
Fröccs
Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.
Sabores · Hungria
Massa de fermento aberta à mão e frita até ficar dourada, crocante por fora e macia por dentro. A cobertura clássica é creme azedo, queijo ralado e, a gosto, alho. Comida de rua de feiras, mercados e praias em todo o país.
Prato típico da Hungria
Também chamado: langos
Imagens ilustrativas. As fotos deste guia são ilustrações feitas a partir do lugar real, não fotografias, e podem ter diferenças em relação a ele.
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Lángos — Hungria
O lángos nasceu ligado ao pão. Nas casas do campo, os restos de massa raspados da gamela de sovar, ou pedaços beliscados da massa do pão, eram assados no forno e comidos quentes. Com o tempo, a massa passou a ser frita, primeiro em gordura animal e depois em óleo, e tomou a forma atual: um disco grande, de espessura média, crocante por fora e macio por dentro.
A cobertura tradicional é creme azedo (tejföl), queijo ralado e, para quem quiser, alho. Hoje há versões doces e salgadas com muitas outras coberturas, e algumas receitas levam batata cozida na massa.
O lángos é comida de rua em todo o país. Aparece nas feiras, nos mercados municipais, nas festas populares e nas praias de rios e lagos, inclusive à beira do Balaton, onde as barracas de lángos fazem parte do verão. Come-se em pé, ainda quente, segurando a massa com as mãos ou com um papel.
Em 2023, o lángos foi inscrito na Coleção dos Hungarikumok, a lista oficial de valores nacionais da Hungria. A ficha oficial descreve o lángos ideal como de espessura média, pouco oleoso, macio por dentro e crocante por fora.
Hungria
Comida de rua ligada à tradição de assar pão, presente em feiras, mercados e praias de todo o país, sem um lugar de origem documentado.
Massa de farinha de trigo, fermento, água ou leite e sal, às vezes com batata cozida; óleo para fritar; creme azedo, queijo ralado e alho na cobertura clássica.
Logo depois de frito, ainda quente, com creme azedo, queijo ralado e alho a gosto. Come-se com as mãos, em pé, na barraca ou na praia.
Comida de rua de todos os dias, mais comum no verão, nas praias, e em feiras e festas populares.
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Uma massa de fermento frita, crocante por fora e macia por dentro, coberta tradicionalmente com creme azedo, queijo ralado e alho. É uma das comidas de rua mais comuns da Hungria.
Creme azedo (tejföl), queijo ralado e, a gosto, alho. Hoje há também versões com outras coberturas, doces e salgadas.
Em feiras, mercados, festas populares e praias de rios e lagos em todo o país, inclusive à beira do Balaton.
Sabores da Hungria

Vinho misturado com água com gás (szóda), em proporções que têm nomes próprios, como kisfröccs, hosszúlépés e házmester. Branco, rosé ou tinto, é a bebida de verão de bares, adegas e terraços da Hungria.

Sopa de carne bovina com bastante caldo, cebola, páprica, batata em cubos e csipetke, uma massinha beliscada que cozinha na própria panela. É feita sem engrossar com farinha. O nome vem dos gulyás, os vaqueiros da Grande Planície.

Massa doce de fermento enrolada em tira num rolo de madeira, assada girando sobre a brasa e coberta de açúcar caramelizado. Sai do rolo em forma de cilindro oco. Tem origem na Terra dos Székely, na Transilvânia, e é vendido em feiras e mercados de Natal em toda a Hungria.

Aguardente de frutas destilada na Hungria, de ameixa, damasco, pera, maçã, cereja e muitas outras. Por lei, a fruta precisa ser cultivada na Hungria, e todas as etapas, da fermentação ao engarrafamento, precisam acontecer no país. É indicação geográfica protegida da União Europeia.

Bombom de Natal, em geral de fondant coberto de chocolate, embrulhado em papel brilhante colorido e pendurado nos galhos da árvore de Natal. Os recheios mais comuns são geleia de fruta, marzipã, coco e caramelo.

Sopa de peixe de Baja, cidade às margens do Danúbio, feita de carpa, cebola e páprica cozidas juntas no caldeirão, sem passar o caldo na peneira. É servida sobre uma massa fina, a gyufatészta, com o peixe à parte e pimenta picante.

Torta de camadas finas de pão de ló intercaladas com creme de manteiga de chocolate e cobertas por uma lâmina de caramelo. Foi criada pelo confeiteiro József C. Dobos, dono de uma delicatéssen em Budapeste, e apresentada na Exposição Nacional Geral de 1885.

Crepe dobrado recheado de nozes, passas e casca de laranja cristalizada, aromatizado com rum e coberto com calda de chocolate. Leva o nome do restaurante Gundel, no Parque da Cidade de Budapeste, que o pôs no cardápio; a receita é atribuída a Ilona Matzner, mulher do escritor Sándor Márai.

Licor amargo de ervas, escuro, produzido pela família Zwack em Budapeste com uma receita guardada em segredo de mais de 40 ervas e especiarias, envelhecido em barris de carvalho. A garrafa redonda com uma cruz no rótulo é reconhecida em todo o país.

Sopa de peixe de rio de Szeged, vermelha de páprica, feita com um caldo grosso de vários peixes, cabeças e espinhas de carpa e cebola, passado na peneira. Os pedaços de carpa cozinham nesse caldo, e a sopa vem com pão e pimenta à parte.

Vinho doce da região vinícola de Tokaj, no nordeste da Hungria, feito com uvas atacadas pela podridão nobre e colhidas grão a grão. Os grãos aszú são amassados e macerados em mosto ou vinho, e o vinho envelhece em barris de carvalho em adegas subterrâneas.

Vinho branco da uva kéknyelű, plantada quase só na região vinícola de Badacsony, na margem norte do lago Balaton. O nome da uva significa "talo azul". Os vinhos costumam ser secos, de acidez marcada, e há também versões espumantes e doces.