
Dubrovačka rozata
Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.
Sabores · Split
Carne bovina lardeada com alho, cravo e toucinho, marinada em vinho e vinagre e cozida por horas num molho escuro com ameixa seca e prošek. Em Split, é servida com nhoque ou massa.
Prato típico de Split, Split-Dalmácia
Também chamado: Dalmatinska pašticada, Pasticada
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Pašticada — Split, Croácia
A pašticada é um dos pratos mais ligados à Dalmácia. Em Split, ela abre o livro de receitas que o turismo da cidade dedicou à gastronomia local, ao lado de outros clássicos das konobas, as tavernas que guardam receitas de família passadas de geração em geração.
O preparo começa na véspera. Uma peça de carne bovina, em geral de alcatra ou coxão, é furada e recheada com alho, cravo e toucinho. Depois descansa de um dia para o outro numa marinada de vinho, vinagre, alecrim e prošek, o vinho doce da Dalmácia.
No dia seguinte, a carne é dourada e cozida lentamente com a marinada coada, cebola, salsão, ameixa seca, noz-moscada e tomate, até ficar muito macia. A receita do turismo de Split manda fatiar a carne em pedaços grossos, bater o molho e cobri-la com ele. Segundo o Guia Michelin, a tradição pede ainda que a carne esfrie devagar antes de voltar ao fogo.
O resultado é um molho espesso, escuro e agridoce. Em Split, a pašticada é servida com nhoque de batata ou massa, e muitas vezes com queijo ralado por cima. Há versões com carne de vitela, de caça e até de cavalo, e cada casa tem a sua.
Split , Split-Dalmácia
Prato dálmata que o turismo de Split apresenta como um dos ícones da cozinha da cidade.
Carne bovina (alcatra ou coxão), alho, cravo, toucinho, vinho tinto, vinagre de vinho, prošek, alecrim, cebola, salsão, ameixa seca, noz-moscada, tomate, azeite, sal e pimenta.
Em fatias grossas cobertas pelo molho, com nhoque de batata ou massa, muitas vezes com queijo ralado por cima.
Prato de almoço de família e de festa, preparado com antecedência por causa da marinada e do cozimento longo.
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Um prato dálmata de carne bovina lardeada, marinada em vinho e vinagre e cozida lentamente num molho escuro com ameixa seca e prošek.
Com nhoque de batata ou massa, e muitas vezes com queijo ralado por cima.
A carne marina de um dia para o outro e depois cozinha devagar até ficar muito macia; por isso costuma ser preparada com antecedência.
Sabores da Croácia

Pudim de ovos, leite e açúcar cozido em banho-maria sobre uma camada de caramelo e perfumado com rozalin, licor de rosas de Dubrovnik. É a sobremesa tradicional mais ligada à cidade.

Massa grossa em tubo, os makaruli, servida com o molho de um ensopado de carne bovina com vinho e especiarias. É o prato da Festa de São Brás, padroeiro de Dubrovnik.

Ensopado de peixe branco com batata, cebola, alho, salsa, azeite e vinho branco, sem tomate, cozido numa panela larga. É a especialidade de peixe da ilha de Hvar.

Vinho tinto, em geral teran, aquecido com azeite, açúcar e pimenta e servido com pão torrado numa jarra de cerâmica, a bukaleta, passada de mão em mão. É ritual de convivência da Ístria e bem cultural protegido da Croácia.

Bolo redondo de massa fermentada com amêndoas, nozes, passas, frutas cítricas e especiarias, pincelado com varenik ou aguardente e polvilhado com açúcar. É doce da ilha de Korčula, com indicação geográfica da União Europeia.

Massa esticada bem fina, recheada com queijo fresco, ovos e creme, enrolada e cortada em pedaços que se cozinham ou se assam. É o prato do Hrvatsko zagorje, com indicação geográfica da UE e proteção como bem cultural imaterial.

Massa caseira em tubos finos, enrolada à mão em volta de uma agulha, servida com žgvacet, um molho de carne de cordeiro ou boi, e queijo de ovelha. É a massa que simboliza a cozinha da ilha de Krk.

Torta em camadas de massa fina com quatro recheios: nozes, papoula, queijo fresco e maçã ralada. É o doce mais conhecido de Međimurje, no extremo norte da Croácia.

Ensopado picante de peixes de rio, como carpa e bagre, com cebola e muita páprica, cozido em caldeirão sobre fogo de lenha. É o prato de peixe de Osijek e da Eslavônia e Baranja.

Doce de massa folhada recheado com uma camada alta de creme de ovos e claras batidas, cortado em quadrados. A receita foi criada em Samobor nos anos 1920, e o doce é bem cultural imaterial da Croácia.

Risoto de vitela e cebola cozido por muitas horas num caldo forte, mexido sem parar com uma pá de madeira, tradicionalmente pelos homens de Skradin. Prepara-se em grande quantidade, para festas.

Torta fina de massa sem fermento recheada com acelga e cebola, assada sobre a pedra quente da lareira coberta de brasas e regada com azeite e alho. É prato da região de Poljica, entre Split e Omiš, com indicação geográfica da UE.

Biscoito de mel, azeite, prošek e especiarias de Stari Grad, na ilha de Hvar, modelado em figuras e decorado com açúcar. É citado num poema de 1556 e a arte de prepará-lo é bem cultural protegido.

Torta de massa fina recheada com macarrão cozido, nozes, amêndoas, açúcar, chocolate e especiarias. É o doce de Ston, na península de Pelješac, e se prepara tradicionalmente no Natal e na Páscoa.

Licor incolor destilado da cereja marasca, de sabor doce e amendoado. A tradição o liga ao mosteiro dominicano de Zadar no século XVI, e a cidade viveu da sua produção e exportação por mais de dois séculos.