
Mostviertler Birnmost
Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.
Sabores · Salzburgo
Bombom redondo com centro de marzipã de pistache, uma camada de nugá de avelã e cobertura de chocolate amargo, criado em Salzburgo e batizado em homenagem a Mozart.
Doce típico de Salzburgo, Salzburgo
Também chamado: Mozartkugeln, Mozart-Bonbon, bombom Mozart
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Mozartkugel — Salzburgo, Áustria
A Mozartkugel, “bola de Mozart”, é um bombom esférico. No centro há marzipã misturado com pistache; em volta, uma camada de nugá de avelã; por fora, chocolate amargo. Na receita artesanal, cada bola é espetada num palito, mergulhada no chocolate e posta para secar em pé; depois o palito sai e o furo é fechado com mais chocolate. A bola é embrulhada em papel metálico.
O nome homenageia Wolfgang Amadeus Mozart, nascido em Salzburgo em 1756. A versão mais aceita, repetida pelo turismo oficial do estado, atribui a criação ao confeiteiro Paul Fürst, que teria chegado à receita em 1890 com o nome de Mozart-Bonbon. O formato redondo e a técnica do palito eram a novidade. A tradição também relata uma medalha numa exposição em Paris em 1905, tema de outra discussão judicial. Como não houve patente, outros confeiteiros de Salzburgo passaram a fazer bombons parecidos, e depois da Segunda Guerra a indústria espalhou a Mozartkugel pelo mundo.
A origem, porém, é discutida. Em 2025, o historiador Gerhard Ammerer encontrou num jornal de Viena um anúncio de 1881 em que outro confeiteiro de Salzburgo oferecia “Mozartkugeln” como especialidade da cidade. Não se sabe se aquele doce era igual ao atual, e a questão chegou aos tribunais de Salzburgo. Por isso a data de 1890 aparece aqui como a versão tradicional, e não como fato encerrado.
Há Mozartkugeln artesanais, feitas em confeitarias da cidade, e industriais.
Salzburgo , Salzburgo
O turismo oficial do estado de Salzburgo apresenta a Mozartkugel como doce criado na cidade de Salzburgo, terra natal de Mozart.
Marzipã (amêndoa e açúcar) com pistache, nugá de avelã e chocolate amargo.
Comida inteira ou em mordidas, à temperatura ambiente, depois de tirar o papel metálico. Acompanha bem um café.
Doce para acompanhar o café ou levar de presente de Salzburgo.
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De um centro de marzipã com pistache, envolto em nugá de avelã e coberto de chocolate amargo.
A tradição atribui a criação ao confeiteiro Paul Fürst, de Salzburgo, em 1890. Um anúncio de 1881 de outro confeiteiro da cidade, encontrado em 2025, reabriu a discussão, que chegou aos tribunais.
Não. Mozart morreu em 1791, e o bombom surgiu quase um século depois, como homenagem ao compositor.
Sabores da Áustria

Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.

Vinho do sul do Burgenland feito de videiras americanas plantadas depois da filoxera, com aroma de morango e frutas silvestres. Foi proibido por décadas e voltou a ser vendido em 1992.

Massa recheada com requeijão seco, batata e ervas como hortelã e cerefólio, fechada com uma borda trançada à mão e servida com manteiga derretida. É o prato mais ligado à Caríntia.

Vinho rosé da Estíria, de acidez alta e aroma frutado, feito só com a uva Blauer Wildbacher. O nome é protegido pela União Europeia como termo tradicional.

Torta de massa amanteigada com amêndoas ou avelãs moídas, recheada com geleia de groselha e coberta por uma grade de massa. Sua receita mais antiga conhecida é de 1653.

Vinho branco doce de Rust, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e secas na videira, colhidas à mão. Tem regras de origem na Áustria (DAC) e na União Europeia (DOP).

Bolinhos achatados de pão amanhecido, queijo, ovos e cebola, dourados na manteiga e servidos no caldo de carne ou com salada verde. Prato das montanhas do Pinzgau, em Salzburgo.

Suflê doce de claras batidas, gemas, açúcar e pouca farinha, assado em três montes dourados e polvilhado com açúcar. Vai à mesa assim que sai do forno.

Bolinhos de pão amanhecido com toucinho defumado, ovos, leite e cebolinha, cozidos em água e servidos no caldo ou com salada de repolho. O turismo do Tirol os chama de clássico do estado.

Torta de chocolate densa, com geleia de damasco e uma cobertura lisa de chocolate, servida com creme batido sem açúcar. A receita básica é atribuída a Franz Sacher, em 1832.

Corte de carne bovina cozido por horas com raízes e ossos, servido em fatias com o caldo, raiz-forte, molho de cebolinha e batatas douradas na manteiga.

Vinho branco seco feito de várias castas plantadas juntas no mesmo vinhedo de Viena, colhidas e vinificadas juntas. Tem denominação de origem (DAC) desde 2013.

Vitela batida bem fina, passada em farinha, ovo e farinha de rosca e frita até a crosta ficar dourada e solta da carne. Pela norma austríaca, o nome é só da versão de vitela.

Pequenas massas de ovo cozidas e montadas em camadas com queijos de montanha derretidos, cobertas de cebola frita. O turismo de Vorarlberg as chama de prato com queijo tradicional do estado.