
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Hungria
Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.
Bebida típica da Hungria
Também chamado: palinka
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
Clique na foto para ampliar.
Pálinka — Hungria
Pálinka é a aguardente de frutas da Hungria. Pela definição oficial húngara, ela é fermentada a partir de frutas de caroço, frutas sem caroço ou frutas silvestres, ou da polpa delas, e destilada e engarrafada no país. Bebidas feitas de concentrado, de frutas desidratadas ou semidesidratadas não podem usar o nome. A moagem, a fermentação, a destilação, o envelhecimento e o engarrafamento precisam acontecer na Hungria. A proteção europeia do nome também abrange aguardentes de damasco de quatro estados austríacos: Baixa Áustria, Burgenland, Estíria e Viena.
A destilação chegou à Europa por volta do século XI e, na Hungria, foi usada primeiro com vinho e cereais. A tradição liga à rainha Isabel, no século XIV, uma "água da vida" destilada usada como remédio, e até o século XVI as aguardentes eram vendidas como medicamento. A pálinka de frutas, como é conhecida hoje, é produzida no país desde meados do século XVIII.
Cada região tem suas frutas. Há indicações geográficas para a aguardente de ameixa de Szatmár, de damasco de Kecskemét e de Gönc, de maçã de Szabolcs, de ginja de Újfehértó, entre outras. O nome da fruta aparece em denominações como szilvapálinka (de ameixa) e barackpálinka (de damasco).
A pálinka está na Coleção dos Hungarikumok desde 2013. É servida em pequenos copos, em geral à temperatura ambiente ou levemente fresca, para sentir o aroma da fruta, e costuma acompanhar brindes em encontros de família e festas. Como toda bebida destilada, pede moderação.
Hungria
Bebida protegida por lei como produto do país inteiro, com variações regionais por fruta.
Frutas cultivadas na Hungria, como ameixa, damasco, pera, maçã e ginja, fermentadas e destiladas; sem açúcar nem aromas adicionados.
Em pequenos copos ou taças em forma de tulipa, em pequenas doses, à temperatura ambiente ou levemente fresca, para sentir o aroma da fruta.
Brindes em encontros, festas de família e recepções, sem data fixa.
Tire suas dúvidas
Uma aguardente de frutas húngara, destilada de ameixa, damasco, pera, maçã, ginja e outras frutas cultivadas no país. A definição húngara exige produção inteiramente no país; a proteção europeia também contempla aguardentes de damasco de quatro estados da Áustria.
Para a pálinka húngara, a fruta precisa ser da Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país, sem concentrado nem fruta seca.
Em pequenas doses, num copo pequeno ou taça em forma de tulipa, à temperatura ambiente ou levemente fresca, para sentir o aroma da fruta.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.