
Mostviertler Birnmost
Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.
Sabores · Áustria
Panqueca grossa e fofa, frita na manteiga, rasgada em pedaços na própria frigideira, caramelizada e coberta de açúcar de confeiteiro, com passas e compota de ameixa. É uma das sobremesas mais conhecidas da Áustria, cercada de lendas sobre um imperador.
Doce típico da Áustria
Também chamado: Kaiserschmarren, Schmarrn, Schmarren
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Kaiserschmarrn — Áustria
O Kaiserschmarrn é feito com uma massa de leite, farinha, gemas e claras batidas em neve, que deixam a panqueca alta e aerada. A massa vai para a frigideira com manteiga quente, recebe passas por cima e cozinha até firmar. Depois é virada, terminada no fogo ou no forno e rasgada com dois garfos em pedaços irregulares, que são caramelizados com açúcar. Chega à mesa coberto de açúcar de confeiteiro, com Zwetschkenröster, uma compota de ameixas, ou com compota de maçã.
O cadastro oficial austríaco de comidas tradicionais apresenta o Schmarren como prato antigo do campo, comida de camponeses, vaqueiros e lenhadores, porque era nutritivo, barato e rápido de fazer no fogo aberto, servido direto da frigideira para todos se servirem. No século 18, as cozinhas da cidade adotaram e refinaram a receita.
A origem do nome é cercada de lendas sobre o imperador Francisco José I e a imperatriz Elisabeth, a Sisi. Uma diz que, numa caçada no Salzkammergut, ele provou o Schmarrn de um lenhador; outra, que uma panqueca rasgada por acidente foi recusada como indigna de um imperador; outras envolvem a imperatriz em Viena ou em Bad Ischl. O próprio ministério diz que se sabe pouco com certeza, e historiadores ligam a palavra Kaiser a Kaser, o vaqueiro dos Alpes, ou a Casa, de Casaschmarren, o Schmarren de casa.
O prato é servido em restaurantes, cafés e cabanas de montanha de todo o país, como sobremesa ou como refeição doce. A Baviera, no sul da Alemanha, também o tem na sua tradição, e há bávaros que defendem que a receita chegou à Áustria vinda de lá; o registro austríaco diz apenas que ele também é servido na Baviera e na Hungria.
Áustria
Registrado entre os alimentos tradicionais da Áustria pelo Ministério da Agricultura, como uma das sobremesas mais conhecidas do país, sem cidade de origem comprovada.
Leite, farinha, ovos, manteiga, açúcar, açúcar de baunilha, passas e sal; açúcar de confeiteiro por cima; Zwetschkenröster (compota de ameixas) ou compota de maçã.
Quente, direto da frigideira ou no prato, com açúcar de confeiteiro e compota de ameixas ou de maçã; como sobremesa ou refeição doce.
O ano todo; muito pedido nas cabanas de montanha, depois de caminhadas e de dias de esqui.
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As lendas ligam o nome ao imperador Francisco José I, mas historiadores apontam origem em Kaser, o vaqueiro dos Alpes, ou em Casaschmarren, o Schmarren de casa.
Com açúcar de confeiteiro e compota de ameixas, chamada Zwetschkenröster, ou compota de maçã.
É registrado como alimento tradicional da Áustria, mas também faz parte da tradição da Baviera, onde há quem defenda que a receita nasceu ali.
Sabores da Áustria

Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.

Vinho do sul do Burgenland feito de videiras americanas plantadas depois da filoxera, com aroma de morango e frutas silvestres. Foi proibido por décadas e voltou a ser vendido em 1992.

Massa recheada com requeijão seco, batata e ervas como hortelã e cerefólio, fechada com uma borda trançada à mão e servida com manteiga derretida. É o prato mais ligado à Caríntia.

Vinho rosé da Estíria, de acidez alta e aroma frutado, feito só com a uva Blauer Wildbacher. O nome é protegido pela União Europeia como termo tradicional.

Torta de massa amanteigada com amêndoas ou avelãs moídas, recheada com geleia de groselha e coberta por uma grade de massa. Sua receita mais antiga conhecida é de 1653.

Vinho branco doce de Rust, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e secas na videira, colhidas à mão. Tem regras de origem na Áustria (DAC) e na União Europeia (DOP).

Bombom redondo com centro de marzipã de pistache, uma camada de nugá de avelã e cobertura de chocolate amargo, criado em Salzburgo e batizado em homenagem a Mozart.

Bolinhos achatados de pão amanhecido, queijo, ovos e cebola, dourados na manteiga e servidos no caldo de carne ou com salada verde. Prato das montanhas do Pinzgau, em Salzburgo.

Suflê doce de claras batidas, gemas, açúcar e pouca farinha, assado em três montes dourados e polvilhado com açúcar. Vai à mesa assim que sai do forno.

Bolinhos de pão amanhecido com toucinho defumado, ovos, leite e cebolinha, cozidos em água e servidos no caldo ou com salada de repolho. O turismo do Tirol os chama de clássico do estado.

Torta de chocolate densa, com geleia de damasco e uma cobertura lisa de chocolate, servida com creme batido sem açúcar. A receita básica é atribuída a Franz Sacher, em 1832.

Corte de carne bovina cozido por horas com raízes e ossos, servido em fatias com o caldo, raiz-forte, molho de cebolinha e batatas douradas na manteiga.

Vinho branco seco feito de várias castas plantadas juntas no mesmo vinhedo de Viena, colhidas e vinificadas juntas. Tem denominação de origem (DAC) desde 2013.

Vitela batida bem fina, passada em farinha, ovo e farinha de rosca e frita até a crosta ficar dourada e solta da carne. Pela norma austríaca, o nome é só da versão de vitela.

Pequenas massas de ovo cozidas e montadas em camadas com queijos de montanha derretidos, cobertas de cebola frita. O turismo de Vorarlberg as chama de prato com queijo tradicional do estado.