
Llapingacho
Tortilhas de batata recheadas de queijo, douradas na chapa e servidas com chouriço, ovo frito, abacate e salada. É o prato emblemático de Ambato e o que o Ministério de Turismo indica para Tungurahua.
Sabores · Ibarra
Sorvete de suco de fruta batido à mão num tacho de cobre que gira sobre gelo e sal, sem máquina. É a tradição doce de Ibarra, onde a história da receita é atribuída a uma família desde o fim do século 19.
Doce típico de Ibarra, Imbabura
Também chamado: Helados de paila, Helado de paila de Ibarra
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Helado de paila — Ibarra, Equador
O helado de paila é um sorvete feito à mão. O suco de fruta, adoçado, vai a uma paila, um tacho largo de cobre, apoiada sobre uma base de gelo e sal. O sorveteiro gira o tacho e raspa as bordas com uma colher de pau, sem parar, até o suco congelar e virar um sorvete leve, de textura parecida com a de um sorbet.
É a tradição doce mais ligada a Ibarra, a capital de Imbabura. A história mais contada na cidade atribui a criação a Rosalía Suárez, que teria começado a fazer e vender o sorvete em 1896, ainda adolescente; segundo o relato, o primeiro gelo vinha das encostas do vulcão Imbabura. Descendentes da família e outros sorveteiros mantêm a técnica em Ibarra.
Historiadores locais lembram também que a técnica de esfriar com gelo e sal era conhecida antes, e que a família Suárez foi quem a popularizou na cidade.
Os sabores mais tradicionais são os de amora e de graviola, e há muitos outros de frutas andinas e tropicais. O sorvete é servido em copinho ou casquinha.
Em Ibarra, é comum ver o preparo à vista, com o tacho girando sobre o gelo, nas sorveterias do centro.
Ibarra , Imbabura
Tradição doce de Ibarra, onde a receita é atribuída a uma família desde o fim do século 19.
Suco ou polpa de fruta (amora, graviola e outras), açúcar e, em algumas receitas, clara de ovo. Gelo e sal ficam por fora do tacho, só para gelar.
Em copinho ou casquinha, logo depois de pronto, porque derrete rápido.
Durante o ano todo, sobretudo nas tardes de calor de Ibarra.
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O suco de fruta é batido à mão num tacho de cobre que gira sobre gelo e sal, até congelar. Não se usa máquina.
A história mais contada em Ibarra atribui a criação a Rosalía Suárez, por volta de 1896. É um relato de família, mantido pelos descendentes.
Amora e graviola são os mais tradicionais, mas há muitos outros de frutas andinas e tropicais.
Sabores do Equador

Tortilhas de batata recheadas de queijo, douradas na chapa e servidas com chouriço, ovo frito, abacate e salada. É o prato emblemático de Ambato e o que o Ministério de Turismo indica para Tungurahua.

Doce de melado de cana puxado e esticado à mão até ficar claro e elástico, vendido nas portas das lojas de Baños de Agua Santa. É o referente doce da cidade, ligada aos canaviais do vale.

Biscoitos alongados e crocantes assados em forno a lenha, servidos com queijo de folha e manjar de leite. Receberam o registro de Especialidade Tradicional Garantida no Equador em 2021.

Sopa espessa de mote com carne de porco, chouriço e toucinho, engrossada com semente de abóbora moída e leite. É o prato do Carnaval de Cuenca, preparado em grandes panelas nas festas.

Mote, o milho branco cozido, refogado com ovo, cebola, achiote e leite, servido com queijo fresco e café. É o prato mais típico de Cuenca, que pediu em 2023 seu registro como especialidade tradicional.

Peixe ou mariscos cozidos em leite de coco com refogado de cebola, tomate e pimentão e a erva chillangua, servidos com arroz e patacones. É o prato que representa a cozinha afro-esmeraldenha.

Caldo de peixe com mandioca e cebola roxa curtida no limão, servido com chifles, pipoca ou pão. O encebollado de Guayaquil foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Equador em 2024.

Prato farto de Latacunga com porco frito, couro de porco crocante, mote, batata, banana madura frita, empanadas, pipoca e milho tostado, com ají. É o prato que o mapa gastronômico do Ministério de Turismo indica para Cotopaxi.

Sopa espessa de peixe e mariscos engrossada com amendoim moído, com banana verde, milho e legumes. É o prato que representa a cozinha tradicional de Manabí, patrimônio cultural imaterial do Equador.

Bebida fermentada de sete variedades de milho, cozida lentamente e adoçada com panela, que dá nome à Fiesta del Yamor, a festa de setembro de Otavalo. É vista como bebida representativa da identidade otavalenha.

Sopa espessa de batata com leite e queijo, servida com abacate, considerada o prato da cozinha de Quito. É o prato que o mapa gastronômico do Ministério de Turismo indica para a província de Pichincha.

Guisado de cabrito marinado em chicha, cerveja ou suco de naranjilla, com coentro, servido com arroz amarelo, banana madura e abacate. É o prato que o Ministério de Turismo indica para a província de Santa Elena.

Banana verde cozida e amassada, misturada com ovo e queijo até ficar amarela com manchas brancas, servida com café. O tigrillo de Zaruma recebeu um certificado de reconhecimento cultural em 2020.