
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Baja
Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.
Prato típico de Baja, Bács-Kiskun
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Bajai halászlé — Baja, Hungria
A Bajai halászlé é a sopa de peixe de Baja, no sul da Hungria, à beira do Danúbio. Os ingredientes vão juntos para o caldeirão: carpa em postas, cebola, páprica moída, sal e água. O caldo não é passado na peneira e fica mais ralo e mais claro que o de outras sopas de peixe húngaras.
O detalhe que a distingue é a massa. Na hora de servir, coloca-se no fundo do prato a gyufatészta, uma massa fina e comprida como palito de fósforo, e por cima o caldo quente. O peixe costuma ir num prato à parte, e a pimenta picante, a cseresznyepaprika, fica na mesa para cada um temperar.
Segundo a ficha oficial do Hungarikum, a sopa faz parte da cozinha das famílias de Baja desde a segunda metade do século XIX e não é comida só pelos pescadores: muita gente na cidade sabe prepará-la. Em 2015, ela foi a primeira das sopas de peixe húngaras inscrita na Coleção dos Hungarikumok, por iniciativa da própria cidade.
O grande encontro em torno da sopa é o festival de julho, criado em 1996, nos 300 anos de Baja como cidade. Centenas de caldeirões são acesos ao mesmo tempo na praça principal e nas ruas do centro, e o evento entrou para o livro dos recordes como o maior cozimento simultâneo de um prato de peixe pela mesma receita.
Baja , Bács-Kiskun
A sopa faz parte da cozinha das famílias de Baja, cidade do Danúbio que realiza todo verão o festival da sopa de peixe.
Carpa (às vezes com outros peixes do Danúbio), cebola, páprica moída, sal, água; gyufatészta (massa fina de ovos) para servir; pimenta picante fresca à parte.
Com a gyufatészta no fundo do prato e o caldo por cima; o peixe vem à parte e a pimenta fica na mesa para cada um ajustar o ardor.
Prato de todos os dias em Baja e de festas; tem seu grande dia no festival de julho e também aparece na ceia de Natal.
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A sopa de peixe de Baja, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, servida sobre uma massa fina chamada gyufatészta.
Em Baja, o caldo não é passado na peneira e a sopa é servida sobre a gyufatészta, uma massa fina. Outras tradições, como a do Tisza, peneiram o caldo e servem a sopa com pão.
No mês de julho. Nesses dias, a cidade inteira cozinha a sopa ao ar livre em caldeirões espalhados pelo centro. Confira as datas de cada ano antes de viajar.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.