
Boureki
Torta assada em camadas de abobrinha e batata em fatias finas, com queijo mizithra e hortelã, às vezes coberta de massa. Leva o nome de Chania, no oeste de Creta, e é um prato de verão (junho a agosto), da época da abobrinha.
Sabores · Ática
Vinho branco aromatizado com resina de pinheiro-de-alepo, acrescentada ao mosto durante a fermentação. A Região da Ática o chama de especialidade da Ática, onde se faz sobretudo com a uva Savatiano, e o nome é uma denominação tradicional reservada à Grécia.
Bebida típica de Ática
Também chamado: Ρετσίνα
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Retsina — Ática, Grécia
A retsina é um vinho branco, às vezes rosado, ao qual se acrescentam pedaços de resina de pinheiro-de-alepo durante a fermentação. A resina fica em contato com o mosto e é retirada quando o vinho é trasfegado, deixando um aroma que lembra pinho e ervas. Na Ática, a uva principal é a Savatiano, com Roditis em parte das misturas.
A origem é explicada pelo costume antigo de selar com resina as ânforas e os jarros de vinho, para impedir a entrada de ar. O vinho absorvia um pouco do sabor, e o gosto acabou se tornando parte da bebida. A Região da Ática conta essa história e chama a retsina de especialidade da Ática.
Segundo a associação Wines of Greece, retsina é uma denominação tradicional, que só pode ser usada por vinhos feitos na Grécia. As áreas mais ligadas a ela são a Ática, em especial a Mesogeia, a planície a leste de Atenas, e as vizinhas Beócia e Eubeia.
A retsina é um vinho de taverna, servido bem gelado, muitas vezes em jarras ou garrafas pequenas, com petiscos fritos, peixe, saladas e pratos de azeite.
Ática
A Região da Ática chama a retsina de especialidade da Ática, onde o vinho com resina se faz sobretudo com a uva Savatiano, em especial na Mesogeia, a leste de Atenas.
Mosto de uvas brancas, sobretudo Savatiano, às vezes Roditis, e pedaços de resina de pinheiro-de-alepo acrescentados durante a fermentação.
Bem gelada, em copos ou taças simples, com petiscos fritos, peixe pequeno, saladas, queijos e pratos de azeite.
Vinho de taverna e de refeição do dia a dia, sobretudo no verão (junho a agosto).
Tire suas dúvidas
Um vinho branco, às vezes rosado, aromatizado com resina de pinheiro-de-alepo durante a fermentação. É uma especialidade da Ática, feita sobretudo com a uva Savatiano.
Porque se acrescentam pedaços de resina ao mosto na fermentação. A explicação tradicional é o costume antigo de selar com resina os jarros de vinho, que deixava o sabor na bebida.
Bem gelada, como vinho de taverna, com petiscos fritos, peixe, saladas e pratos de azeite.
Sabores da Grécia

Torta assada em camadas de abobrinha e batata em fatias finas, com queijo mizithra e hortelã, às vezes coberta de massa. Leva o nome de Chania, no oeste de Creta, e é um prato de verão (junho a agosto), da época da abobrinha.

Carne de galo ou de vitela cozida devagar num molho de tomate e vinho temperado com canela, louro, noz-moscada e outras especiarias, servida com massa grossa e queijo ralado. É o prato de domingo e de festa de Corfu, de herança veneziana.

Fatias finas de carne bovina passadas na farinha, douradas e cozidas num molho claro de vinho branco ou vinagre de vinho, com muito alho, salsa e pimenta. É um prato de Corfu de herança veneziana, servido com batata, arroz ou massa.

Rosca seca de cevada, umedecida e coberta de tomate ralado, queijo fresco mizithra ou feta, azeite e orégano, às vezes com azeitonas e alcaparras. É o petisco e a refeição leve mais conhecidos da cozinha de Creta.

Aguardente de bagaço de uva destilada em Creta depois da vindima, sem anis. Tem indicação geográfica como Tsikoudia de Creta, é servida gelada em copos pequenos e acompanha a hospitalidade cretense, do começo ao fim da refeição.

Bolinhos fritos de tomate picado, cebolinha, ervas e farinha, servidos como petisco. São uma especialidade de Santorini, feita com o pequeno tomate da ilha, cultivado sem irrigação no solo vulcânico.

Vinho branco doce natural de Santorini, feito com uvas Assyrtiko, Aidani e Athiri secas ao sol e envelhecido longamente em barril. Tem cor de âmbar a castanho-escuro e faz parte da denominação de origem protegida Santorini.

Vinho branco doce do sul do Peloponeso, feito com uvas secas ao sol e envelhecido em barril. Retoma o vinho que os mercadores levavam de Monemvasia para a Europa na Idade Média, quando o porto era conhecido pelo nome franco de Malvasia.

Torta de cebola de Mykonos, recheada com cebola, o queijo fresco da ilha, a tyrovolia, ovos e endro, entre duas camadas de massa. É apontada como uma das receitas mais antigas e tradicionais da ilha.

Vinho tinto doce e fortificado da região de Patras, feito sobretudo com a uva Mavrodafni e envelhecido em barril até ganhar notas de passas, café e frutas secas. Tem denominação de origem protegida e é o vinho de sobremesa mais ligado à cidade.

Barra de gergelim torrado e mel, com amêndoas, casca de laranja e especiarias, cortada em losangos. É o doce de Rodes oferecido em casamentos e batizados e tem indicação geográfica protegida da União Europeia.

Aguardente de bagaço de uva, com ou sem anis, servida gelada em pequenas garrafas com petiscos. Tem indicações geográficas para a Tessália e para Tyrnavos, e em Volos dá nome às casas onde cada rodada chega com um meze.

Torta de massa muito fina, aberta e estendida em várias camadas, recheada de creme de sêmola e coberta de açúcar e canela. Também se faz salgada, com queijo, carne moída ou espinafre. Em Tessalônica é comida de manhã, com café, e se vende em pedaços cortados na hora.