
Gulyásleves
Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.
Sabores · Hungria
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Bebida típica da Hungria
Também chamado: spricc
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Fröccs — Hungria
Fröccs é vinho misturado com água com gás, a szóda húngara, servida em sifão. A mistura é tão comum que cada proporção tem um nome. O hosszúlépés ("passo longo") leva 1 decilitro de vinho para 2 de água; o házmester ("zelador"), 3 de vinho para 2 de água; o sportfröccs, 1 de vinho para 4 de água; o háziúr ("senhorio"), 4 de vinho para 1 de água. O kisfröccs leva 1 decilitro de vinho para 1 de água; o nagyfröccs, 2 de vinho para 1 de água.
Na Hungria, o desenvolvimento da produção de água com gás, a szikvíz, é ligado ao monge beneditino e cientista Ányos Jedlik e a seus experimentos de 1826; a primeira fábrica foi aberta em Pest-Buda em 1841, a partir dos planos dele. Segundo a anedota mais contada, Jedlik misturou a água com gás ao vinho num encontro de amigos, e o poeta Mihály Vörösmarty, presente, escreveu versos sobre a bebida. A ficha oficial lembra que, no século XIX, o vinho com água com gás já era comum em restaurantes, hospedarias e confeitarias.
O branco é o mais usado, em especial o olaszrizling, mas há fröccs de rosé e de tinto, como o kékfrankos. A bebida é servida bem gelada e, por ser diluída, acompanha tardes longas de verão. Há mais de cinquenta combinações registradas, e novas continuam a surgir.
O fröccs entrou em 2015 na Coleção dos Hungarikumok. A szikvíz também é Hungarikum, desde 2013.
Hungria
Bebida servida em todo o país, ligada à água com gás criada na Hungria e aos vinhos de todas as regiões.
Vinho branco, rosé ou tinto e água com gás (szóda) servida em sifão, em proporções variáveis.
Bem gelado, em copo, pedido pelo nome da proporção. Acompanha conversas em terraços, adegas e festas de verão.
Bebida de verão, de tardes ao ar livre e de festas do vinho.
Tire suas dúvidas
Vinho misturado com água com gás, em proporções que têm nomes próprios. É uma das bebidas mais comuns da Hungria no verão.
Um fröccs com 1 decilitro de vinho para 2 de água com gás, mais leve e refrescante.
O monge beneditino e cientista Ányos Jedlik fez experimentos de carbonatação em 1826; a primeira fábrica de Pest-Buda abriu em 1841 com seus planos.
Sabores da Hungria

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.