
Gravlax
Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.
Sabores · Kalmar
Bolinhos grandes de massa de batata com recheio de toucinho ou carne de porco e cebola, cozidos em água e servidos com manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho. A versão de Öland, cinzenta, de batata crua, e a de Småland, mais clara, de batata cozida, são as mais conhecidas.
Prato típico de Kalmar
Também chamado: Kroppkaka (singular), öländska kroppkakor, småländska kroppkakor
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Kroppkakor — Kalmar, Suécia
As kroppkakor são bolinhos redondos de batata, do tamanho de uma bola de tênis, recheados e cozidos em água. A tradição é mais forte em Öland, a ilha diante de Kalmar, mas também se comem kroppkakor no leste de Småland, em Blekinge e em Gotland. O nome provavelmente se refere ao recheio, o kropp, o corpo do bolinho.
O que distingue as receitas é a massa. Em Öland, ela leva sobretudo batata crua ralada e pouca batata cozida, o que dá aos bolinhos uma cor acinzentada. Em Småland, a massa usa mais batata cozida e fica mais clara. Nos dois casos, entram farinha e, em algumas receitas, ovo, e o recheio costuma ser toucinho ou carne de porco picada com cebola e pimenta-da-jamaica.
Antigamente, as kroppkakor não eram comida de todo dia, e sim de ocasiões especiais, comidas sobretudo no período que antecedia a Quaresma. O jeito atual de prepará-las se firmou no início do século 20, e emigrantes levaram a receita para os Estados Unidos, onde ela é mantida por descendentes. Na Suécia, a tradição se espalhou pelas cozinhas de casa e pelos restaurantes.
O acompanhamento mais comum é manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho, às vezes com creme. Em Gotland, servem-se com molho branco, e em partes de Småland, com mostarda. Em Öland, barracas e restaurantes vendem kroppkakor para comer no local ou levar.
Kalmar
O condado reúne Öland, onde a tradição das kroppkakor é mais forte, e o leste de Småland, as duas regiões das versões mais conhecidas.
Batata (crua ralada e cozida, em proporções que variam), farinha de trigo, às vezes ovo, sal; recheio de toucinho ou carne de porco, cebola e pimenta-da-jamaica.
Quentes, com manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho, às vezes com creme. Em Gotland, com molho branco; em partes de Småland, com mostarda.
Almoço e jantar; antigamente, prato de ocasiões especiais, comido sobretudo antes da Quaresma.
Tire suas dúvidas
As de Öland usam sobretudo batata crua ralada e ficam acinzentadas; as de Småland levam mais batata cozida e são mais claras.
Em geral, toucinho ou carne de porco picada com cebola e pimenta-da-jamaica.
Com manteiga derretida e geleia de mirtilo-vermelho, às vezes com creme.
Sabores da Suécia

Filé de salmão curado cru numa mistura de sal, açúcar e endro, fatiado bem fino e servido com hovmästarsås, um molho doce de mostarda e endro. O nome significa salmão enterrado e lembra o antigo método de conservar o peixe sob a terra.

Pão doce de massa fermentada com cardamomo, enrolado com manteiga, açúcar e canela e coberto de açúcar em grânulos. É o doce mais ligado à fika, a pausa para o café, e tem dia próprio no calendário sueco, o Kanelbullens dag, em 4 de outubro.

Almôndegas pequenas de carne moída, fritas na manteiga e servidas com molho de creme, batata, geleia de mirtilo-vermelho e pepino em conserva. São o prato de casa mais conhecido da Suécia, com a primeira receita impressa num livro de cozinha de 1755.

Bolo em forma de cúpula, com camadas de pão de ló, geleia de framboesa, creme de baunilha e muito chantilly, coberto por uma folha de marzipã verde e decorado com uma rosa cor-de-rosa. O nome lembra as três princesas filhas do príncipe Carlos, alunas de Jenny Åkerström, autora da receita.

Pão de trigo com cardamomo, aberto no topo, recheado com pasta de amêndoa e chantilly e coberto com a tampa polvilhada de açúcar. É o doce da fettisdagen, a terça-feira gorda, e descende do hetvägg, o pão comido mergulhado em leite quente.

Bolo alto, oco e rendado, feito de ovos, açúcar e fécula de batata, que é derramado aos poucos sobre um espeto girando diante do calor, camada por camada. Decorado com glacê branco ou rosa, é um doce de festa da Escânia, e o nome Skånsk spettkaka é protegido pela União Europeia.

Cubos de filé-mignon, batata e cebola dourados separadamente e servidos lado a lado, com uma gema crua no centro e mostarda ou creme de mostarda. Leva o nome do Hotel Rydberg, que funcionou na praça Gustav Adolfs torg, em Estocolmo, de onde o prato teria saído.

Torta assada de arroz-doce com açafrão, ovos, creme e amêndoas, de cor amarela, servida morna ou fria com geleia de salmbär e chantilly. Apesar do nome de panqueca, vai ao forno numa forma. É o doce mais associado à ilha de Gotland.

Bala de açúcar em bastão, branca, com listras vermelhas em espiral e sabor de hortelã-pimenta, puxada e torcida à mão. Nasceu em Gränna, à beira do lago Vättern, onde a viúva Amalia Eriksson obteve licença para fazê-la em 1859, e a cidade segue como o centro da sua produção.

Sobremesa assada de leite coalhado com coalho, enriquecida com ovos, creme, açúcar e amêndoas, de textura úmida e granulada. Servida morna com geleia e chantilly, é a especialidade de festa mais associada à região de Småland, com registros suecos desde o século 16.

Bolinho cozido de batata crua ralada e farinha de trigo ou de cevada, recheado de carne de porco, servido com manteiga e geleia de mirtilo-vermelho. É comida de todo dia no norte da Suécia, e o nome vem da cidade de Piteå, considerada o centro sueco do palt.

Arenque do Báltico levemente salgado e fermentado, enlatado no verão, de cheiro forte e sabor salgado e ácido. É comido no pão fino tunnbröd, com batata, cebola-roxa e creme azedo, numa refeição de confraternização no fim do verão. A tradição liga o prato à costa de Norrland e à ilha de Ulvön, na Höga Kusten.