
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Budapeste
Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.
Bebida típica de Budapeste, Budapeste
Também chamado: Zwack Unicum
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Unicum — Budapeste, Hungria
O Unicum é um licor amargo de ervas feito pela empresa da família Zwack, em Budapeste. A receita reúne mais de 40 ervas e especiarias e é mantida em segredo; o licor envelhece em barris de carvalho. Bebe-se em pequenas doses, como aperitivo antes das refeições ou digestivo depois delas.
A tradição da família conta que, em 1790, o médico da corte doutor Zwack ofereceu ao imperador José II uma bebida de ervas para o estômago, e que o imperador teria exclamado: "Das ist ein Unikum!", isto é, "isto é único". Daí viria o nome. A história é apresentada como lenda da marca. A empresa foi fundada em Pest em 1840 por József Zwack, e o nome Unicum foi registrado em 1883, já com a garrafa redonda e a cruz no rótulo.
No século XX, a fábrica foi destruída na guerra e depois estatizada, e a família deixou a Hungria. Por algumas décadas, o licor foi feito no país por uma empresa estatal, enquanto os Zwack produziam no exterior. A família retomou a produção em Budapeste depois de 1989, na sede às margens do Danúbio, no bairro de Ferencváros, onde também funciona o museu da empresa.
O Unicum foi inscrito em 2015 na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais. Além da versão clássica, a empresa lançou variações, como uma envelhecida com ameixas secas.
Budapeste , Budapeste
O Unicum é produzido em Budapeste pela empresa da família Zwack, fundada em Pest em 1840, que mantém ali a sede e o museu.
Mais de 40 ervas e especiarias, em receita secreta; destilado e macerado; envelhecimento em barris de carvalho.
Em pequena dose, puro, como aperitivo antes da refeição ou digestivo depois.
Bebida de todos os dias, oferecida em encontros, comemorações e depois de refeições fartas.
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Um licor amargo de ervas húngaro, feito pela família Zwack em Budapeste com uma receita secreta de mais de 40 ervas e especiarias e envelhecido em barris de carvalho.
Segundo a tradição da família Zwack, o imperador José II teria dito "Das ist ein Unikum!" (isto é único) ao provar a bebida, em 1790. A história é contada como lenda da marca.
Em pequena dose, puro, como aperitivo antes da refeição ou digestivo depois dela.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.