
Yellowman
Doce crocante e amarelo, feito de açúcar, xarope dourado e bicarbonato, quebrado em pedaços a martelo. É o doce da Ould Lammas Fair, a feira de fim de agosto em Ballycastle, vendido ao lado do dulse, a alga seca.
Sabores · Bakewell
Doce de massa folhada com uma camada de geleia coberta por um recheio de ovo, manteiga, açúcar e amêndoa, que fica entre um creme e um bolo. Ligado à cidade de Bakewell, no Peak District, desde o século 19; não é a mesma coisa que a Bakewell tart.
Doce típico de Bakewell, Inglaterra
Também chamado: Bakewell pud
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Bakewell pudding — Bakewell, Reino Unido
O Bakewell pudding é feito numa forma forrada de massa folhada. Sobre a massa vai uma camada de geleia, em geral de framboesa, e por cima um recheio de ovos, manteiga, açúcar e amêndoa. No forno, o recheio cresce e fica entre um creme e um bolo, úmido por dentro, com bordas de massa crocantes. Pode ser comido quente ou frio.
A história contada em Bakewell diz que o pudding nasceu de um erro, na cozinha do hotel Rutland Arms, por volta de 1860: a cozinheira teria entendido mal a receita e espalhado a mistura de ovo sobre a geleia, em vez de misturá-la à massa. A autoridade do parque nacional apresenta a história como tradição, e há quem aponte receitas parecidas mais antigas.
Segundo o registro de patrimônio do Derbyshire, o pudding foi depois explorado comercialmente pela cozinheira do hotel, por volta de 1865, num prédio da praça Rutland Square. Hoje mais de uma casa de Bakewell diz ter a receita original, e a disputa faz parte da tradição da cidade.
Fora de Bakewell, é mais comum a Bakewell tart, de massa podre, geleia e cobertura de bolo de amêndoa, muitas vezes com glacê. O pudding é a receita ligada à cidade.
Bakewell , Inglaterra
Doce associado à cidade de Bakewell desde o século 19, ligado pela tradição local ao hotel Rutland Arms.
Massa folhada; geleia (em geral de framboesa); ovos; manteiga; açúcar; amêndoa moída ou essência de amêndoa.
Em fatias, quente ou frio, sozinho ou com creme inglês ou nata, acompanhado de chá.
O ano todo, como sobremesa ou no chá da tarde.
Tire suas dúvidas
O pudding tem massa folhada, geleia e recheio de ovo e amêndoa, entre creme e bolo. A tart leva massa podre, geleia e cobertura de bolo de amêndoa, muitas vezes com glacê.
A tradição de Bakewell diz que nasceu de um erro na cozinha do hotel Rutland Arms, por volta de 1860, quando a cozinheira espalhou a mistura de ovo sobre a geleia. É uma história contada na cidade, sem documento que a confirme.
Dos dois jeitos, em fatias, sozinho ou com creme inglês ou nata.
Sabores do Reino Unido

Doce crocante e amarelo, feito de açúcar, xarope dourado e bicarbonato, quebrado em pedaços a martelo. É o doce da Ould Lammas Fair, a feira de fim de agosto em Ballycastle, vendido ao lado do dulse, a alga seca.

Pão doce de massa fermentada com leite, ovos e manteiga, coberto de açúcar triturado e, em muitas versões, com passas e um torrão de açúcar dentro. Ligado à cidade de Bath desde o século 18, é servido no café da manhã e no chá da tarde.

Sopa grossa de hadoque defumado, batata, cebola e leite, da vila de pescadores de Cullen, na costa de Moray, no nordeste da Escócia. Começou como caldo de carne e passou a ser feita com peixe defumado, mais barato na região.

Bolinho redondo de massa folhada amanteigada recheado de passas de Corinto, com cortes por cima e açúcar cristalizado. Leva o nome da cidade de Eccles, perto de Manchester, onde começou a ser vendido em lojas no fim do século 18.

Miúdos de carneiro picados com aveia, cebola, gordura e especiarias, cozidos dentro de um invólucro, servidos com purês de nabo e de batata. É o prato nacional da Escócia e o centro da Burns Supper, em 25 de janeiro.

Uísque destilado e envelhecido na Escócia, por no mínimo três anos, em barris de carvalho. O nome é protegido por lei: só pode se chamar Scotch whisky a bebida produzida no país segundo regras fixadas em 2009.

Peixe branco empanado em massa e frito, com batatas fritas grossas, sal e vinagre de malte. Nasceu na Inglaterra no século 19, da união do peixe frito associado à tradição de imigrantes judeus com as batatas fritas, e se tornou o prato para viagem mais conhecido do país.

Café da manhã frito da Irlanda do Norte, com bacon, salsicha, ovo e black pudding, que se distingue pelos pães de chapa fritos: o soda farl e o potato bread. É uma das especialidades da Irlanda do Norte.

Tablete de açúcar com óleo de hortelã-pimenta, branco ou marrom, às vezes coberto de chocolate, feito em Kendal desde o século 19. Ficou famoso entre montanhistas e foi levado na primeira subida ao cume do Everest, em 1953.

Ensopado de carne bovina ou de cordeiro com batata, cenoura e cebola, cozido até engrossar, servido com beterraba ou repolho roxo em conserva e pão. É o prato do porto de Liverpool e deu aos moradores da cidade o apelido de Scousers.

Torta de carne moída em massa simples, servida com purê de batata e o liquor, um molho verde de salsinha. Nasceu nas casas do East End de Londres no século 19, ligadas às enguias vendidas nas ruas, e é um dos pratos mais associados à classe trabalhadora londrina.

Torta de carne de porco fresca picada, temperada com pimenta, numa massa dourada de paredes arqueadas, com uma camada de gelatina entre o recheio e a massa. Tem indicação geográfica protegida e nasceu ligada às caçadas a cavalo em volta de Melton Mowbray.

Caldo grosso de cordeiro ou boi com alho-poró, nabo, cenoura e batata, cozido devagar e servido com pão. É tido como o prato nacional do País de Gales e, em partes do norte, é chamado de lobscows.

Bolinhos redondos e achatados de farinha, manteiga, açúcar, passas e especiarias, assados numa chapa de ferro e polvilhados com açúcar. O nome galês, picau ar y maen, quer dizer bolos na pedra, por causa da chapa em que são feitos.