
Llapingacho
Tortilhas de batata recheadas de queijo, douradas na chapa e servidas com chouriço, ovo frito, abacate e salada. É o prato emblemático de Ambato e o que o Ministério de Turismo indica para Tungurahua.
Sabores · Santa Elena
Guisado de cabrito marinado em chicha, cerveja ou suco de naranjilla, com coentro, servido com arroz amarelo, banana madura e abacate. É o prato que o Ministério de Turismo indica para a província de Santa Elena.
Prato típico de Santa Elena
Também chamado: Seco de chivo peninsular
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Seco de chivo — Santa Elena, Equador
O seco de chivo é um guisado de carne de cabrito. A carne é deixada antes em marinada de cerveja, chicha de jora ou suco de naranjilla, uma fruta ácida andina, o que suaviza o cheiro forte do cabrito e amacia a carne. Depois cozinha devagar com cebola, alho, pimentão, tomate, cominho e muito coentro, até o molho engrossar.
O mapa gastronômico do Ministério de Turismo indica o seco de chivo como o prato da província de Santa Elena, na costa, e feiras gastronômicas da província o apresentam como seu prato representativo.
A origem do nome é discutida. A versão mais conhecida, contada por cozinheiros e pesquisadores, diz que no começo do século 20 trabalhadores ingleses dos campos de petróleo da península pediam o second, o segundo prato, e a palavra virou seco; não há documento que a confirme. Outros veem no prato uma derivação do seco de cabrito do norte do Peru.
Apesar do nome, o seco é um prato com molho. Existem secos de frango, de carne e de outras carnes, mas o de cabrito é o mais ligado à península.
Vai à mesa com arroz amarelo de achiote, banana madura frita e fatias de abacate. Na versão da costa, a cerveja dá um sabor mais amargo; na serra, a panela deixa o molho mais doce.
Santa Elena
Prato indicado pelo Ministério de Turismo para a província de Santa Elena, sem cidade de origem.
Carne de cabrito, cerveja, chicha de jora ou suco de naranjilla, cebola, alho, pimentão, tomate, cominho, coentro e sal. Acompanham arroz amarelo, banana madura frita e abacate.
No almoço, com o guisado ao lado do arroz amarelo, a banana madura e o abacate. Come-se de garfo.
Durante o ano todo, no almoço e em festas e feiras da península de Santa Elena.
Tire suas dúvidas
A origem do nome é discutida. Uma versão diz que trabalhadores ingleses do petróleo, na península de Santa Elena, pediam o second, o segundo prato, e a palavra virou seco. Não há documento que a confirme.
A marinada em cerveja, chicha ou naranjilla suaviza o cheiro do cabrito e amacia a carne.
Com arroz amarelo de achiote, banana madura frita e abacate.
Sabores do Equador

Tortilhas de batata recheadas de queijo, douradas na chapa e servidas com chouriço, ovo frito, abacate e salada. É o prato emblemático de Ambato e o que o Ministério de Turismo indica para Tungurahua.

Doce de melado de cana puxado e esticado à mão até ficar claro e elástico, vendido nas portas das lojas de Baños de Agua Santa. É o referente doce da cidade, ligada aos canaviais do vale.

Biscoitos alongados e crocantes assados em forno a lenha, servidos com queijo de folha e manjar de leite. Receberam o registro de Especialidade Tradicional Garantida no Equador em 2021.

Sopa espessa de mote com carne de porco, chouriço e toucinho, engrossada com semente de abóbora moída e leite. É o prato do Carnaval de Cuenca, preparado em grandes panelas nas festas.

Mote, o milho branco cozido, refogado com ovo, cebola, achiote e leite, servido com queijo fresco e café. É o prato mais típico de Cuenca, que pediu em 2023 seu registro como especialidade tradicional.

Peixe ou mariscos cozidos em leite de coco com refogado de cebola, tomate e pimentão e a erva chillangua, servidos com arroz e patacones. É o prato que representa a cozinha afro-esmeraldenha.

Caldo de peixe com mandioca e cebola roxa curtida no limão, servido com chifles, pipoca ou pão. O encebollado de Guayaquil foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Equador em 2024.

Sorvete de suco de fruta batido à mão num tacho de cobre que gira sobre gelo e sal, sem máquina. É a tradição doce de Ibarra, onde a história da receita é atribuída a uma família desde o fim do século 19.

Prato farto de Latacunga com porco frito, couro de porco crocante, mote, batata, banana madura frita, empanadas, pipoca e milho tostado, com ají. É o prato que o mapa gastronômico do Ministério de Turismo indica para Cotopaxi.

Sopa espessa de peixe e mariscos engrossada com amendoim moído, com banana verde, milho e legumes. É o prato que representa a cozinha tradicional de Manabí, patrimônio cultural imaterial do Equador.

Bebida fermentada de sete variedades de milho, cozida lentamente e adoçada com panela, que dá nome à Fiesta del Yamor, a festa de setembro de Otavalo. É vista como bebida representativa da identidade otavalenha.

Sopa espessa de batata com leite e queijo, servida com abacate, considerada o prato da cozinha de Quito. É o prato que o mapa gastronômico do Ministério de Turismo indica para a província de Pichincha.

Banana verde cozida e amassada, misturada com ovo e queijo até ficar amarela com manchas brancas, servida com café. O tigrillo de Zaruma recebeu um certificado de reconhecimento cultural em 2020.