicos e em doces, como a torta da ilha de Rab.
Zadar , Zadar
Licor ligado à história de Zadar desde o mosteiro dominicano do século XVI e às destilarias da cidade.
Cereja marasca (fruto, caroço e folhas), açúcar e água; destilado e envelhecido antes de engarrafar.
Puro, em cálice pequeno, depois da refeição, ou como ingrediente de coquetéis e de doces.
Bebida de fim de refeição e de visitas; levada de Zadar como lembrança, muitas vezes na garrafa revestida de palha.
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Um licor incolor destilado da cereja marasca, fruta pequena e ácida da Dalmácia, de sabor doce e amendoado.
A tradição liga a receita ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade teve várias destilarias a partir do século XVIII. O licor continua a ser feito ali.
O revestimento de palha trançada à mão foi adotado no século XIX por um produtor de Zadar e virou marca do licor.
Sabores da Croácia

Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.

Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.

Ensopado de peixe branco com batata, cebola, alho, salsa, azeite e vinho branco, sem tomate, cozido numa panela larga. É a especialidade de peixe da ilha de Hvar.

Vinho tinto, em geral teran, aquecido com azeite, açúcar e pimenta e servido com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta, passada de mão em mão. É ritual de convivência da Ístria e bem cultural protegido da Croácia.

Bolo redondo de massa fermentada com amêndoas, nozes, passas, frutas cítricas e especiarias, pincelado com varenik ou aguardente e polvilhado com açúcar. É doce da ilha de Korčula, com indicação geográfica da União Europeia.

Massa esticada bem fina, recheada com queijo fresco, ovos e creme, enrolada e cortada em pedaços que se cozinham ou se assam. É o prato do Hrvatsko zagorje, com indicação geográfica da UE e proteção como bem cultural imaterial.

Massa caseira em tubos finos, enrolada à mão em volta de uma agulha, servida com žgvacet, um molho de carne de cordeiro ou boi, e queijo de ovelha. É a massa que simboliza a cozinha da ilha de Krk.

Torta em camadas de massa fina com quatro recheios: nozes, papoula, queijo fresco e maçã ralada. É o doce mais conhecido de Međimurje, no extremo norte da Croácia.

Ensopado picante de peixes de rio, como carpa e bagre, com cebola e muita páprica, cozido em caldeirão sobre fogo de lenha. É o prato de peixe de Osijek e da Eslavônia e Baranja.

Doce de massa folhada recheado com uma camada alta de creme de ovos e claras batidas, cortado em quadrados. A receita foi criada em Samobor nos anos 1920, e o doce é bem cultural imaterial da Croácia.

Risoto de vitela e cebola cozido por muitas horas num caldo forte, mexido sem parar com uma pá de madeira, tradicionalmente pelos homens de Skradin. Prepara-se em grande quantidade, para festas.

Carne bovina lardeada com alho, cravo e toucinho, marinada em vinho e vinagre e cozida por horas num molho escuro com ameixa seca e prošek. Em Split, é servida com nhoque ou massa.

Torta fina de massa sem fermento recheada com acelga e cebola, assada sobre a pedra quente da lareira coberta de brasas e regada com azeite e alho. É prato da região de Poljica, entre Split e Omiš, com indicação geográfica da UE.

Biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias de Stari Grad, na ilha de Hvar, modelado em figuras e decorado com açúcar. É citado num poema de 1556 e a arte de prepará-lo é bem cultural protegido.

Torta de massa fina recheada com macarrão cozido, nozes, amêndoas, açúcar, chocolate e especiarias. É o doce de Ston, na península de Pelješac, e se prepara tradicionalmente no Natal e na Páscoa.