
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Eger
Vinho tinto de corte da região vinícola de Eger, à base da uva kékfrankos, misturada a outras variedades. O nome significa "sangue de touro de Eger". Foi o primeiro vinho de denominação de origem protegida da Hungria moderna, pelo regulamento de 1997.
Bebida típica de Eger, Heves
Também chamado: Bikavér, Bull's Blood of Eger
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Egri Bikavér — Eger, Hungria
O Egri Bikavér é um vinho tinto de corte produzido na região vinícola de Eger, no norte da Hungria. A base é a uva kékfrankos, combinada com outras variedades tintas escolhidas por cada produtor. O resultado costuma ser um vinho de cor rubi a granada, com notas de especiarias e de frutas.
O nome quer dizer "sangue de touro". A lenda mais contada liga o vinho ao cerco otomano de Eger, no século XVI: os defensores do castelo, comandados pelo capitão Dobó István, teriam bebido vinho tinto durante a luta, e os atacantes, ao ver as barbas manchadas de vermelho, teriam acreditado que eles bebiam sangue de touro. Há muitas versões dessa história. O registro escrito mais antigo da ligação entre o nome e Eger é um livro de provérbios de 1851, e a primeira receita do corte, de Jenő Gröber, é de 1912.
O regulamento de 1997 fez do Egri Bikavér o primeiro vinho de denominação de origem protegida da Hungria moderna. Hoje há três níveis, Classicus, Superior e Grand Superior, que se diferenciam pela maturação das uvas, pelo tempo de envelhecimento e pela data de lançamento. Desde 2010, a região tem também um corte branco, o Egri Csillag.
O vinho foi inscrito em 2017 na Coleção dos Hungarikumok. Em Eger, as adegas escavadas na rocha do vale de Szépasszony, perto do centro, recebem visitantes para degustação; como em toda bebida alcoólica, vale provar com moderação.
Eger , Heves
O vinho leva o nome da cidade e vem da região vinícola de Eger, onde as adegas do vale de Szépasszony recebem visitantes.
Corte de uvas tintas com base de kékfrankos, combinada com outras variedades autorizadas pelas regras da região, como kadarka, cabernet franc, merlot e pinot noir.
Como vinho de refeição, à mesa. Os níveis Superior e Grand Superior costumam ganhar com alguns anos de garrafa antes de abrir.
Vinho de refeição, sem data fixa. Em Eger, a região celebra o Bikavér em festas e jornadas gastronômicas ao longo do ano.
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Significa "sangue de touro de Eger". A lenda mais contada liga o nome ao cerco otomano de Eger, quando os defensores do castelo teriam bebido vinho tinto durante a luta.
A base é a kékfrankos, combinada com outras uvas tintas permitidas pelas regras da região, como kadarka, cabernet franc, merlot e pinot noir.
São níveis definidos pela região. O Classicus é mais leve e para o dia a dia; Superior e Grand Superior vêm de uvas mais maduras, envelhecem mais tempo, muitas vezes em barril novo, e chegam ao mercado mais tarde.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.