
lohikeitto
Sopa de salmão com batata, cenoura e alho-poró, em caldo com creme de leite e endro fresco por cima. É comida de todo o país, servida em restaurantes de almoço, cafés e casas, quase sempre com pão de centeio.
Sabores · Porvoo
Bolinho em forma de cilindro, com amêndoa e farelo de biscoito, umedecido com rum ou ponche e coberto por um anel de glacê com geleia de framboesa no centro. Leva o nome do poeta nacional Johan Ludvig Runeberg, que viveu em Porvoo.
Doce típico de Porvoo, Uusimaa
Também chamado: Runebergin torttu, Runebergstårta, runebergintortut
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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runebergintorttu — Porvoo, Finlândia
O runebergintorttu é um bolinho pequeno, alto e cilíndrico. A massa leva farinha, manteiga, açúcar, ovos, amêndoa e farelo de biscoito ou de pão de mel, e o sabor marcante vem da amêndoa amarga. Depois de assado, o bolinho é umedecido com rum ou ponche (punssi, licor à base de araque) e recebe por cima um anel de glacê branco com uma porção de geleia de framboesa no meio.
O doce homenageia Johan Ludvig Runeberg (1804–1877), considerado o poeta nacional da Finlândia e autor da letra do hino do país. Runeberg escrevia em sueco e viveu em Porvoo a partir de 1837, onde a casa da família é hoje um museu. A embaixada da Finlândia conta, como lenda, que a criação é de sua mulher, Fredrika Runeberg, escritora e jornalista, e que o poeta comia a torta com ponche no café da manhã. A mesma fonte apresenta o bolinho como fruto da economia doméstica de Fredrika, que reaproveitava o que havia na despensa. Um livro de receitas dela, dos anos 1850, traz a receita, que historiadores apontam como variação de um doce do confeiteiro Lars Astenius, de Porvoo.
O dia 5 de fevereiro, aniversário de Runeberg, é dia de bandeira hasteada na Finlândia. As confeitarias e os mercados do país vendem o runebergintorttu de janeiro até essa data. Em Porvoo é diferente: alguns cafés da cidade o vendem o ano inteiro, perto da cidade velha e da casa-museu do poeta.
Porvoo , Uusimaa
Porvoo é a cidade de Runeberg: o poeta viveu ali a partir de 1837, e alguns cafés vendem o bolinho o ano todo.
Farinha de trigo, manteiga, açúcar, ovos, amêndoa e farelo de biscoito ou de pão de mel. Rum ou ponche para umedecer. Glacê de açúcar e geleia de framboesa por cima.
Inteiro, com garfo de sobremesa ou com a mão, acompanhado de café ou chá.
Dia de Runeberg, 5 de fevereiro, e as semanas anteriores, de janeiro em diante. Em Porvoo, o ano inteiro.
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Um bolinho cilíndrico de amêndoa e farelo de biscoito, umedecido com rum ou ponche, com um anel de glacê e geleia de framboesa por cima. Leva o nome do poeta nacional Johan Ludvig Runeberg.
De janeiro até 5 de fevereiro, aniversário de Runeberg. Em Porvoo, onde o poeta viveu, alguns cafés o vendem o ano inteiro.
A tradição atribui o doce a Fredrika Runeberg, mulher do poeta e escritora. Uma receita dela dos anos 1850 é apontada como variação de um doce do confeiteiro Lars Astenius, de Porvoo.
A casa onde a família Runeberg viveu, transformada em museu, perto do centro. A visita combina com a cidade velha e com um runebergintorttu num dos cafés.
Sabores da Finlândia

Sopa de salmão com batata, cenoura e alho-poró, em caldo com creme de leite e endro fresco por cima. É comida de todo o país, servida em restaurantes de almoço, cafés e casas, quase sempre com pão de centeio.

Doce de Páscoa escuro, de farinha e malte de centeio cozidos devagar até adoçarem sozinhos, com casca de laranja-amarga. É servido frio, com creme de leite e açúcar, e aparece em todo o país antes da Páscoa.

Pão escuro, denso e azedo de farinha de centeio integral e fermentação natural, em pão redondo, com furo ou seco. Está em quase todas as refeições e foi escolhido a comida nacional da Finlândia numa votação popular de 2017.

Cerveja tradicional de fazenda, de malte de cevada e outros cereais, filtrada sobre galhos de zimbro numa calha de madeira, sem ferver o mosto. Tem o modo de fazer protegido pela União Europeia e faz parte do inventário finlandês do patrimônio vivo.

Pastel aberto e oval de massa fina de centeio, com bordas pregueadas e recheio de mingau de arroz, de batata ou de cevada, servido com manteiga de ovo. Vem da Carélia e tem o modo de fazer protegido pela União Europeia.

Pudim de forno feito de mingau de sêmola ou de arroz com leite, ovos e cardamomo, servido em pedaços com creme de ameixa seca e chantili. Os moradores das ilhas Åland o elegeram o prato do século.

Tortinha redonda e aberta de massa de centeio, recheada de purê de batata adoçada pela própria batata e mirtilo-vermelho amassado. É a especialidade da região de Kainuu e tem indicação geográfica protegida da União Europeia.

Pão de massa de centeio recheado de peixe de lago e toucinho de porco, assado por horas até a casca escurecer. É a comida da praça do mercado de Kuopio, vendida quente, e tem o modo de fazer protegido pela União Europeia.

Carne de rena cortada em lâminas finas, refogada com cebola e manteiga e cozida em caldo ou cerveja, servida com purê de batata e mirtilo-vermelho. É o prato mais ligado à criação de renas da Lapônia.

Pastel de carne frito, aberto e recheado de presunto e ovo cozido, com mostarda, ketchup e salada de pepino. Com só um dos dois recheios, chama-se atomi. É o lanche das barracas da praça do mercado e do porto de Lappeenranta.

Cordeiro e batata assados por horas no forno de lenha, numa gamela comprida de madeira de bétula chamada särä. É a comida tradicional de Lemi, na Carélia do Sul, servida com pão de cevada.

Pastel fino e achatado, em meia-lua, frito em óleo, recheado de carne ou de geleia de maçã. É a especialidade de Savonlinna, vendida na praça do mercado junto ao porto dos barcos a vapor.

Salsicha preta de sangue e carne de porco com cereal moído, vendida quente nas praças de mercado de Tampere e servida com geleia de mirtilo-vermelho. O turismo da cidade a chama de prato emblemático de Tampere.