
Šporki makaruli
Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.
Sabores · Dubrovnik
Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.
Doce típico de Dubrovnik, Dubrovnik-Neretva
Também chamado: Rozata, Rožata, Dubrovačka rožata
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Dubrovačka rozata — Dubrovnik, Croácia
A rozata é um pudim de ovos, leite e açúcar, cozido em banho-maria em formas forradas de caramelo e depois desenformado. Doces parecidos existem em todo o Mediterrâneo; o que distingue a versão de Dubrovnik é o perfume de rosa.
Segundo Jadranka Ničetić, autora de um livro extenso sobre a cozinha tradicional da cidade, é o licor de rosas que define a rozata e lhe dá o nome. Esse licor, o rozalin, era feito em casa, como outros licores de frutas e flores da região.
A rozata aparece entre os doces tradicionais de Dubrovnik ensinados em oficinas durante o festival gastronômico da cidade, ao lado de outras receitas antigas. Ničetić conta que a sobremesa era servida em pratos rasos, levemente côncavos, para que o caramelo que escorre ao desenformar não se perdesse.
Hoje há versões com outros aromas, como baunilha ou casca de limão, mas a receita tradicional mantém o licor de rosas.
Dubrovnik , Dubrovnik-Neretva
Sobremesa tradicional de Dubrovnik, perfumada com o licor de rosas da cidade.
Ovos, leite, açúcar, rozalin (licor de rosas) e caramelo de açúcar; algumas receitas levam casca de limão.
Fria, desenformada, com o caramelo por cima, em pratos rasos que seguram a calda.
Sobremesa de almoço de família e de festa em Dubrovnik.
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Um pudim de ovos, leite e açúcar com caramelo, perfumado com licor de rosas, servido frio e desenformado.
O nome vem do licor de rosas que perfuma o pudim e distingue a versão de Dubrovnik de outros pudins do Mediterrâneo.
A base é parecida, com ovos, leite, açúcar e caramelo; a rozata tradicional leva licor de rosas.
Sabores da Croácia

Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.

Ensopado de peixe branco com batata, cebola, alho, salsa, azeite e vinho branco, sem tomate, cozido numa panela larga. É a especialidade de peixe da ilha de Hvar.

Vinho tinto, em geral teran, aquecido com azeite, açúcar e pimenta e servido com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta, passada de mão em mão. É ritual de convivência da Ístria e bem cultural protegido da Croácia.

Bolo redondo de massa fermentada com amêndoas, nozes, passas, frutas cítricas e especiarias, pincelado com varenik ou aguardente e polvilhado com açúcar. É doce da ilha de Korčula, com indicação geográfica da União Europeia.

Massa esticada bem fina, recheada com queijo fresco, ovos e creme, enrolada e cortada em pedaços que se cozinham ou se assam. É o prato do Hrvatsko zagorje, com indicação geográfica da UE e proteção como bem cultural imaterial.

Massa caseira em tubos finos, enrolada à mão em volta de uma agulha, servida com žgvacet, um molho de carne de cordeiro ou boi, e queijo de ovelha. É a massa que simboliza a cozinha da ilha de Krk.

Torta em camadas de massa fina com quatro recheios: nozes, papoula, queijo fresco e maçã ralada. É o doce mais conhecido de Međimurje, no extremo norte da Croácia.

Ensopado picante de peixes de rio, como carpa e bagre, com cebola e muita páprica, cozido em caldeirão sobre fogo de lenha. É o prato de peixe de Osijek e da Eslavônia e Baranja.

Doce de massa folhada recheado com uma camada alta de creme de ovos e claras batidas, cortado em quadrados. A receita foi criada em Samobor nos anos 1920, e o doce é bem cultural imaterial da Croácia.

Risoto de vitela e cebola cozido por muitas horas num caldo forte, mexido sem parar com uma pá de madeira, tradicionalmente pelos homens de Skradin. Prepara-se em grande quantidade, para festas.

Carne bovina lardeada com alho, cravo e toucinho, marinada em vinho e vinagre e cozida por horas num molho escuro com ameixa seca e prošek. Em Split, é servida com nhoque ou massa.

Torta fina de massa sem fermento recheada com acelga e cebola, assada sobre a pedra quente da lareira coberta de brasas e regada com azeite e alho. É prato da região de Poljica, entre Split e Omiš, com indicação geográfica da UE.

Biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias de Stari Grad, na ilha de Hvar, modelado em figuras e decorado com açúcar. É citado num poema de 1556 e a arte de prepará-lo é bem cultural protegido.

Torta de massa fina recheada com macarrão cozido, nozes, amêndoas, açúcar, chocolate e especiarias. É o doce de Ston, na península de Pelješac, e se prepara tradicionalmente no Natal e na Páscoa.

Licor incolor destilado da cereja marasca, de sabor doce e amendoado. A tradição o liga ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade viveu da sua produção e exportação por mais de dois séculos.