
Gravlax
Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.
Sabores · Gotland
Torta assada de arroz-doce com açafrão, ovos, creme e amêndoas, de cor amarela, servida morna ou fria com geleia de salmbär e chantilly. Apesar do nome de panqueca, vai ao forno numa forma. É o doce mais associado à ilha de Gotland.
Doce típico de Gotland
Também chamado: Gotlandspannkaka, saffranspannkaka från Gotland, gotländsk saffranspannkaka
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Saffranspannkaka — Gotland, Suécia
A saffranspannkaka, panqueca de açafrão, é o doce que a ilha de Gotland apresenta aos visitantes. O nome engana: não se trata de uma panqueca de frigideira, mas de uma massa de arroz-doce enriquecida com ovos, creme, açúcar, amêndoas e açafrão, que vai ao forno numa forma e sai dourada por fora e amarela por dentro.
As panquecas de forno fazem parte da tradição de festas de Gotland, inclusive de casamentos. Não se sabe se a versão com açafrão nasceu na ilha ou chegou de fora. O arroz e o açafrão nunca foram cultivados na região e chegavam pelo comércio do Báltico, e há quem ligue a receita à história de Gotland como entreposto comercial; outras fontes lembram que o açúcar só ficou acessível no século 19. O certo é que, no século 20, a panqueca de açafrão se firmou como especialidade da ilha e foi apontada como prato típico de Gotland.
O preparo começa com um arroz-doce cozido no leite. Depois de frio, ele recebe ovos batidos, creme, açúcar, amêndoas picadas, às vezes um pouco de amêndoa amarga, e o açafrão, que dá a cor e o aroma. A massa vai ao forno numa forma untada até firmar.
O acompanhamento tradicional é a geleia de salmbär, uma amora silvestre de frutos azulados, comum em Gotland, junto com chantilly. Fora da ilha, onde o salmbär é difícil de encontrar, usa-se geleia de amora ou de framboesa. A panqueca de açafrão aparece nos cafés de Visby e da ilha inteira e acompanha o café da tarde.
Gotland
Doce mais associado à ilha de Gotland, servido com geleia de salmbär nos cafés de Visby e de toda a ilha.
Arroz para arroz-doce, leite, ovos, creme de leite, açúcar, amêndoas, açafrão e, às vezes, um pouco de amêndoa amarga; para servir, geleia de salmbär (ou de amora) e chantilly.
Em fatias, morna ou fria, com uma colherada de geleia de salmbär e chantilly, de sobremesa ou com café.
Sobremesa e doce de café o ano inteiro; antigamente, doce de festas como casamentos.
Tire suas dúvidas
Não no sentido comum. É uma massa de arroz-doce com ovos, creme, amêndoas e açafrão, assada no forno numa forma.
Uma amora silvestre de frutos azulados, comum em Gotland. A geleia de salmbär é o acompanhamento tradicional da panqueca de açafrão.
Morna ou fria, com geleia de salmbär e chantilly.
Sabores da Suécia

Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.

Pão doce de massa fermentada com cardamomo, enrolado com manteiga, açúcar e canela e coberto de açúcar em grânulos. É o doce mais ligado à fika, a pausa para o café, e tem dia próprio no calendário sueco, o Kanelbullens dag, em 4 de outubro.

Almôndegas pequenas de carne moída, fritas na manteiga e servidas com molho de creme, batata, geleia de mirtilo-vermelho e pepino em conserva. São o prato de casa mais conhecido da Suécia, com a primeira receita impressa num livro de cozinha de 1755.

Bolo em forma de cúpula, com camadas de pão de ló, geleia de framboesa, creme de baunilha e muito chantilly, coberto por uma folha de marzipã verde e decorado com uma rosa cor-de-rosa. O nome lembra as três princesas filhas do príncipe Carlos, alunas de Jenny Åkerström, autora da receita.

Pão de trigo com cardamomo, aberto no topo, recheado com pasta de amêndoa e chantilly e coberto com a tampa polvilhada de açúcar. É o doce da fettisdagen, a terça-feira gorda, e descende do hetvägg, o pão comido mergulhado em leite quente.

Bolo alto, oco e rendado, feito de ovos, açúcar e fécula de batata, que é derramado aos poucos sobre um espeto girando diante do calor, camada por camada. Decorado com glacê branco ou rosa, é um doce de festa da Escânia, e o nome Skånsk spettkaka é protegido pela União Europeia.

Cubos de filé-mignon, batata e cebola dourados separadamente e servidos lado a lado, com uma gema crua no centro e mostarda ou creme de mostarda. Leva o nome do Hotel Rydberg, que funcionou na praça Gustav Adolfs torg, em Estocolmo, de onde o prato teria saído.

Bala de açúcar em bastão, branca, com listras vermelhas em espiral e sabor de hortelã-pimenta, puxada e torcida à mão. Nasceu em Gränna, à beira do lago Vättern, onde a viúva Amalia Eriksson obteve licença para fazê-la em 1859, e a cidade segue como o centro da sua produção.

Sobremesa assada de leite coalhado com coalho, enriquecida com ovos, creme, açúcar e amêndoas, de textura úmida e granulada. Servida morna com geleia e chantilly, é a especialidade de festa mais associada à região de Småland, com registros suecos desde o século 16.

Bolinhos grandes de massa de batata com recheio de toucinho ou carne de porco e cebola, cozidos em água e servidos com manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho. A versão de Öland, cinzenta, de batata crua, e a de Småland, mais clara, de batata cozida, são as mais conhecidas.

Bolinho cozido de batata crua ralada e farinha de trigo ou de cevada, recheado de carne de porco, servido com manteiga e geleia de mirtilo-vermelho. É comida de todo dia no norte da Suécia, e o nome vem da cidade de Piteå, considerada o centro sueco do palt.

Arenque do Báltico levemente salgado e fermentado, enlatado no verão, de cheiro forte e sabor salgado e ácido. É comido no pão fino tunnbröd, com batata, cebola-roxa e creme azedo, numa refeição de confraternização no fim do verão. A tradição liga o prato à costa de Norrland e à ilha de Ulvön, na Höga Kusten.