
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Veszprém
Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.
Bebida típica de Veszprém
Também chamado: Kéknyelű
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Badacsonyi kéknyelű — Veszprém, Hungria
A kéknyelű é uma uva branca antiga da Hungria, ligada há séculos à região vinícola de Badacsony, nas encostas de antigos vulcões da margem norte do lago Balaton. Quase toda a área plantada dessa uva fica ali. O nome quer dizer "talo azul", por causa do tom azulado do pedúnculo dos cachos.
A videira tem uma particularidade: dá só flores femininas e precisa de outra variedade plantada ao lado para ser polinizada, em geral a budai zöld. Rende pouco, mas é conhecida pela qualidade. Em 1826, uma coleção de variedades criada no monte Badacsony reservou à kéknyelű o terraço mais alto. Por volta do ano 2000, a área plantada tinha caído a um nível crítico, e desde então os produtores da região vêm recuperando a uva.
Os vinhos mais comuns são brancos secos, de acidez viva, que costumam melhorar com alguns anos de garrafa. Há também versões frisantes e espumantes e, em safras favoráveis, vinhos doces. Parte dos produtores de Badacsony engarrafa o kéknyelű numa garrafa azul, adotada para identificar o vinho da região.
O Badacsonyi kéknyelű foi registrado entre os valores nacionais em 2013 e entrou na Coleção dos Hungarikumok em 2025. Adegas da região de Badacsony, perto de Tihany e de outros destinos do lago, recebem visitantes para degustação.
Veszprém
A uva é cultivada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do Balaton, que fica no condado de Veszprém.
Uva kéknyelű, cultivada em encostas vulcânicas da região de Badacsony.
Resfriado, como vinho de refeição. As versões envelhecidas em barril costumam ganhar com alguns anos de garrafa.
Vinho de refeição, sem data fixa. No verão, a região de Badacsony costuma ter festas do vinho.
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Uma uva branca antiga da Hungria, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, ao norte do lago Balaton. O nome significa "talo azul".
Em geral é um branco seco, de acidez viva, que costuma melhorar com alguns anos de garrafa. Também há versões espumantes e, em boas safras, doces.
Na margem norte do lago Balaton, nas encostas de antigos vulcões como o monte Badacsony, no condado de Veszprém.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.