
Gravlax
Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.
Sabores · Jönköping
Sobremesa assada de leite coalhado com coalho, enriquecida com ovos, creme, açúcar e amêndoas, de textura úmida e granulada. Servida morna com geleia e chantilly, é a especialidade de festa mais associada à região de Småland, com registros suecos desde o século 16.
Doce típico de Jönköping
Também chamado: Ostkaka, ostkaka från Småland
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Småländsk ostkaka — Jönköping, Suécia
A ostkaka, bolo de queijo em tradução literal, não tem relação com a cheesecake de cream cheese. É uma sobremesa feita a partir do leite: leite e farinha recebem coalho, que separa a coalhada, e essa massa é misturada a outros ingredientes e assada no forno. É comida em toda a Suécia, mas duas regiões têm versões próprias e famosas, Hälsingland e Småland.
Os registros suecos mais antigos são do século 16, e a origem provavelmente é mais antiga. Por séculos, a ostkaka foi prato de festas e ocasiões especiais, e as receitas variavam de região para região e até de família para família. Em Småland, o turismo regional apresenta a ostkaka como o primeiro da lista dos pratos da região.
A versão de Småland é a mais conhecida. Além de leite, farinha e coalho, leva ovos, creme, açúcar, amêndoas e um pouco de amêndoa amarga, e tem textura úmida, que lembra ovos mexidos. A de Hälsingland, por comparação, não leva amêndoas e quase nunca ovos, e fica mais lisa.
Produtores de Småland e a associação Ostkakans vänner se reuniram em Jönköping para definir o que é uma autêntica ostkaka småländsk, com o objetivo de proteger o nome na União Europeia. A ostkaka também ganhou um dia no calendário, 14 de novembro, o Ostkakans dag, e é vendida pronta em mercados de todo o país, além de servida em cafés e museus ao ar livre.
Jönköping
Especialidade de Småland; o condado de Jönköping, no norte da região, foi palco do movimento dos produtores para proteger o nome Småländsk ostkaka.
Leite, farinha de trigo, coalho, ovos, creme de leite, açúcar, amêndoas doces e um pouco de amêndoa amarga.
Morna ou em temperatura ambiente, em porções tiradas da forma, com geleia (de morango, cereja, framboesa ou amora-ártica) e chantilly.
Doce de festas e ocasiões especiais e também de fika; tem dia próprio, o Ostkakans dag, em 14 de novembro.
Tire suas dúvidas
Não. É uma sobremesa feita com leite coalhado por coalho, misturado a ovos, creme, açúcar e amêndoas, e assada no forno.
A de Småland leva ovos, creme e amêndoas e tem textura úmida e granulada; a de Hälsingland não leva amêndoas e fica mais lisa.
Morna, com geleia e chantilly.
Sabores da Suécia

Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.

Pão doce de massa fermentada com cardamomo, enrolado com manteiga, açúcar e canela e coberto de açúcar em grânulos. É o doce mais ligado à fika, a pausa para o café, e tem dia próprio no calendário sueco, o Kanelbullens dag, em 4 de outubro.

Almôndegas pequenas de carne moída, fritas na manteiga e servidas com molho de creme, batata, geleia de mirtilo-vermelho e pepino em conserva. São o prato de casa mais conhecido da Suécia, com a primeira receita impressa num livro de cozinha de 1755.

Bolo em forma de cúpula, com camadas de pão de ló, geleia de framboesa, creme de baunilha e muito chantilly, coberto por uma folha de marzipã verde e decorado com uma rosa cor-de-rosa. O nome lembra as três princesas filhas do príncipe Carlos, alunas de Jenny Åkerström, autora da receita.

Pão de trigo com cardamomo, aberto no topo, recheado com pasta de amêndoa e chantilly e coberto com a tampa polvilhada de açúcar. É o doce da fettisdagen, a terça-feira gorda, e descende do hetvägg, o pão comido mergulhado em leite quente.

Bolo alto, oco e rendado, feito de ovos, açúcar e fécula de batata, que é derramado aos poucos sobre um espeto girando diante do calor, camada por camada. Decorado com glacê branco ou rosa, é um doce de festa da Escânia, e o nome Skånsk spettkaka é protegido pela União Europeia.

Cubos de filé-mignon, batata e cebola dourados separadamente e servidos lado a lado, com uma gema crua no centro e mostarda ou creme de mostarda. Leva o nome do Hotel Rydberg, que funcionou na praça Gustav Adolfs torg, em Estocolmo, de onde o prato teria saído.

Torta assada de arroz-doce com açafrão, ovos, creme e amêndoas, de cor amarela, servida morna ou fria com geleia de salmbär e chantilly. Apesar do nome de panqueca, vai ao forno numa forma. É o doce mais associado à ilha de Gotland.

Bala de açúcar em bastão, branca, com listras vermelhas em espiral e sabor de hortelã-pimenta, puxada e torcida à mão. Nasceu em Gränna, à beira do lago Vättern, onde a viúva Amalia Eriksson obteve licença para fazê-la em 1859, e a cidade segue como o centro da sua produção.

Bolinhos grandes de massa de batata com recheio de toucinho ou carne de porco e cebola, cozidos em água e servidos com manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho. A versão de Öland, cinzenta, de batata crua, e a de Småland, mais clara, de batata cozida, são as mais conhecidas.

Bolinho cozido de batata crua ralada e farinha de trigo ou de cevada, recheado de carne de porco, servido com manteiga e geleia de mirtilo-vermelho. É comida de todo dia no norte da Suécia, e o nome vem da cidade de Piteå, considerada o centro sueco do palt.

Arenque do Báltico levemente salgado e fermentado, enlatado no verão, de cheiro forte e sabor salgado e ácido. É comido no pão fino tunnbröd, com batata, cebola-roxa e creme azedo, numa refeição de confraternização no fim do verão. A tradição liga o prato à costa de Norrland e à ilha de Ulvön, na Höga Kusten.