
Mostviertler Birnmost
Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.
Sabores · Estíria
Vinho rosé da Estíria, de acidez alta e aroma frutado, feito só com a uva Blauer Wildbacher. O nome é protegido pela União Europeia como termo tradicional.
Bebida típica de Estíria
Também chamado: Schilcherwein
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Schilcher — Estíria, Áustria
O Schilcher é um vinho rosé feito exclusivamente com a Blauer Wildbacher, uma uva tinta de maturação tardia, resistente, cultivada quase só na Estíria. O vinho é fresco, frutado e de acidez alta.
Segundo o registro de alimentos tradicionais do Ministério da Agricultura da Áustria, a uva cresce sobretudo no oeste da Estíria, no sopé dos montes Koralpe, entre Ligist e Eibiswald, em encostas de 350 a 600 metros com solos de gnaisse e xisto. Desde 2009, o nome Schilcher é um termo tradicional protegido pela União Europeia: só pode ser usado para vinho da Estíria feito com Blauer Wildbacher.
A primeira menção escrita ao Schilcher é de 1580, num livro sobre vinho. Dizem que os celtas já cultivavam a uva na região, mas, segundo o mesmo registro, não há prova disso. A origem do nome também é incerta: uma explicação o liga à palavra alemã “schillern”, cintilar, por causa dos reflexos da cor. Uma anedota contada na região diz que um papa, de passagem no século 18, chamou o vinho de “vinagre rosado”.
Além do vinho tranquilo, há Schilcher espumante e frisante. No outono, as tabernas de vinho servem o Schilchersturm, mosto em fermentação, com castanhas assadas.
Estíria
Pela regra da União Europeia, o nome Schilcher só pode ser usado para vinho feito na Estíria com a uva Blauer Wildbacher, cultivada sobretudo no oeste do estado.
Uvas Blauer Wildbacher, colhidas na Estíria.
Bebe-se fresco, em taça de vinho. O Schilchersturm, mosto em fermentação, vai com castanhas assadas.
Nas tabernas de vinho, no outono, o mosto em fermentação acompanha a época das castanhas. Deve ser apreciado com moderação.
Tire suas dúvidas
Só da Blauer Wildbacher, uma uva tinta cultivada quase apenas na Estíria.
Não com esse nome. Desde 2009, Schilcher é um termo tradicional protegido pela União Europeia, reservado ao vinho da Estíria feito com Blauer Wildbacher.
É o mosto de Blauer Wildbacher em plena fermentação, levemente doce e gaseificado, servido no outono, geralmente com castanhas assadas.
Sabores da Áustria

Vinho de pera do Mostviertel, na Baixa Áustria, fermentado a partir de variedades locais de pera para sidra. A região leva o nome da bebida e floresce de branco em abril.

Vinho do sul do Burgenland feito de videiras americanas plantadas depois da filoxera, com aroma de morango e frutas silvestres. Foi proibido por décadas e voltou a ser vendido em 1992.

Massa recheada com requeijão seco, batata e ervas como hortelã e cerefólio, fechada com uma borda trançada à mão e servida com manteiga derretida. É o prato mais ligado à Caríntia.

Torta de massa amanteigada com amêndoas ou avelãs moídas, recheada com geleia de groselha e coberta por uma grade de massa. Sua receita mais antiga conhecida é de 1653.

Vinho branco doce de Rust, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e secas na videira, colhidas à mão. Tem regras de origem na Áustria (DAC) e na União Europeia (DOP).

Bombom redondo com centro de marzipã de pistache, uma camada de nugá de avelã e cobertura de chocolate amargo, criado em Salzburgo e batizado em homenagem a Mozart.

Bolinhos achatados de pão amanhecido, queijo, ovos e cebola, dourados na manteiga e servidos no caldo de carne ou com salada verde. Prato das montanhas do Pinzgau, em Salzburgo.

Suflê doce de claras batidas, gemas, açúcar e pouca farinha, assado em três montes dourados e polvilhado com açúcar. Vai à mesa assim que sai do forno.

Bolinhos de pão amanhecido com toucinho defumado, ovos, leite e cebolinha, cozidos em água e servidos no caldo ou com salada de repolho. O turismo do Tirol os chama de clássico do estado.

Torta de chocolate densa, com geleia de damasco e uma cobertura lisa de chocolate, servida com creme batido sem açúcar. A receita básica é atribuída a Franz Sacher, em 1832.

Corte de carne bovina cozido por horas com raízes e ossos, servido em fatias com o caldo, raiz-forte, molho de cebolinha e batatas douradas na manteiga.

Vinho branco seco feito de várias castas plantadas juntas no mesmo vinhedo de Viena, colhidas e vinificadas juntas. Tem denominação de origem (DAC) desde 2013.

Vitela batida bem fina, passada em farinha, ovo e farinha de rosca e frita até a crosta ficar dourada e solta da carne. Pela norma austríaca, o nome é só da versão de vitela.

Pequenas massas de ovo cozidas e montadas em camadas com queijos de montanha derretidos, cobertas de cebola frita. O turismo de Vorarlberg as chama de prato com queijo tradicional do estado.