
Bandeja paisa
Prato farto da região paisa: feijão vermelho, arroz, carne moída, torresmo, linguiça, ovo frito, banana-da-terra madura, arepa e abacate, servidos numa bandeja grande. É o prato mais associado a Antioquia.
Sabores · Meta
Novilho de leite assado lentamente em estacas ao redor do fogo, só com sal. É o prato dos Llanos Orientais e o mais reconhecido do Meta, servido com mandioca, banana-da-terra e batata.
Prato típico de Meta
Também chamado: ternera a la llanera, carne a la llanera, mamona a la llanera
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Mamona — Meta, Colômbia
A mamona é a carne de um novilho que ainda mama, daí o nome. Os cortes grandes são atravessados por estacas de madeira, fincadas em volta de um fogo baixo de lenha, e assam devagar, por horas, temperados só com sal e os próprios sucos. Não se aviva o fogo, para a carne não queimar por fora.
A Fedegan, federação dos pecuaristas colombianos, conta a história do prato no seu portal Contexto Ganadero. A criação de gado nos Llanos começou com as missões jesuítas, e o costume de assar a carne ao ar livre veio com os colonizadores espanhóis. Nos hatos, as grandes fazendas de gado da planície, o dono mandava abater um novilho de leite para dividir com os vaqueiros ao fim do trabalho.
Nos anos 1950 e 1960, quando as antigas rotas do gado chegaram a Villavicencio, capital do Meta, surgiram os asaderos, restaurantes especializados em carne assada, e a mamona virou o símbolo do turismo nos Llanos. A imprensa a aponta como o prato mais reconhecido do Meta, e o município de Cumaral faz um festival dedicado à carne a la llanera.
A versão llanera tradicional vem com mandioca e banana-da-terra; a batata entrou por influência das terras altas vizinhas. A mamona também é preparada em outros departamentos dos Llanos, como Casanare e Arauca.
Carne de novilho de leite (vários cortes), sal e lenha. Acompanham mandioca, banana-da-terra, batata e molho de pimenta.
Em pedaços, direto das estacas, com mandioca, banana-da-terra e batata.
Festas, reuniões e fins de semana; nos asaderos de Villavicencio, o ano todo.
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Porque é feito com a carne de um novilho que ainda mama, mais macia.
Os cortes são atravessados por estacas de madeira e assam devagar, por horas, em volta de um fogo baixo de lenha, só com sal.
Nos asaderos de Villavicencio e dos municípios do Meta, que servem a carne a la llanera o ano todo.
Sabores da Colômbia

Prato farto da região paisa: feijão vermelho, arroz, carne moída, torresmo, linguiça, ovo frito, banana-da-terra madura, arepa e abacate, servidos numa bandeja grande. É o prato mais associado a Antioquia.

Sopa espessa de frango desfiado, três tipos de batata e milho, perfumada com guascas. É o prato mais associado a Bogotá e se serve com alcaparras, creme de leite e abacate.

Chocolate quente espesso, de água ou de leite, servido com queijo fresco que se põe dentro da xícara para derreter, e com almojábana ou pão. Faz parte das onces de Bogotá.

Cozido de carnes com tubérculos andinos nativos, como cubios, chuguas e ibias, além de batatas, milho, favas e ervilhas. A Radio Nacional o chama de prato insigne de Boyacá.

Refresco gelado de lulo picado e amassado, com limão, açúcar, água e gelo. A Prefeitura de Cali a chama de bebida emblemática da cidade; acompanha os fritos do Vale do Cauca.

Carne bovina cozida devagar num molho escuro e adocicado, com especiarias e um leve picante. A imprensa de Cartagena a chama de sabor emblemático da cidade; vem com arroz de coco e patacones.

Carne de porco marinada por pelo menos um dia em laranja-azeda, cerveja, cebola, alho e ervas, e assada em forno de barro. É o prato das festas de San Pedro no Huila, servido com insulso, arepa e mandioca.

Carne e miúdos de cabrito novo cozidos com sal e depois fritos até dourar, às vezes com o sangue do animal. Prato da tradição wayuu, oferecido a quem chega às rancherías de La Guajira.

Purê de banana guineo verde com manteiga e queijo costeño, às vezes com refogado de tomate e cebola. É o café da manhã típico da zona bananeira do Magdalena e de Santa Marta.

Porquinho-da-índia temperado com sal, alho e cebola e assado inteiro na brasa, girando num espeto. Prato de festa nas famílias de Nariño, servido com batatas e molho de pimenta com amendoim.

Pequenas empanadas fritas de massa de milho, recheadas com pipián, um purê de batata colorada com amendoim torrado e achiote. Servidas com molho de amendoim, são o petisco mais associado a Popayán.

Cozido em leite de coco com peixe ou caracol, rabo de porco salgado, banana verde, mandioca, inhame, fruta-pão e dumplings. O ICBF o chama de prato tradicional das ilhas de San Andrés e Providencia.

Sopa espessa de milho branco descascado, grão-de-bico, carnes e vísceras de vaca, porco, abóbora e batatas, cozida por horas. É o prato mais ligado a Santander, comum no almoço de domingo.

Porco inteiro recheado com a própria carne temperada e ervilha amarela seca, assado por horas até a pele ficar crocante. É o prato de maior orgulho do Tolima, servido com insulso.