
Mostviertler Birnmost
Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.
Sabores · Viena
Corte de carne bovina cozido por horas com raízes e ossos, servido em fatias com o caldo, raiz-forte, molho de cebolinha e batatas douradas na manteiga.
Prato típico de Viena, Viena
Também chamado: carne cozida à vienense
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Tafelspitz — Viena, Áustria
Tafelspitz é o nome de um corte da parte traseira do boi, com uma faixa de gordura por cima, e do prato feito com ele. A carne cozinha em fogo baixo por três a quatro horas, junto com ossos, raízes como aipo, cenoura e pastinaca, cebola tostada, alho-poró e pimenta. No fim, é cortada em fatias contra as fibras e vai para a mesa coberta com o próprio caldo, coado.
O registro de alimentos tradicionais do Ministério da Agricultura da Áustria explica por que a carne cozida virou prato de Viena. A partir do século 16, grandes boiadas vindas da Hungria abasteciam a cidade, e no século 19 o mercado de gado de St. Marx garantia carne bovina farta. A carne cozida, em seus vários cortes, passou a ser servida todos os dias à mesa da corte. Segundo o mesmo registro, o imperador Francisco José tinha predileção por ela.
O nome Tafelspitz aparece por escrito em 1911. Há uma história que atribui a criação do prato a um hotel de Viena; o registro a trata como lenda. Depois da Segunda Guerra, a carne cozida perdeu espaço nas casas e voltou aos cardápios da cidade a partir dos anos 1950.
O prato se serve em etapas: primeiro o caldo, às vezes com massa ou bolinhos dentro, depois a carne com os acompanhamentos.
Viena , Viena
O registro de alimentos tradicionais do Ministério da Agricultura da Áustria apresenta o Tafelspitz como uma das especialidades mais conhecidas da cozinha vienense.
Corte Tafelspitz de carne bovina, ossos, aipo, cenoura, pastinaca, alho-poró, cebola tostada, pimenta em grão e sal. Para acompanhar: raiz-forte ralada com pão ou com maçã, molho de cebolinha (Schnittlauchsauce), legumes e batatas douradas na manteiga.
A carne vem fatiada, coberta pelo caldo coado. Ao lado, raiz-forte com maçã (Apfelkren) ou com pão (Semmelkren), molho de cebolinha, legumes cozidos e batatas douradas na manteiga (Röstkartoffeln). Muitas vezes o caldo é servido antes, como sopa.
Prato de almoço, presente nos restaurantes de cozinha vienense.
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É o nome de um corte da parte traseira do boi, com uma camada de gordura, e também do prato de carne cozida feito com ele.
Com o caldo do cozimento, raiz-forte ralada com maçã ou com pão, molho de cebolinha, legumes e batatas douradas na manteiga.
É uma história contada na cidade, tratada como lenda pelo registro de alimentos tradicionais da Áustria. A carne cozida já era servida à mesa da corte no começo do século 19.
Sabores da Áustria

Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.

Vinho do sul do Burgenland feito de videiras americanas plantadas depois da filoxera, com aroma de morango e frutas silvestres. Foi proibido por décadas e voltou a ser vendido em 1992.

Massa recheada com requeijão seco, batata e ervas como hortelã e cerefólio, fechada com uma borda trançada à mão e servida com manteiga derretida. É o prato mais ligado à Caríntia.

Vinho rosé da Estíria, de acidez alta e aroma frutado, feito só com a uva Blauer Wildbacher. O nome é protegido pela União Europeia como termo tradicional.

Torta de massa amanteigada com amêndoas ou avelãs moídas, recheada com geleia de groselha e coberta por uma grade de massa. Sua receita mais antiga conhecida é de 1653.

Vinho branco doce de Rust, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e secas na videira, colhidas à mão. Tem regras de origem na Áustria (DAC) e na União Europeia (DOP).

Bombom redondo com centro de marzipã de pistache, uma camada de nugá de avelã e cobertura de chocolate amargo, criado em Salzburgo e batizado em homenagem a Mozart.

Bolinhos achatados de pão amanhecido, queijo, ovos e cebola, dourados na manteiga e servidos no caldo de carne ou com salada verde. Prato das montanhas do Pinzgau, em Salzburgo.

Suflê doce de claras batidas, gemas, açúcar e pouca farinha, assado em três montes dourados e polvilhado com açúcar. Vai à mesa assim que sai do forno.

Bolinhos de pão amanhecido com toucinho defumado, ovos, leite e cebolinha, cozidos em água e servidos no caldo ou com salada de repolho. O turismo do Tirol os chama de clássico do estado.

Torta de chocolate densa, com geleia de damasco e uma cobertura lisa de chocolate, servida com creme batido sem açúcar. A receita básica é atribuída a Franz Sacher, em 1832.

Vinho branco seco feito de várias castas plantadas juntas no mesmo vinhedo de Viena, colhidas e vinificadas juntas. Tem denominação de origem (DAC) desde 2013.

Vitela batida bem fina, passada em farinha, ovo e farinha de rosca e frita até a crosta ficar dourada e solta da carne. Pela norma austríaca, o nome é só da versão de vitela.

Pequenas massas de ovo cozidas e montadas em camadas com queijos de montanha derretidos, cobertas de cebola frita. O turismo de Vorarlberg as chama de prato com queijo tradicional do estado.